Uma Grande Resposta a Uma Grande Provocação

Olá amigos

Eu alguns dias atrás fiz uma provocação aqui no blog e lá no Facebook convidando as pessoas a refletirem sobre o nosso papel de educadores/professores, de questionar o sistema, de olhar pra frente e tentar ver se estamos no caminho certo ou não. Bem, vários amigos queridos participaram e deixaram suas contribuições no blog e lá no Facebook. O meu amigo José Carlos Antônio (@profjc) fez uma colocação que eu gostaria de compartilhar aqui com vocês. Após a leitura que tal fazermos uma reflexão?

“Grande Robson!

Excelente iniciativa. Excelente texto. Excelentes reflexões. Ou seja, nenhuma novidade, você continua ótimo!

Puxa-saquismo à parte, confesso que não tenho nenhuma resposta para suas indagações. Mas vou explicar por quê. E vou tentar fazê-lo à partir de uma estratégia um pouco inusual.

Imagine-se como um professor 30 anos atrás. Como você estaria preparando seus alunos para que eles enfrentassem o futuro e hoje fossem pais competentes dos alunos que temos nas escolas e cidadão capazes de lidar com o mundo atual?

Hum… Veja bem, esses seus alunos de 30 anos atrás são os adultos que estão no mercado de trabalho, ou desempregados; são policiais e bandidos, são professores e analfabetos funcionais, são políticos e eleitores, são pais dos seus alunos atuais. O que foi feito deles, com eles e para eles nos idos tempos de colégio 30 anos antes? 30 anos atrás não tínhamos internet, nem celulares, nem TV a cabo, NetFlix e TEDs. Há 30 anos éramos idiotas?

Talvez fôssemos, mas na verdade é mais provável que tenhamos sido apenas humanos incapazes de prever o futuro. Como, aliás, continuamos a ser hoje em dia.

Porém, não nos perguntávamos, com a frequência e desespero como fazemos hoje, como deveríamos educar nossas crianças para o futuro. Apenas educávamos para lhes ensinar valores, conceitos e técnicas que acreditávamos serem necessárias para qualquer um, em qualquer situação presente ou futura.

Nós sabíamos nada sobre o futuro e nem éramos capazes de imaginá-lo como o nosso presente atual. Mas isso não nos era problema. Não tínhamos a pretensão da futurologia.

E hoje? Hoje nos perguntamos como devemos educar as crianças para um futuro que temos certeza de não sermos capazes de imaginar (talvez isso seja uma evolução, mas será que é?). E, no entanto, além da certeza sobre o futuro também perdemos outras certezas. Muitas.

Tudo, absolutamente tudo, o que você colocou no seu texto eu me atreveria a resumir assim: não temos mais certeza sobre que conteúdos, habilidades, competências, valores e práticas devemos ensinar. Não temos certeza sobre modelos de escola, currículos, competências ou valores.

Talvez nossa incerteza e nosso “medo de errar” venha da constatação de que nesses 30 anos quase nada deu certo na Educação e na sociedade. Vivemos há décadas numa montanha russa à espera de uma subida.

Talvez seja apenas um modismo desse início de século crer que estejamos realmente perdidos. Ou será que nos convenceram de que somos mesmo incapazes de encontrar rumos? Ou pior, será que acreditamos mesmo que estamos sem rumo?

Nas últimas duas décadas tenho refletido sobre tudo isso. Tenho feito muitos experimentos, muitas observações. E a cada dia tenho mais certeza de que o que perdemos de fato foram apenas as nossas certezas. Vivemos as décadas da desilusão. Do crer que já não vale a pena acreditar. Há quem veja isso como ganho.

Às vezes para seguir adiante é preciso dar alguns passos para trás. Principalmente se você estiver à beira de algum abismo. Talvez estejamos mesmo precisando voltar um pouco no tempo, para aquela época em que acreditávamos em algo e fazíamos o que tinha que ser feito. Essa vida de incertezas contemplativas, de aventuras sem convicção, de discursos vazios sob holofotes e claques, isso não está prestando não.

Terminando, então: não tenho respostas. Só tenho minhas certezas. Não tenho medo de errar. Tenho medo de passar a vida não fazendo nada na esperança de um dia descobrir o “certo”. Educo meus alunos para serem pessoas melhores. Simples assim. E o que é mais curioso: isso independe do modelo de escola, independe do currículo oficial, independe dos recursos tecnológicos e até mesmo do que chamam por aí de “inovações”. É incrível o que se pode fazer com apenas umas poucas convicções.
Grande abraço!

P.S.: Espero ter confundido muita gente. Essa é uma das minhas convicções: sem confusão não há reordenamento.”

Que tal? O que tem a me dizer sobre isso? Leia também os outros comentários na postagem original que estão igualmente fantásticos.

Um grande abraço

Robson Freire

HISTÓRIA e outras CIÊNCIAS HUMANAS – 120 obras inéditas para download

O presente do Caldeirão de Ideias para vocês é, na minha opinião, o melhor presente de Natal que alguém pode ganhar: LIVROS. Esta lista abaixo foi produzida especialmente com a coleta de livros postados no grupo do Arquivo Kronos lá no Facebook. Agradecemos imensamente aos amigos do grupo Kronos por esse presente de Natal e TODOS os nossos visitantes pela presença aqui no nosso espaço. Deem uma vasculhada bastante boa nos livros, pois tem muita coisa nova na quebrada, pessoal!

Baixar via Google Drive (direto):
https://drive.google.com/folderview?id=0B4UG_F2QeFUlcE5uZVJralM3Vm8&usp=sharing

Baixar torrent (via Pirate Bay):
http://thepiratebay.se/torrent/10625815 (clique em Get This Torrent)

Baixar torrent (via Google Drive):
https://drive.google.com/folderview…

Lista do Material disponível:

ANGOLD, M. Bizâncio
ARRUDA, J. Jobson. História Moderna e Contemporanea
ARTIGO 19. Protestos no Brasil, 2013
BAÇAN, L. P. A sociedade secreta dos templários
BANDEIRA, M. De Martí a Fidel – a revolução cubana e a América Latina
BAUMAN, Z. A Liberdade
BEAUD, M. A historia do capitalismo – de 1500 aos nossos dias
BEZERRA, Benilton. O normal e o patológico
BLOCH, M. Los reyes taumaturgos
BLOOM, Harold. A invenção do humano
BOHM-BAWERK, Eugen von. A teoria da exploração do socialismo-comunismo
BOURDIEU; PASSERON. A reprodução – elementos para uma teoria do sistema de ensino
BRESCIANI, M. Londres e Paris Século XIX
CARDOSO, Ciro Flamarion S. Tempo e história
CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas – O imaginário da república no Brasil
CASTEL, Robert. Las metamorfosis de la cuestión social
CASTELLS, Manuel. A galáxia da internet
CASTRO, Eduardo Viveiros de. Arawete – os deuses canibais
CAZELLES, H. História política de Israel
CHARTIER, R. A ordem dos livros
COELHO, Teixeira. Dicionário Crítico de Política Cultural
DARNTON, Robert. A questão dos livros
DAVIS, Natalie Z. The Return of Martin Guerre
DELUMEAU, J. Pesquisa histórica sobre o medo
DONADONI, Sérgio. O homem egípcio
DOUGAN, A. Futebol e guerra – resistência, triunfo e tragédia do Dínamo na Kiev ocupada pelos nazistas
DUBAR, Claude. A crise das identidades – a interpretação de uma mutação
DUBY, Georges (Org.). História da Vida Privada 2. Da Europa Feudal a Renascença.
ELIAS, Norbert. Mozart – Sociologia de Um Gênio
FARGE, Arlette. La atraccion del archive
FERREIRA, M. (coord). Entre-vistas- Abordagens e Usos da História Oral
FICO, Carlos. João Goulart e a Operação Brother Sam. In. O grande irmão
FINKELSTEIN, N. A indústria do holocausto
FONSECA, Ana Maria. Economia criativa
FONTANA, J. Marxismos. In A história dos Homens
FREITAS, M. (org). Historiografia Brasileira em Perspectiva
GLEISER, M. A Dança do Universo – dos mitos de criação ao big-bang
GOMES, Angela de Castro et al. História Geral da Civilização Brasileira – Tomo III – O Brasil Republicano 10
GONZAGA, João Bernardino. A inquisição em seu mundo
HARTOG, F. O espelho de Heródoto
HARVEY. Et all. Occupy – movimentos de protestos que tomaram as ruas
HASSEL, S. Gestapo
HASTINGS, M. Catástrofe 1914 – a Europa vai a guerra
HAYEK, F. A. Desestatização do dinheiro
HILL, Christopher. A Revolução Inglesa de 1640
HOLANDA, Sérgio Buarque de. O homem cordial
HUMPHREY, R. O fluxo da consciência
HUTCHEON, L. Theory of adaptation
JAMESON, F. La cárcer del lenguaje. Perspectiva crítica del estructuralismo y del formalismo russo
JAMESON, F. Postmodernism or, The cultural logic of late capitalism
JENKINS, Henry. Convergence culture
JENKINS; MUNSLOW; MORGAN. Manifestos for History
JOHNSON, Paul. Tiempos modernos – la historia del siglo XX.
KUSHNIR, B. Cães de guarda [doutorado]
LE ROUX, P. Império Romano
LEWIS, B. O Oriente Médio – do advento do cristianismo aos dias de hoje
LOYN, Henry R. Dicionário da Idade média
LUNA FILHO, E. P. Internet e tributação no Brasil
MAIOLI, I. A Historia da Segunda Guerra Mundial
MALHEIRO, A. A Escravidão no Brasil – Vol. I
MALHEIRO, A. A Escravidão no Brasil – Vol. II
MALINOWSKI, B. Magia, ciencia y religion
MANHATTAN, A. O holocausto do Vaticano
MARSHALL, T. Cidadania e classe social [in Cidadania, classes sociais e status]
MASCARELLO, F. (org). Historia do cinema mundial
MATEUS, J. G. Escritos sobre a imprensa operária da Primeira República
MAUSS, Marcel & HUBERT, Henri – Sobre o sacrifício
MAYER, Marcos. Anarquismo para principiantes [espanhol]
MENDONÇA, Paulo Knauss. O Rio Janeiro da Pacificação – franceses e portugueses na disputa colonial
MIGNOLO, W. La idea de América Latina – la herida colonial y la opción decolonial
MONTEFIORE, S. Jerusalém, a biografia
MUNSLOW, A.; ROSENSTONE, A. Experiments in rethinking history
MURARI, F. Antigos e Modernos, Diálogos sobre a Escrita da História
NAPOLITANO, M. História e música
NETTO, José Paulo. Lukács e a crítica da filosofia burguesa
NOVAIS; ALENCASTRO (orgs). História da vida privada no Brasil, 1 – Império
NOVAIS; SCHWARCZ (orgs). História da vida privada no Brasil, 4 – contrastes da intimidade contemporânea
NOVAIS; SEVCENKO (orgs). História da Vida Privada no Brasil 3 República – da Belle Époque à Era do Rádio.
NOVAIS; SOUZA (orgs). História da vida privada no Brasil, 1 – cotidiano e vida privada na América Portuguesa
OLIVEIRA, P. S. Introdução a sociologia
ORWELL, George. Como morrem os pobres e outros ensaios
PARENTI, M. A cruzada anticomunista
PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar – convite à viagem
PETERS, Edward. História da tortura
PINHO, Osmundo; SANSONE, Livio. Raça – Novas Perspectivas Antropológicas.
POST, C. The american road to capitalism
PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil.
PRADO, Maria Ligia. O populismo na América Latina
PRZEWORSKI, A. Capitalism and social democracy
REIS, Daniel Aarão. Ditadura Militar, Esquerdas e Sociedade
REIS, João José & SILVA, Eduardo. Negociacao e conflito – a resistencia negra no Brasil escravista
REMOND, René. História dos Estados Unidos
REZENDE, M. J. de. A Ditadura Militar no Brasil – repressão e pretensão de legitimidade. 1964-1984
RICARDO, David. Princípios de Economia Política e Tributação
RODRIGUES, Edgar. História do Movimento Anarquista no Brasil
RORIZ, Aydano. A guerra dos hereges
SAFATLE, V. (org.). O que resta da ditadura [completo]
SAHLINS, M. Cultura e razão prática dois paradigmas da teoria antropológica
SAND, Shlomo. A invenção do povo judeu
SCHAFF, A. A sociedade informática
SCHAFF, A. Historia y verdad
SECCO, Lincoln. 25 de Abril de 1974 – A Revolução dos Cravos
SHARP, G. Da Ditadura à Democracia
SHERMER, Michael. Cérebro e crença
SILVA, Ana Paula Barcelos. Diálogos sobre a Escrita da História – Brasil e Argentina (1910-1940)
SILVA, Antonio Ozaí da. História das tendências no Brasil
SONDHAUS, L. A Primeira Guerra Mundial
TADEU, Tomaz. Nunca fomos humanos – Nos rastros do sujeito
THOMPSON, Paul. A voz do passado – história oral
TOLEDO, Caio Navarro. O Governo Goulart e o Golpe de 64
TRAGTEMBERG, M. Reflexões sobre o Socialismo
TRONCA, Ítalo. A Revolução de 30 – a dominação oculta
VASCONCELLOS, M. Economia – micro e macro
VENTURA, Z. 1968 – O Ano que não terminou
VERNANT, J-P. Entre mito e política
VIRILIO, Paul. Strategy of deception
VOEGELIN, Eric. A idade média – Dos Nibelungos a Jerônimo Bosh
WAISELFISZ, J. Mapa da violência 2013
YAZBEK, M.C. Os fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social brasileiro na contemporaneidade
ZINN, Howard. La otra historia de los Estados Unidos

OBS: Os arquivos “História Geral da Civilização Brasileira, vol. 10”, “O espelho de Heródoto”, “História da vida privada, 4 volumes” e “Entre mito e política” possuem mais de 150 Mb e estão disponíveis apenas via torrent.

Livro Software Livre, Cultura Hacker e Ecossistema da Colaboração

O livro Software Livre, Cultura Hacker e Ecossistema da Colaboração com Sergio Amadeu da Silveira @samadeu , Anderson Fernandes de Alencar, Murilo Bansi Machado, Rafael Evangelista e Vicente Macedo de Aguiar visa a compreensão sobre como vivemos dentro de um modelo informacional piramidal, que privilegia os detentores do conhecimento e explora os que não o tem. Busca explicar, sob uma abordagem sociológica, como é possível um novo modelo, baseado no processo de livre distribuição do conhecimento aberto, através dos conceitos da cultura hacker, mediado pelo movimento software livre, é perfeitamente possível e viável.

Indo um pouco mais além podemos pensar esse conceito tendo como entendimento o conceito do trabalho associado, abordado por Karl Marx. Pense sobre um automóvel. Ele é construído a partir de diversos componentes, fabricados por vários fornecedores e finalmente montados por alguma grande empresa. Este indivíduo não se vê como um sujeito, mas como parte de um tipo de sociedade que se fortaleceu com o desenvolvimento da indústria, colocando a economia no seu centro. É por isso que as empresas fabricantes de veículos são comumente chamadas de “montadoras”.

De forma semelhante, os computadores também são montados por empresas que recebem seus diversos componentes que são fabricados em vários países e depois são montados, normalmente em países asiáticos, onde a mão-de-obra é mais barata. Em qualquer um dos exemplos acima, o trabalhador que fabrica o componente ou o que monta o produto final não conhece e tampouco detém o conhecimento sobre os processos fabris.

Cabe a ele somente executar a tarefa que lhe foi incumbida, não havendo o menor interesse nem necessidade sobre a forma como se chega ao resultado final. Essas técnicas de dominação são muito eficientes quando se trata de uma cadeia de produção de qualquer coisa que seja física, como automóveis, eletrodomésticos, eletrônicos ou a cadeira, a mesa e o computador que estou utilizando no momento em que escrevo este texto, pois a a produção é em larga escala – e passa longe da escola.

A fábrica torna-se então o ambiente perfeito para total controle pois a hegemonia nasce da fábrica e não tem necessidade, para se exercer, senão de uma quantidade mínima de intermediários profissionais da política e da ideologia, como já citava sabiamente Gramsci. É importante notarmos que essa hegemonia é conquistada não pela força, mas pela capacidade da elite em persuadir o trabalhador de que é aquele o seu lugar, a sua função na construção de uma sociedade próspera e justa.

Mas isso só tem o poder que tem, pois esse poder vem das antenas. As mídias de massa, ou de difusão, ou ainda chamadas de broadcast, contribuíram e ainda contribuem para a manutenção desse sistema, pois defendem os interesses da elite ao mesmo tempo em que colocam o indivíduo trabalhador como peça fundamental na conquista de uma posição de prestígio das grandes corporações. Obter a confiança do trabalhador fazendo-o acreditar que sua força de trabalho será recompensada com a sensação de fazer parte da conquista da liberdade tem sido uma tática muito eficaz. O importante é que ele jamais perceba que o conhecimento poderia, em algum momento, ser apropriado por ele também. Que ele é tão pequeno é insignificante que não é capaz de dominar todo conhecimento para exercer qualquer tipo de poder dominante ou fabril.

Em algum momento, mais cedo ou mais tarde, as pessoas começam a questionar o sistema. Não o próprio sistema, mas a quem ele serve. É em seu próprio sucesso, em sua carreira, em sua capacidade de apossar-se de dados e explorar novos campos que elas pensam. Nesse momento, segundo Bauman, o trabalhador quer então deixar de ser um indivíduo, que serve ao sistema, para ser um sujeito de sua própria vontade, da sua própria vida. Mas para isso, ele precisa ser ouvido, sua opinião necessita ter validade no coletivo e para isso vamos nos apoiar na Teoria da Ação Comunicativa de Habermas.

Para Habermas, “o mundo é dividido entre o Mundo do Sistema e o Mundo da Vida onde o primeiro pode ser representado por toda a organização sócio-política que tenta a todo o custo dominar o segundo”. O Mundo da Vida são nossas percepções, crenças, valores e sentimentos e é nesse mundo que interagimos uns com os outros, independentes do sistema.

A percepção de cada um de que o Mundo da Vida é mais importante do que o Mundo do Sistema tem ganhado força, conforme nos mostra Bauman quando sobre essa necessidade de empoderamento através da apropriação do conhecimento é almejada por um número cada vez mais expressivo de pessoas.

Entretanto, nos deparamos com mecanismos que inibem, proíbem e punem aqueles que o fazem, pois na maioria dos casos, o conhecimento é protegido. Como podemos ver, não é do interesse da elite que o conhecimento ou uma ideia sejam popularizados, reproduzidos ou divulgados sem a autorização de quem os criou. Na verdade esse interesse é cerceado pelo conceito da lei de copyright, que afirma que “você não pode tomar minha ideia ou expressão sem permissão: a lei transforma o intangível em propriedade”. A ideia do copyright vem desde o século XVI com os teatros fechados, os paywalls culturais, onde só entravam os que podiam pagar um penny, que eram revertidos para os autores, detentores dos direitos autorais da peça, para que pudessem escrever novas peças.

O conceito deu tão certo que o copyright ganhou adeptos no mundo todo, presente não somente em peças teatrais mas em quase todo tipo de produção intelectual. Seu símbolo, o ©, está estampado em livros, revistas, periódicos, softwares e onde mais for possível, garantindo aos seus autores que somente eles possam obter lucro proveniente do material e que este não possa ser copiado, distribuído ou derivado sem a autorização do autor. A cópia venda ou distribuição de qualquer tipo feita por terceiros é vedada e caracterizada como crime. O conhecimento intelectual então tem dono, é fechado e somente é acessível para quem pode pagar por ele.

Mas isso começa a mudar…

Depois da imprensa, uma das maiores revoluções tecnológicas foi sem dúvida, o computador. E dentro dessa revolução os “mainframe” era o motor e o UNIX a gasolina que fazia tudo funcionar. Assim como a maioria do conhecimento intelectual da época, o código do UNIX também era protegido por uma licença restritiva. Richard Stallman, do MIT, que programava em UNIX começou a questionar a impossibilidade de distribuir livremente o código que ele produzia com quem ele desejasse.

Dessa inquietação nasce o conceito hackear. É muito importante frisar que esses programadores escreviam seus códigos de forma artesanal (ou em linguagem de desktop de programador : escovando bit), cortando e arrumando os trechos de código em cada parte que considerassem importante para alcançar o resultado desejado. Em inglês, existe a palavra hack, com a acepção, segundo o Cambridge English Dictionary, de “to cut into pieces…”. Cada nova descoberta, cada conquista, cada pedaço de código, cada ação de hack era compartilhada com o demais colegas, no intuito de incentivar o desafio de conseguir fazer algo funcionar, constituindo assim uma cultura livre e aberta, uma comunidade de hackers, que adoram serem desafiados por si próprios e por outros com tarefas cada vez mais difíceis. Existe um certo respeito por aqueles com o talento para hackear bem, e um respeito ainda mais por aqueles que conseguem hackear de forma eticamente correta.

O que realmente importa para um hacker é fazer com que seu conhecimento possa ser aplicado na resolução de problemas, na proposta de novas soluções e na disseminação do conhecimento de forma livre e irrestrita. O retorno financeiro deixa de estar atrelado ao produto (software) e passa a ser conquistado na forma de serviço.

Movido pelo desejo de liberdade e comum na cultura hacker, em 1983, Stallman dá início ao projeto GNU. O projeto visava criar um novo sistema operacional idêntico ao UNIX, porém sem limitações de uso, de forma que qualquer pessoa poderia utilizá-lo, distribuí-lo ou copiá-lo. Ele entendia que a informação não poderia ser tratada com uma mercadoria, então todo código escrito por ele seria licenciado sob GPL, o que na prática significaria que ele seria copyleft.

O resto já é história, mas o que importa é que na atualidade, principalmente no que concerne a ampla disseminação dos computadores pessoais e da Internet, é importante enfatizar a importância dos padrões abertos, sejam de hardware ou de software.

Podemos perceber que o movimento software livre, a cultura hacker e o conceito de trabalho associado foram determinantes para que a informação e o conhecimento possam ser livremente distribuídos e utilizados de modo que o sujeito possa apoderar-se desses conhecimentos, emancipando-se como cidadão na era da informação, criando oportunidades e libertando-se de monopólios.

Temos observado alguns exemplos de produção através de commons, como o próprio GNU/Linux. Outros exemplos são as redes sociais e os sites colaborativos, como Youtube, Twitter, Facebook, Wikipedia, entre outros, onde qualquer um pode contribuir e um sistema de controle distribuído entre os próprios pares modera a relevância e a qualidade do conteúdo. Poderíamos, equivocadamente, pensar que o modelo de produção distribuído talvez só pudesse ser aplicado à produtos intangíveis, como produção intelectual ou software.

O próprio modelo de licenciamento de conteúdo está vivendo uma revolução. Já temos os modelos de Copyleft e Creative Commons em contraponto ao modelo do Copyright.

A imparcialidade decorrente da descentralização das redes sociais aliada à popularização dos meios midiáticos, principalmente a Internet, tem proporcionado uma nova experiência sobre criatividade, produção e controle. Estamos vivendo um momento de ruptura de modelo, em que o conhecimento deixa de ser broadcast e passar a ser peer-to-peer.

Torna-se finalmente possível tornar-se mais que um mero agente da produção, tornando-se colaborador e co-proprietário dos meios produtivos. O socialismo, ainda considerado uma alternativa inviável ante o poderoso e impiedoso sistema capitalista, pode começar a se tornar uma opção viável onde o trabalho associado, amparado pela descentralização proporcionada pelas redes, será a nova base para uma nova sociedade, onde a ausência da classe dominante e dominada será sua maior e melhor característica. Uma sociedade justa.

Acho que viajei demais nessa parada…

Link pro livro aqui : https://www.ufmg.br/proex/cpinfo/educacao/docs/10f.pdf ou ai em baixo. Enjoy

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Google Imagens: como descobrir a fonte original de uma imagem

Vamos supor que você tenha uma imagem que foi baixada há muito tempo através de seu navegador, mas que não possui nenhum tipo de referência no nome do arquivo que indique em qual site ela foi baixada. O que você faria para descobrir qual a origem desta foto ou ilustração? Nós temos um método bem fácil!

O conhecido serviço de busca Google possui uma ferramenta que foi desenvolvido justamente para realizar uma espécie de “varredura reversa”, possibilitando a localização de imagens com as mesmas características da foto que você possui em seu computador para indicar e localizar diversas páginas em que este arquivo pode ter sido baixado.

Utilizando o Google Images

É importante lembrar que este tipo de busca por imagens pode apontar diversos resultados, fazendo com que você tenha que realizar filtragens para encontrar a fonte que você procura. Vamos ao tutorial!

  • Existem duas formas de você acessar o Google Images. A primeira consiste em entrar na página principal da ferramenta de busca e clicar em “Imagens”;

  • Já o segundo método é acessando diretamente deste link;
  • Assim que a página do Images for carregada, clique no botão com o ícone de câmera fotográfica;

  • Na página do Google Images, escolha o método de busca a ser utilizado. Em “Paste image URL” (1), você poderá jogar o link direto de uma imagem, e, na guia “Upload an image” (2), realizar a pesquisa através de um arquivo armazenado em seu computador. Você também pode facilitar ainda mais a busca arrastando o arquivo diretamente para o campo de busca. Logo em seguida, você será redirecionado diretamente para a página com os resultados.

Alternativa de busca

  • Se você não encontrar o site desejado no Google Images, é possível procurar pela imagem através do serviço TinEye. Acesse este link para abrir a página da ferramenta de busca;
  • Na página principal do TinEye, utilize o botão “Selecionar arquivo” (1) para indicar a localização do arquivo de imagem a ser pesquisado. Caso seja o link direto de uma foto, cole a URL correspondente no campo “Enter Image Address” (2) e clique em “Search”;

  • Depois de alguns segundos, a sua busca será concluída. Você pode utilizar os filtros do TinEye para refinar os resultados e facilitar a localização do site correto. Recomendamos a utilização da opção “Oldest”, pois ela vai encontrar a imagem mais antiga que foi postada, ou seja, provavelmente será a original.

Fontes: How-To_Geek

13 Sites Grátis Para Criar Gráficos Online

Não são raras situações em que precisamos criar um gráfico ou um diagrama para melhorar uma apresentação no trabalho ou organizar coisas pessoais. Mas se você não tem muita intimidade com Excel, existem muitas alternativas gratuitas, para fazer bons gráficos de uma forma simples e rápida.

Muita gente ainda não utiliza grande parte do potencial da internet. Ela nos permite poupar tempo e dinheiro para realizar diversas tarefas, e é esse o intuito deste post. Conheça algumas opções grátis para criar gráficos, fluxogramas e diagramas pela internet de forma fácil, simples e rápida.

1 – Barchart
Este site permite a criação de gráficos simples de forma fácil e rápida. É só alterar os campos já existentes, definindo altura, largura e claro, os dados do gráficos.

2 – Cacoo
Aqui você poderá criar diagramas com formas bastante diversas. A única chatice é ter de fazer um cadastro, que pelo menos é gratuito. Falamos dele aqui também nessa postagem.

3 – Bubbl
Esta ferramenta online permite a criação de organogramas com uma facilidade incrível! Para salvar os trabalhos é preciso se cadastrar. Caso não queira é só capturar a tela depois de terminar o trabalho.

4 – CreateAGraph
Nesta ferramenta online você conseguirá criar gráficos em formato de barra, linhas ou pizza.

5 – Grapher
Este site permite a criação de um gráfico simples de barras. Infelizmente não dá para personalizar muita coisa, mas ajuda.

6 – Chartpart
Bom para gráficos rápidos e simples. Faz um link que pode ser acrescentando ao seu web site ou blog.

7 – Geek247
Permite criar gráficos em tempo real. Você ainda pode baixar o script PHP para rodar no seu próprio site.

8 – NCES Kids Zone
O NCES (National Center for Education Statistics) é um gerador de gráficos robusto e foi considerado um dos melhores.

9 – Yellowpipe
Diga ao sistema quantos itens tem, coloque os nomes, escolha cada seção e clique “submit”.

10 – Google Chart Tool
Crie gráficos de maneira rápida e fácil com a ferramenta de gráfico do Google

11 – Chart Tool
Escolha a partir de diferentes gráfico tipos, como: linha de barras e gráficos de pizza,gráficos , gráficos de dispersão entre outros.

12 – ChartGO
Criar gráficos online rápido e gratuito.Criar gráficos de pizza, gráficos de barras, gráficos de linhas.

13 – PieColor
Uma ferramenta simples que cria gráfico de cores. Digite o número de fatias que você deseja para o seu gráfico de pizza.

E você, conhece mais alguma ferramenta? Comente!

Até logo!

Fonte: https://canaldoensino.com.br/blog/13-sites-gratis-para-criar-graficos-online

10 Sites e Aplicativos Para Criar Infográficos do Outro Mundo!

Existe um tipo de imagem que se tem tornado muito viral na internet ultimamente, principalmente devido ao Facebook. Estamos falando dos Infográficos, que não são nada mais do que imagens com muita informação organizada e condensada, facilitando assim sua partilha pelas mídias socias. Estes tipos de imagens podem ser úteis para qualquer empresa que tenha uma Fan Page no Facebook e que pretenda divulgar o seu negócio, para empresas que tenham um blog que queiram condensar informação numa imagem ou mesmo para um freelancer que pretenda fazer um resumo das suas características de uma forma diferente, fugindo um pouco do habitual portfólio. Os infográficos podem ser criados independentemente da sua área de negócio, o que torna uma ferramenta bastante útil para todos os profissionais.

Apesar dos sites de inforgráficos que vou falar em seguida terem grande deles uma conta grátis, a verdade é que muitos requerem mesmo uma conta paga para que consiga tirar o melhor proveito possível das ferramentas que oferecem. Mas criar este gênero de imagens não é algo que se faça de um momento para o outro: é necessário recolher dados estatísticos, escolher o template certo para a criação da imagem, saber manter os infográficos simples e úteis ao mesmo tempo, entre outros fatores. O último conselho que posso transmitir na criação de um infográfico é o de você deixar o link ou o nome da sua empresa na imagem no final da imagem, de forma a que depois possa tirar alguma vantagem da construção desse infográfico. Agora que você já sabe alguns dos princípios básicos sobre a criação de um infográfico, está na hora de conferir a nossa lista!

1. Piktochart
Piktochart para criar infográficosTalvez o mais completo mas também o mais dispendioso da nossa lista de sites para criação de infográficos. No Piktochart você tem acesso a uma quantidade enorme de templates pré-definidos (quanto mais pagar maior será o número de opções) e ainda tem a possibilidade de inserir o logo da sua empresa. De fato, o processo de construção é muito simples: você tem o template, altera os dados que já estão preenchidos com os que vai utilizar e está pronta a sua imagem. Além disso, o Piktochart evita o problema de você poder encontrar um concorrente seu usando o mesmo template. Isto porque este site oferece até mais de 100 templates diferentes. Você pode trabalhar com ele de forma gratuita, mas isso acaba limitando muito o seu trabalho. Além disso, a opção paga acaba por permitir que você retire o logótipo do Piktochart. Por último mas não menos importante, o site costuma estar constantemente procurando por novos designers. Fique atento se você for um profissional desta área!
Preço: de grátis a $29 mensais

2. Visual.ly
Visual.ly para criar infográficosSe você estava procurando por uma ferramenta gratuita, esta é uma das melhores opções. O Visual.ly é completamente gratuito e funciona de uma forma muito simples: existem várias categorias que contam com templates pré-definidos. Como é óbvio, você necessita de escolher a que melhor se adequa à mensagem que pretende transmitir. O fato de ser gratuito acaba limitando num ponto: o número de ofertas não é assim tão variável e em certas áreas de negócio é normal que você não encontre um infográfico interessante para você. Além disso, é bem provável que o seu concorrente possa também estar utilizando o Visual.ly. As informações são criadas a partir das suas interações sociais (Facebook, Twitter ou LinkedIn), o que pode gerar imagens interessantes especialmente para branding pessoal.
Preço: grátis

3. Fluxvfx
Fluxvfx para criar infográficosVocê conhece aqueles videos fantásticos com uma sequência fora do comum e com imagens super trabalhadas? Com o Fluxvfx você já pode criar esses mesmos vídeos de uma forma muito simples. O único requisito necessário são os conhecimentos mínimos de After Effects, mas qualquer dúvida o próprio site também dá uma ajuda. O processo é novamente muito simples. Você paga por uma sequência de vídeo (o preço normal ronda os $40) e depois todas as imagens e texto são editáveis. Basta que você escolha o seu vídeo, compre e depois edite no seu próprio computador. Apesar de poder ser um pouco mais caro de todas as opções apresentadas neste texto, o Fluxvfx apresenta uma opção bastante diferentes das demais e por isso mesmo este tipo de infográfico deve ser considerado como muito útil. Ele conta ainda templates grátis para teste.
Preço: desde grátis até $35

4. Many Eyes
Many Eyes infográficoJá conhecia este site há algum tempo e nunca é demais falar sobre ele. A página desenvolvida pela IBM, apesar de ter um visual um pouco retrogada, é dos sites que está há mais anos no mercado e permite criar imagens muito interessantes. Basta que você insira os seus dados e ele próprio gera imagens com os seus dados estatísticos. Inicialmente, você é que escolhe o tipo de demonstração de dados que vão aparecer (através de bolas, gráficos, etc). Tudo vai depender da sua imaginação e claro, quanto mais precisos forem os seus resultados mais qualidade terá a sua imagem. Nos primeiros minutos é normal que você tenha alguma dificuldade em lidar com a plataforma (até porque o site não muda o seu layout há vários anos) mas acredito que pouco depois já ficará mais confortável. Se tiver alguma dúvida, basta deixar um comentário no final do artigo.
Preço: grátis

5. Visualize.me
Visualize.me infográficoQuer trabalhar o seu branding pessoal através de infográficos? Este site é outra excelente opção. Ele baseia-se na sua conexão com o LinkedIn para criar um infográfico pessoal onde dá a conhecer o seu resumo, os locais onde trabalhou e quanto tempo esteve neles, os skills em que é destacado, os seus interesses e como é óbvio todas as recomendações que tem no seu perfil. E isso acontece tudo numa questão de segundas: você conecta com a conta do seu perfil no LinkedIn, dá o seu email e username e o site apresenta o seu próprio infográfico. Esta poderá ser uma excelente opção para os clientes que tenha o seu LinkedIn trabalhado de uma forma correta e pretendam fazer um pequeno resumo do seu percurso aos clientes. Que tal experimentar o Visualize.me para apresentar um portfólio diferente? De realçar que o site ainda se encontra em versão beta.
Preço: grátis

6. Infogr.am
infogr.am infográficoMais uma plataforma simples, grátis e eficaz. O Infogr.am apenas pede o seu login (pode ser feito através das redes sociais) e logo depois você dá de caras com um painel muito simples onde você só preciso de escolher o template que quer começar a desenhar. A partir daí pode trabalhar apenas com as imagens criadas nesse template ou acrescentar mais alguns pontos ao seu infográfico. Dois cliques são suficientes para “abrir” os dados e poder alterá-los. Outro ponto interessante é que você pode controlar a sua largura, um ponto a ter em conta principalmente no Facebook devido ao tamanho da imagem poder tornar o seu infrográfico pouco legível. Porém, devido ao fato de ser um site grátis, você terá sempre de ter a imagem do site no final do seu infográfico. De qualquer das formas, aconselho este site a todos aqueles que querem criar um infográfico mas que não querem perder muito tempo com o mesmo.
Preço: grátis

7. Visify
Visify infograficosIdeal para quem utiliza muito o Twitter e quer saber dados interessantes sobre a sua conta. No Visify você faz o login através do seu Twitter e ele gera automaticamente um infográfico com as principais palavras que você disse durante o ano anterior. Ao clicar nos dias, tem acesso os tweets que foram feitas e aos retweets que recebeu, etc. É interessante para você ficar a saber um pouco mais os seus dados no Twitter. O Visify conta ainda com outra opção que apenas surge depois de você realizar o login: a possibilidade de criar um infográfico com base no Facebook, Instagram, LinkedIn e FourSquare. É outra opção muito interessante e que resume muito bem aquilo que foram os nossos últimos meses. Se quiser saber como foi o nosso, clique neste link.
Preço: grátis

8. Photo Stats
Photo StatsVocê é daquelas pessoas que passa o tempo todo tirando fotos no seu iPhone? Então junte o útil ao agradável. Este aplicativo para iPhone analisa todos os locais onde você tirou fotografias, as horas em que você tirou ou até mesmo os dias em que você é mais produtivo a fotografar. Como é óbvio, este tipo de infográfico têm apenas um objetivo mais lúdico e não serve de todo para o seu negócio. Contudo, este é um dos únicos aplicativos com essa função no mercado e só esse motivo já é suficiente para constar na lista de aplicativos para qualquer freelancer. De qualquer das formas pode ser uma ferramenta interessante para todos os amantes de fotografias pelo smartphone. Tem um custo de 0.99 dólares.
Preço: $0.99

9. Creately
Creately para infográficosÉ um dos sites com mais opções no que toca a diagramas apesar de também ter algum custo associado. No Creately você pode criar diagramas de todas as formas e feitios precisando apenas de introduzir os seus dados. E esses mesmos infográficos podem ser feitos online, no seu desktop ou através de plugins. Apesar do preço para uma única pessoa ser reduzido (5 dólares mensais para a versão online), o site compensa bastante se for utilizado em grupo, acabando por ficar até um peço irrisório. Você tem ainda a versão grátis mas conta com algumas limitações, principalmente ao nível de diagramas públicos disponíveis.
Preço: desde grátis até $75 por mês

10. Cacoo
Cacoo para diagramasCompletamente grátis, o Cacoo funciona de uma maneira bastante prática quando o assunto é trabalhar em equipe. Com este site, você pode criar diagramas bastante interessantes, bastando para isso que transfira as formas de um lado para o outro, que insira texto onde pretender ou mesmo que insira imagens. A sua interface é um pouco complexa à primeira vista – não conseguirá criar nada do outro mundo nos primeiros minutos – mas acredito que qualquer usuário ao fim de algum tempo conseguirá melhores resultados, podendo depois compartilhar ou salvar a imagem que criou. É muito interessante para quem tem de apresentar dados ou mesmo organigramas para algum trabalho ou cliente. Outra das suas vantagens é ser completamente gratuito e o login ser feito por uma conta do Google, Facebook ou Twitter.
Preço: grátis

Pronto para criar infográficos?
Todos os sites apresentados acima são excelentes opções, especialmente as primeiras opções pois são aquelas que realmente apresentam uma qualidade superior. Em muitos casos não é completamente grátis a criação deste tipo de imagens mas acredito que todos estes sites para criar infográficos você ficará mais próximo de conseguir uma imagem viral e que faça na sucesso numa rede social.

E você, já utilizou algum destes sites? Se sim, conte-nos a sua experiência. Ficaremos muito gratos em ouvir o que tem para nos dizer!

Abraços

Fonte: http://www.escolafreelancer.com/sites-e-aplicativos-para-criar-infograficos/

Como fazer o OCR de PDF online

As Melhores Ferramentas para Executar OCR em PDF Online

1. OnlineOCR

PDF OCR On-line

Um dos sites gratuitos que oferece o recurso de OCR é o OnlineOCR. Este site permite que você converta PDF para formatos editáveis como Word, Excel e texto. Além disso, este lindo site lhe permite extrair imagens e textos de seu PDF. O seu OCR online é multilingue e suporta até 46 idiomas que incluem Inglês, dinamarquês, chinês, coreano, estoniano, finlandês, e muito mais. O que você precisa é apenas de se registar para usar todos os recursos que ele tem.

PDF to Texto Converter OCR on-line

Outro site gratuito que está equipado com a tecnologia OCR o Free Online OCR. O seu OCR permite converter PDF escaneado, “prints” de tela e imagens para formatos como Word, Excel, e textos. A sua interface de usuário é amigável e permite fazer upload de arquivos e escolher o formato de saída e, em seguida, apenas converter.

PDF grátis OCR

O Free OCR também é outro site superior que lhe permite converter arquivos escaneados e fotos para documentos. A beleza deste site é que ele não requer registro neste site mediante a apresentação de e-mail. Quando estiver no site, basta carregar o arquivo escaneado e escolher um idioma de OCR e depois converter. Ele suporta até 29 idiomas de OCR como o inglês, francês, eslovaco, ucraniano, polonês e muitos mais.

4. i2OCROCR PDF grátis

O i2OCR é outro OCR online gratuito que permite que você faça OCR de seus arquivos escaneados. O seu OCR suporta mais de 70 línguas utilizadas em todo o mundo. Ele também suporta os principais formatos de imagem como PNG, JPEG, BMP, só para citar alguns. Com este site, você será capaz de fazer OCR de seus arquivos escaneados e imagens com apenas alguns cliques. Ele oferece a saída de arquivos para Word, texto e formatos que sejam compatíveis com Adobe PDF.

OCR PDF On-line Grátis

O site do NewOCR também é um OCR online gratuito que não pode faltar em nossa lista dos cinco melhores. Este software tem a capacidade de digitalizar suas imagens e documentos escaneados e convertê-los em texto simples, Word e Adobe Acrobat. Ele permite o upload de vários arquivos de imagem para o site. Além disso, este site suporta 106 idiomas de OCR. O NewOCR é um dos poucos sites que reconhece equações matemáticas.

OCRConvert.com é um serviço de OCR online gratuito que permite converter PDF para texto, JPEG a texto e imagens digitalizadas em documentos editáveis. Basta fazer upload de seu arquivo e o programa irá processar o seu arquivo para qualquer texto editável e vai enviar os resultados de volta para você, que você pode baixar o texto processado por do documento do Word ou copiar e/ou passado online.
PDF de Limitações On-line Ferramentas OCR

Ferramentas gratis online são benéficas quando você quer executar o OCR em seus documentos de tamanho pequeno ou imagens. A maior parte tem baixo custo e está disponível para uso, e em alguns casos eles sequer exigem registro. Por outro lado, esses sites têm limitações como as destacadas abaixo.

  • Eles oferecem formatos de saída limitados em comparação com softwares.
  • O tamanho do arquivo a ser escaneado é limitado para certos MB dependendo com o site, ficando geralmente em torno de 100MB.
  • O OCR online gratuito só suporta o idioma Inglês para OCR.
  • Alguns exigem registro para usar o acesso à algumas funcionalidades.
O Melhor Software de OCR para Desktop para trabalhar com PDF Escaneado

Como observado acima, as ferramentas de OCR online oferece uma solução, mas você vai ter algumas limitações. Para resolver isso, você precisa usar uma ferramenta OCR de desktop que ofereça ampla gama de recursos. Uma sugestão é o Renee PDF Aide conforme eu cito nessa postagem aqui. Esta ferramenta tem uma boa funcionalidade OCR, o que deixa seu arquivo escaneado e imagens editáveis e pesquisáveis. Para acrescentar, ele também é multilíngue e suporta línguas globais populares como inglês,espanhol, francês, alemão, português, árabe, russo e chinês.

O Renee PDF Aide também oferece uma grande variedade de opções para converter seu PDF para Word, PPT, Texto, Excel, imagens e EPUB, etc.

Fonte: https://pdf.wondershare.com.br/pdf-editing-tips/pdf-ocr-online-free.html

Extrair texto da imagem com programa OCR gratuito

A maioria dos softwares de conversão de PDF lançados incorporaram a funcionalidade OCR, que é um diferencial ao se manusear os PDFs baseados em imagem. Mas vários deles prometem uma coisa e não o fazem. A qualidade do que foi escaneado ou convertido, não compensa o custo, nem a chateação de ser enganado com a promessa de gratuito “pero no mucho” deles.

Então, o que é OCR?

OCR é a sigla em inglês para Reconhecimento de Caracteres Óticos. Este recurso faz com que os documentos escaneados sejam editáveis e pesquisáveis. Neste tempos de livros digitais, você vai aprender sobre como transformar, via software, um PDF escaneado em arquivo editável via OCR.

Reconhecimento óptico de caracteres abreviado para OCR é uma tecnologia de reconhecimento de caracteres a partir de imagens digitalizadas, escrita à mão e texto impresso. Com o reconhecimento dos caracteres, o texto a partir desses materiais de origem pode ser codificado-máquina, em seguida, se torna editável, pesquisável e fácil de transmitir e armazenar. Esta tecnologia é uma aplicação de ciências em reconhecimento de padrões, inteligência artificial e visão computacional.

Porque usar tecnologia OCR?

Enquanto você tem a opção de classificar manualmente através de todos os seus documentos, a tecnologia OCR torna muito mais prático para você encontrar os arquivos no futuro. Em vez de ter que tomar grandes quantidades de tempo vasculhando pastas e pastas, a tecnologia OCR permite que você simplesmente digitar e procurar o que você quer. Com a tecnologia OCR, você se tornará mais organizado e economizar tempo. Além disso, você tem a opção de editar arquivos PDF após o uso da tecnologia OCR, o que torna mais conveniente para todas as mudanças que podem ocorrer no futuro.

Aprender sobre OCR Tecnologia com Renee PDF Converter

Um método conveniente de transferir documentos através de redes é usar documentos PDF, é facilmente compartilhado e facilmente visível. No entanto, um computador apenas vê documentos PDF como imagens, imagens que não são pesquisáveis ou legível para todos, exceto para usuários humanos. Com a tecnologia OCR, você pode fazer estes imagem de arquivos PDF em texto pesquisável. O software irá analisar o documento e extrair o texto a partir dele, o que torna muito conveniente para encontrar artigos no futuro.

Embora tenha muitas opções e empresas no mercado que oferecem serviços de tecnologia de OCR, acho eu que ninguém vai coincidir com a excelente qualidade e serviço que Renee PDF Aide fornece, pois eu testei diversos produtos e o que mais se aproximou do que promete foi o Renee PDF Converter.

Primeiro porque promete o cumpre: GRÁTIS É GRÁTIS. Sem pegadinhas. O processo de utilização tecnologia OCR pode parecer pesado, mas a maioria, se não todos, os usuários vão entender o conceito muito rapidamente com esse pequeno tutorial. Saiba mais sobre como usar tecnologia OCR com Renee PDF Converter no tutorial do fabricante ou ai embaixo nesse passo a passo que eu disponibilizei.

Programa OCR gratuito e de utilização permanente

Passo 1 : Baixe e instale Renee PDF Converter no seu computador com o sistema Windows

Obter versão completa e gratuita!

Passo 2 : Baixar os pacotes de idiomas para conversão

O programa vem sem nenhum idioma instalado, acho que para ficar mais leve e rápido o download, ai você precisa instalar os idiomas que você pretende trabalhar. Eu instalei todos do árabe ao chinês (são sete ao todo).

Passo 3 : Registre o software

É rápido e gratuito mesmo. Precisa apenas de um endereço de e-mail valido.

Passo 4 : Importar arquivos PDF que deseja converter

Você pode adicionar muitos arquivos PDF em um momento. Renee PDF Converter suporta a conversão em lote.

Passo 5 : Selecione o formato de os arquivos exportados

Programa OCR gratuito com a função OCR para identificar imagem digitalizado ou o texto PDF . Sem a necessidade de todas as conversões, você também pode converter as páginas de PDF arquivos selecionadas.

Fonte: http://www.reneelab.biz/programa-ocr-gratuito.html