Tutorial Como se Cadastrar no Twitter

Você tem escutado direto a palavra Twitter e não faz a mínima idéia do que significa? Então esse post vai tirar algumas de suas dúvidas, e explicar como fazer para se cadastrar na nova onda mundial.

O Twitter é um micro-blogging, ou seja, é um blog que, literalmente, você escreve “micro”, ou melhor, pouco. O máximo de caracteres que você pode escrever são 140. O legal é que você pode “seguir” todos os seus amigos e saber tudo que eles estão fazendo, além de “seguir” pessoas famosas.

Por que falo em “seguir”? Por que quando você quer acompanhar o Twitter de alguém, tem que clicar em “Follow” (”Seguir”) na página do Twitter da pessoa.

Confira agora, passo-a-passo, como se cadastrar no Twitter:

1) Assim que entrar na página inicial do Twitter: http://twitter.com, clique em “Get Started – Join!”.

Primeiros passos para o mundo do TWITTER

2) Agora você deve preencher com seu Nome (Full name), Nome de usuário/Apelido (Username – esse é o que irá aparecer no seu endereço – http://twitter.com/USERNAME), senha (Password) e email. Escreva os dois códigos, separados por espaço, onde está escrito “Type the words above“. Quando tiver preenchido clique em “Create my account“.

Preenchendo com dados pessoais

3) Na terceira etapa ele pede para ver se seus amigos estão no Twitter usando sua conta de email, pule essa etapa que depois irá aparecer de novo (clique em “Skip This Step” embaixo do botão “Continue”).

Pulando etapa de adicionar amigos no Twitter

4) Agora ele vai querer adicionar automaticamente algumas pessoas ao seu Twitter. Eu não quis, se você também não quiser, desmarque o quadradinho escrito “Select All” e aguarde pois irá sumir todos os avatares (”fotinhas”) à direita da tela. Atenção: Se você quiser deixar essas pessoas serem adicionadas ao seu Twitter, apenas clique em “Finish“.

Opção automática do Twitter

5) Imagem mostrando a página depois de desmarcar a opção “Select All” (sumiram as fotos na direita e todos os quadradinhos estão desmarcados). Agora clique em “Finish“.

Desmarcada a opção “Select all”

6) Parabéns! Você está cadastrado no Twitter!! Essa será a SUA página do Twitter (Foto 6). Vamos agora procurar seus amigos ou pessoas famosas para segui-las, clique em “Find some friends” (Continua na próxima etapa, antes veja alguns detalhes desta página).

Alguns detalhes desta página:

  • o retângulo escrito “What are you doing?” é para você escrever o que está fazendo (lembre-se, só pode escrever 140 caracteres!)
  • na direita você vê seu nome de usuário e abaixo dele aparecem quantas pessoas você está seguindo (”following _me“), quantas pessoas estão te seguindo (”followers_me“) e quantas vezes você mandou mensagem (”updates“)

Foto 6 – Detalhando SUA página no Twitter
7) Você pode achar seus amigos no Twitter pela sua conta de email (basta colocar sua senha do email em “Email Password“). Ou então procurar pessoas pelo nome, clique na aba escrito “Find on Twitter” (”Achar no Twitter“)

Achando amigos ou famosos no Twitter

No espaço escrito “Who are you looking for?” escreva o nome da pessoa que você quer ver se tem Twitter (por exemplo, eu escrevi o nome que a atriz Demi Moore usa no Twitter (Mrs Kutcher). Você pode procurar pelo nome de usuário, pelo primeiro nome, pelo segundo nome ou pelo nome todo. Em seguida clique em “search“.

Procurando alguém pelo nome no Twitter

9) Na página seguinte você vai ver todo os Twitters que ele achou com o nome que você digitou. O que aparece na foto é mesmo o da Demi Moore, se quiser segui-la, basta clicar em “Follow” ao lado do nome.

Seguindo a pessoa que achou no Twitter

ATENÇÃO! Existem vários Twitters fakes (falsos), principalmente de pessoas famosas. Se quiser ter certeza que é da pessoa famosa que está procurando, tente procurar pela internet algum lugar falando sobre o Twitter dela.

Fonte: http://rainydays.rockerspace.net/ajuda-com-twitter/

Como inserir vídeos do YouTube no PowerPoint

Olá Amigos

Hoje postando a minha contribuição ao Movimento Blogs Voluntário. Criar apresentações apenas com imagens estáticas pode deixar qualquer platéia entediada. Um dos melhores recursos para incrementar as nossas apresentações é usar vídeos, intercalados com os slides e com o texto, podem inclusive funcionar como uma pausa para o seu discurso. Dando tempo para a platéia ou seus alunos refletirem sobre o que você falou, assim como ilustrar melhor uma idéia. O problema dos vídeos é que não é tão fácil assim, encontrar bons vídeos para ilustrar apresentações.

Qual a melhor fonte de vídeos da Web? Sem sombra de dúvida é o YouTube. Esse artigo mostra como fazer o download desses vídeos, para que você possa inserir os mesmos, em apresentações do PowerPoint. O objetivo aqui não é infringir os direitos dos autores dos vídeos, se você for usar esse material para palestras profissionais, entre em contato com os autores, para solicitar a devida autorização.

A técnica mais comum para inserir o vídeo, copiado do YouTube é fazer o download do vídeo. Depois usar alguma ferramenta para converter o vídeo, para um formato que o PowerPoint aceite. Como isso acaba envolvendo o uso de várias ferramentas, download e configurações de conversão. A maioria das pessoas acaba não usando.

Existe um conversor de vídeos online, chamado de Zamzar, totalmente gratuito, que consegue converter os vídeos do YouTube para o formato AVI ou MPG, para que o PowerPoit possa exibir na apresentação. Agora a melhor parte do Zamzar é que não precisamos fazer o download do vídeo, para fazer a conversão. Podemos simplesmente indicar o endereço do vídeo e o sistema faz o download para a conversão.

Como funciona? Primeiro visitamos o Zamzar e acionamos a opção de conversão. Escolha a opção URL.

Zamzar - Youtube URL

Escolha a URL do YouTube.

YouTube URL

Determine qual o endereço do vídeo, que deve ser convertido. Depois escolha o formato de saída.

Zamzar - Menu

Clique no botão convert e o vídeo será convertido. Um link para download pode ser enviado para o seu e-mail ou então você pode fazer o download diretamente da página de resultado.

Com o arquivo convertido, agora será necessário adicionar o vídeo no PowerPoint. Para isso, acione a aba inserir ou o menu, dependendo da versão do PowerPoint que você utiliza.

Inserir PowerPoint

Lembre que é preciso cautela com o uso indiscriminado desse material. Principalmente se você for ganhar dinheiro com ele. Qualquer dúvida contate o autor do vídeo para pedir permissão de uso.

Fonte: Online-Tech-Tips e Colaborativo.org

>Como inserir vídeos do YouTube no PowerPoint

>

Olá Amigos

Hoje postando a minha contribuição ao Movimento Blogs Voluntário. Criar apresentações apenas com imagens estáticas pode deixar qualquer platéia entediada. Um dos melhores recursos para incrementar as nossas apresentações é usar vídeos, intercalados com os slides e com o texto, podem inclusive funcionar como uma pausa para o seu discurso. Dando tempo para a platéia ou seus alunos refletirem sobre o que você falou, assim como ilustrar melhor uma idéia. O problema dos vídeos é que não é tão fácil assim, encontrar bons vídeos para ilustrar apresentações.

Qual a melhor fonte de vídeos da Web? Sem sombra de dúvida é o YouTube. Esse artigo mostra como fazer o download desses vídeos, para que você possa inserir os mesmos, em apresentações do PowerPoint. O objetivo aqui não é infringir os direitos dos autores dos vídeos, se você for usar esse material para palestras profissionais, entre em contato com os autores, para solicitar a devida autorização.

A técnica mais comum para inserir o vídeo, copiado do YouTube é fazer o download do vídeo. Depois usar alguma ferramenta para converter o vídeo, para um formato que o PowerPoint aceite. Como isso acaba envolvendo o uso de várias ferramentas, download e configurações de conversão. A maioria das pessoas acaba não usando.

Existe um conversor de vídeos online, chamado de Zamzar, totalmente gratuito, que consegue converter os vídeos do YouTube para o formato AVI ou MPG, para que o PowerPoit possa exibir na apresentação. Agora a melhor parte do Zamzar é que não precisamos fazer o download do vídeo, para fazer a conversão. Podemos simplesmente indicar o endereço do vídeo e o sistema faz o download para a conversão.

Como funciona? Primeiro visitamos o Zamzar e acionamos a opção de conversão. Escolha a opção URL.

Zamzar - Youtube URL

Escolha a URL do YouTube.

YouTube URL

Determine qual o endereço do vídeo, que deve ser convertido. Depois escolha o formato de saída.

Zamzar - Menu

Clique no botão convert e o vídeo será convertido. Um link para download pode ser enviado para o seu e-mail ou então você pode fazer o download diretamente da página de resultado.

Com o arquivo convertido, agora será necessário adicionar o vídeo no PowerPoint. Para isso, acione a aba inserir ou o menu, dependendo da versão do PowerPoint que você utiliza.

Inserir PowerPoint

Lembre que é preciso cautela com o uso indiscriminado desse material. Principalmente se você for ganhar dinheiro com ele. Qualquer dúvida contate o autor do vídeo para pedir permissão de uso.

Fonte: Online-Tech-Tips e Colaborativo.org

Projeto Cinema no Caldeirão – 18/04

Olá Amigos

O filme escolhido hoje para o Projeto Cinema no Caldeirão é o filme “Verônica” com direção de Maurício Farias (O coronel e o Lobisomem e A Grande Família) e com os fantásticos Andréa Beltrão e Marco Ricca.

Ontem fui conferir Verônica e gostei muito do filme, apesar de ser suspeito pra falar, porque sou daqueles que amam incondicionalmente filmes nacionais, tanto que, entre ver as opções hollywoodianas e a nossa realidade, fiquei com o cinema nacional e não me arrependi.

O filme narra a historia de uma professora que é surpreendida pelo destino e fica responsável por um garoto vítima da guerra entre o tráfico e policiais corruptos. O menino teve seus pais mortos e por guardar um segredo do pai, ficou jurado de morte.

http://www.portocultura.com.br/cine/gal/veronica-527-07.jpg

Os atores deram um show de realidade, fazia tempo que não via Andréa Beltrão atuar tão bem, em determinados momentos ela nos faz chorar, questionar, emocionar e até rir.

Mas como nem tudo são flores, nossos produtores, autores e roteiristas ainda pecam na questão: Preconceito, sim, racial, social entre outros, infelizmente vemos que os personagens permanecem caricatos, Andrea Beltrão por exemplo, a mocinha do filme, loira, os traficantes negros e a diretora da escola branca. Quando isso vai mudar? Quando mostraremos ao mundo quem somos de verdade?

http://www.portocultura.com.br/cine/gal/veronica-527-04.jpg

Quero indicar o filme que dá muitos pontos para serem trabalhados em sala de aula, por isso, assistam e me contem se gostaram. Alias como colega de profissão da personagem estive em inúmeras vezes dentro da tela.

Recomendo.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Projeto Cinema no Caldeirão – 18/04

>Olá Amigos

O filme escolhido hoje para o Projeto Cinema no Caldeirão é o filme “Verônica” com direção de Maurício Farias (O coronel e o Lobisomem e A Grande Família) e com os fantásticos Andréa Beltrão e Marco Ricca.

Ontem fui conferir Verônica e gostei muito do filme, apesar de ser suspeito pra falar, porque sou daqueles que amam incondicionalmente filmes nacionais, tanto que, entre ver as opções hollywoodianas e a nossa realidade, fiquei com o cinema nacional e não me arrependi.

O filme narra a historia de uma professora que é surpreendida pelo destino e fica responsável por um garoto vítima da guerra entre o tráfico e policiais corruptos. O menino teve seus pais mortos e por guardar um segredo do pai, ficou jurado de morte.

http://www.portocultura.com.br/cine/gal/veronica-527-07.jpg

Os atores deram um show de realidade, fazia tempo que não via Andréa Beltrão atuar tão bem, em determinados momentos ela nos faz chorar, questionar, emocionar e até rir.

Mas como nem tudo são flores, nossos produtores, autores e roteiristas ainda pecam na questão: Preconceito, sim, racial, social entre outros, infelizmente vemos que os personagens permanecem caricatos, Andrea Beltrão por exemplo, a mocinha do filme, loira, os traficantes negros e a diretora da escola branca. Quando isso vai mudar? Quando mostraremos ao mundo quem somos de verdade?

http://www.portocultura.com.br/cine/gal/veronica-527-04.jpg

Quero indicar o filme que dá muitos pontos para serem trabalhados em sala de aula, por isso, assistam e me contem se gostaram. Alias como colega de profissão da personagem estive em inúmeras vezes dentro da tela.

Recomendo.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Verônica

O bom professor é quase um super-herói

A primeira imagem que vemos é da laje de uma favela, onde os sempre algo fetichizados personagens de traficantes de drogas cariocas trocam algumas palavras sem muita importância. Pode parecer que o filme envereda por este gênero a estas alturas já bem conhecido (o “filme de favela”, ou ainda o “filme de traficante”), mas eles serão apenas coadjuvantes distantes, que dão o primeiro passo da história, mas que pouco aparecem nela. Na verdade, como o título bem deixa claro, o filme é sobre Verônica – mas quem é ela? Assim que Andréa Beltrão surge na tela em meio a uma enormidade de atores pouco conhecidos, restam poucas dúvidas: Verônica é ela, e o filme será sobre ela. É um filme de professor e sua dura realidade.

O ponto de virada do roteiro de “Verônica”, filme do diretor Maurício Farias, também marca a mudança de um elemento estético do longa. Até então, a fotografia ressaltava os tons naturais dos ambientes que a personagem principal habitava. Após ele, a fotografia passa a enfatizar tonalidades granuladas e o aspecto mais cru das imagens – de forma a nos mostrar que, a partir daquele momento, a vida de Verônica (Andréa Beltrão, esposa do diretor na vida real) nunca mais será a mesma.

No filme, acompanhamos a professora Verônica, que está passando por um momento de vida bastante delicado, uma vez que a mãe encontra-se hospitalizada à espera de uma cirurgia e que ela não aguenta mais a rotina de professora após 20 anos de magistério. É justamente neste instante de vulnerabilidade que ela se vê obrigada a ajudar um de seus alunos. Leandro (Matheus de Sá) teve os pais assassinados pelo pessoal do tráfico e passa a ser perseguido por policiais corruptos e por bandidos, os quais estão interessados num valioso pen-drive que o menino carrega consigo. Verônica, portanto, é a única chance que Leandro tem de escapar de tudo isso seguro e com vida.

Conhecida pelas personagens de viés mais cômico, como a Zelda Scott, de “Armação Ilimitada”, e a Marilda, de “A Grande Família, ver Andréa Beltrão na pele da personagem título deste filme será uma agradável surpresa. A atriz não decepciona ao construir uma mulher que se descobre forte e decidida e que não faria feio se comparada com tipos parecidos e que foram interpretados por Jodie Foster em filmes como “O Quarto do Pânico”, “Plano de Voo” e “Valente”.

O cinema brasileiro provou, com “Tropa de Elite”, que pode fazer um excelente filme de ação. Com “Verônica”, a indústria nacional mergulha num outro gênero que é tipicamente norte-americano: o policial. O longa de Mauricio Farias é uma obra surpreendente, mesmo reunindo alguns dos maiores clichês deste gênero. Talvez o maior trunfo de “Verônica” seja a apresentação de uma história que poderia acontecer em qualquer outro lugar do mundo. Portanto, com a estratégia de marketing correta, esta obra é um filme que pode se dar muito bem no mercado estrangeiro.

O Filme

Aos quarenta e poucos anos, Verônica vive um impasse. Após vinte dando aulas na rede municipal de ensino, exausta e sem paciência, ela não consegue mais nem se encantar com os alunos – como no início da profissão. Um dia, na escola em que trabalha, Verônica percebe que ninguém veio buscar Leandro, de oito anos. Já é tarde da noite quando a professora decide levar o menino até sua casa. Ao chegar na favela, encontram a polícia e muito tumulto. Traficantes mataram os pais de Leandro e estão atrás dele. Sem coragem de deixá-lo à própria sorte, Verônica foge com o menino. Ela quer escondê-lo e, para isto, pede ajuda: primeiro procura Paulo, ex-marido e policial, depois vai até Selma e Aline, colegas e professoras. Quanto mais tenta, menos sabe em quem confiar. De um lado estão os traficantes, do outro a banda podre da polícia. Se quiser sobreviver, a professora não pode seguir regras ou procurar a lei. Mas qualquer decisão que tome não garante que seus problemas acabem. Enquanto isto, Leandro não sabe porque está correndo de um lado para o outro e quer ver os pais. Verônica sente que, quanto mais foge, mais penetra num mundo próximo da sua realidade – mas imensamente distante do que deseja! No entanto, ao tentar superar sua resistência diante de uma criança que não é sua e conquistar a confiança de Leandro para manter os dois a salvo, Verônica encontra uma nova maneira de viver

Para Refletir

1 – O filme mostra a realidade da violência urbana em que estamos mergulhados até o pescoço. No filme Verônica, além de trazer em pauta, temas polêmicos como: as relações sociais, a falta de valorização profissional, corrupção, traz também, a questão da saúde pública no Brasil. Como você avalia esse setor dentro da sua cidade?

2 – Nas imagens vista no filme “Verônica” e nos seus conhecimentos, comente se em sua cidade existem conjuntos de moradias de populações de baixa renda. Trace as diferenças e semelhanças entre elas e a retratada no filme. Trabalhe a questão da distribuição de renda, PIB e indicadores de qualidade de vida.

3 – Uma mesma história pode ser contada sob várias perspectivas diferentes. No caso do filme Verônica, proponha que eles reescrevam a história, sem alterá-la substancialmente, usando como narrador o ex-marido da protagonista — e, portanto, selecionando os fatos de acordo com o que seria possível para ele saber.

Ficha Técnica

Genero: Ação, Drama
Ano: 2008
Pais: Brasil
Cor: corlorido
Distribuidor: Europa Filmes
Duração: 90 min.
Idioma: Português
Direção: Maurício Farias
Data Lançamento: 06/02/2009
Site: www.veronicaoFilme.com.br
Tipo: Longa Metragem
Elenco: Andréa Beltrão, Marco Ricca, Matheus de Sá, Giulio Lopes, Andréa Dantas, Patrícia Selonk, Flávio Migliaccio, Camila Amado, Aílton Graça, Jorge Lucas, Thogun, Jonathan Azevedo, Wallace Coutinho, Aline Borges

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Os cinco erros mais comuns no uso de blogs em educação

Uma das ferramentas mais poderosas para estabelecer comunicação entre alunos e professores são os blogs, que em algumas situações podem até mesmo servir como plataforma para educação e oferecer oportunidades, para que professores ou tutores a distância, possam até mesmo ensinar usando essa incrível ferramenta. Mas, como qualquer novidade tecnologia a falta de experiência e critérios bem definidos, acaba fazendo com que os professores fujam dos blogs como meio para ensinar. Isso é perfeitamente normal, mas não precisa ser uma regra, afinal as novas tecnologias da informação só agregam novas possibilidades e opções para alunos e professores.

Se você está pensando em usar esse tipo de iniciativa na sua instituição de ensino, um artigo muito interessante, publicado na Campus Technology, lista os cinco erros mais comuns no uso de blogs para educação. O conhecimento desse tipo de artigo é fundamental, para que se a sua instituição decida investir em blogs, você já tenha conhecimento do que deve ser evitado.

Models of Blogs: Blog as Participant in Conversation (3 of 3)

A lista parece óbvia, mas as dicas são importantes. O artigo é bem extenso, por isso fiz um breve resumo do conteúdo:

  • Falta de contextualização: A contextualização aqui passa pela justificativa do uso dos blogs. Qual o motivo que faz dos blogs a melhor ferramenta para ensinar, aquele determinado assunto? Os textos e indicações oferecidos no blog devem ser contextualizados também, com a realidade do aluno. Isso é muito mais fácil de fazer com blogs, em que o professor autor dos artigos.
  • Falta de objetivos educacionais: O uso dos blogs deve ter um objetivo bem definido, como o desenvolvimento da capacidade de análise ou leitura dos alunos. Claro que assimilar um determinado conteúdo, deve ser o principal, mas e o blog? Qual o objetivo dele? O segundo erro envolve o desconhecimento desses objetivos, por parte dos alunos e professores.
  • Uso ineficiente da ferramenta: Um blog é uma publicação individual, por isso ela deve refletir a opinião do professor e não o da instituição. Algumas iniciativas de blogs educacionais acabam se transformando em portais de comunicação da instituição, com textos jornalísticos.
  • Usar critérios de avaliação adequados: Seus alunos sabem quais são os critérios de avaliação, para a participação nos blogs?
  • Oferecer um bom tempo de resposta aos alunos: Qual o tempo que você disponibiliza para que seus alunos possam interagir com os artigos? Os alunos conhecem esse tempo?

O uso desse tipo de ferramenta ainda é muito recente, mas com o crescente número de pessoas que usam esse tipo de ferramenta, os blogs se tornam cada vez mais comuns até mesmo para educação.

Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2008/10/06/os-cinco-erros-mais-comuns-no-uso-de-blogs-em-educacao/

>Os cinco erros mais comuns no uso de blogs em educação

>

Uma das ferramentas mais poderosas para estabelecer comunicação entre alunos e professores são os blogs, que em algumas situações podem até mesmo servir como plataforma para educação e oferecer oportunidades, para que professores ou tutores a distância, possam até mesmo ensinar usando essa incrível ferramenta. Mas, como qualquer novidade tecnologia a falta de experiência e critérios bem definidos, acaba fazendo com que os professores fujam dos blogs como meio para ensinar. Isso é perfeitamente normal, mas não precisa ser uma regra, afinal as novas tecnologias da informação só agregam novas possibilidades e opções para alunos e professores.

Se você está pensando em usar esse tipo de iniciativa na sua instituição de ensino, um artigo muito interessante, publicado na Campus Technology, lista os cinco erros mais comuns no uso de blogs para educação. O conhecimento desse tipo de artigo é fundamental, para que se a sua instituição decida investir em blogs, você já tenha conhecimento do que deve ser evitado.

Models of Blogs: Blog as Participant in Conversation (3 of 3)

A lista parece óbvia, mas as dicas são importantes. O artigo é bem extenso, por isso fiz um breve resumo do conteúdo:

  • Falta de contextualização: A contextualização aqui passa pela justificativa do uso dos blogs. Qual o motivo que faz dos blogs a melhor ferramenta para ensinar, aquele determinado assunto? Os textos e indicações oferecidos no blog devem ser contextualizados também, com a realidade do aluno. Isso é muito mais fácil de fazer com blogs, em que o professor autor dos artigos.
  • Falta de objetivos educacionais: O uso dos blogs deve ter um objetivo bem definido, como o desenvolvimento da capacidade de análise ou leitura dos alunos. Claro que assimilar um determinado conteúdo, deve ser o principal, mas e o blog? Qual o objetivo dele? O segundo erro envolve o desconhecimento desses objetivos, por parte dos alunos e professores.
  • Uso ineficiente da ferramenta: Um blog é uma publicação individual, por isso ela deve refletir a opinião do professor e não o da instituição. Algumas iniciativas de blogs educacionais acabam se transformando em portais de comunicação da instituição, com textos jornalísticos.
  • Usar critérios de avaliação adequados: Seus alunos sabem quais são os critérios de avaliação, para a participação nos blogs?
  • Oferecer um bom tempo de resposta aos alunos: Qual o tempo que você disponibiliza para que seus alunos possam interagir com os artigos? Os alunos conhecem esse tempo?

O uso desse tipo de ferramenta ainda é muito recente, mas com o crescente número de pessoas que usam esse tipo de ferramenta, os blogs se tornam cada vez mais comuns até mesmo para educação.

Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2008/10/06/os-cinco-erros-mais-comuns-no-uso-de-blogs-em-educacao/

Projeto Cinema no Caldeirão – 11/04

Olá Amigos

O filme de hoje no Projeto Cinema no Caldeirão é o “Blade Runner” do fantástico diretor Ridley Scott. Independente de o filme ser cult ou não ele toca numa questão que foi tema de um debate na lista de Blogs Educativos. O debate começou com a minha amiga Jenny Horta do blog PC e a Criança, sugerindo um texto para leitura intitulado A web 3.0 será a rede dos robôs? . Mais a frente a minha amiga Elisângela Zampieri do blog Sobre Educação fez um comentário na lista, que alem de altamente pertinente ela citava um texto indicado pelo nosso amigo José Roig do blog Letra Viva entre outros blogs.

O texto falava de um robô que foi programado para simular emoções humana, e que depois de passar 24 horas junto com uma pesquisadora o robô pirou. O robô ficou na frente da porta impedindo a pesquisadora de sair e ficou emitindo sons animalescos e só depois de desligado e que ela conseguiu sair.

Agora fico eu cá pensando com os meus botões onde isso vai dar? A Elisângela Zampieri cita no seu comentário:”de que pelo andar da carruagem em algum tempo conviverão civilizadamente, homens robotizados e robôs humanizados. Sinceramente, me pergunto: Pra que isso? Será que a solidão do ser humano chegou ao ponto de se submeter ao amor de um robô?”. Depois olhando o blog da Elisângela Zampieri encontrei um outro texto intitulado Inteligencia Artificial que vem acrescentar mais molho ao debate.

Baseado na novela “Do Androids Dream of Electric Sheep?” de Philip Kindred Dick, escrita em 1968 e dirigido por Ridley Scott em 1982. No ano de 2019 o mundo é um lugar caótico controlado por grandes corporações. Deckard (Harrison Ford) é um ex- blade runner (caçador de andróides, uma unidade especial da polícia) que é forçado a voltar à ativa após um grupo de replicantes (androides) se rebelar e fugir das colônias espaciais para Terra.

O filme toca em aspectos filosóficos sobre a natureza humana e tem uma vasta visão tecnológica de um futuro próximo, das condições políticas e sociais da Terra nesse tempo. Toca constantemente em temas como Inteligência Artificial (A.I) e Engenharia Genética. Tem cenários detalhados e efeitos visuais excelentes, além de personagens bem desenvolvidos, com diálogos ricos que mantém a trama mais viva e real. Para quem gosta de cinema e sci-fi é um filme indispensável.

A fotografia cheia de sombras e a grande maioria de cenas durante a noite indicam um futuro obscuro para a humanidade. Ainda nas perspectivas, é possível perceber no filme a grande influência dos povos orientais na sociedade de América do Norte, com muitos luminosos e o mandarim fluente em Los Angeles – isso que se começou a tratar agora em nossa realidade da ascendência de países como a China e o Japão no resto do mundo.

Na caracterização do filme, aspectos como o envolvimento da mocinha, que no caso é uma Replicante, com o protagonista e o clima noir remetem imediatamente à histórias de detetive. Diferente das outras películas do gênero, Blade Runner apresenta uma sociedade sem muitas extravagâncias, a não ser por cenas nas ruas em que, talvez como reflexo do ápice da globalização, é possível perceber Judeus, Krishnas e Islâmicos se esbarrando amigavelmente na multidão.

No que diz respeito aos Replicantes, estes pouco se assemelham a andróides, pois são cópias geneticamente melhoradas, de carne e sangue, de humanos. Eles estariam mais para os clones, tão pouco falados na época e tão famosos hoje em dia. É interessante perceber que esse debate ético com esse tipo de cobaias é permanente, inclusive no cinema, como visto recentemente no filme A Ilha (The Island, 2005) – filme que pode ser considerado um “Replicante” do universo de Blade Runner, no que diz respeito à roteiro.

Robôs e cinema são uma combinação fantástica. Filmes como O Dia em que a Terra Parou, Eu, Robô, Minority Report, AI – Inteligencia Artificial, O Homem Bicentenário, entre outros mostram um futuro onde homens e maquinas conviverão, nem sempre harmoniosamente. Se vamos estar vivos para vivenciar isso eu não sei mas que eu queria um Rose igualzinha a dos Jetsons eu queria muito.

Blade Runner é o filme de ficção perfeito. Não deixe de assistir e de ler as indicações pois esse debate é bem legal. Pois com o desenvolvimento atual da tecnologia, que cada vez nos aproxima mais desse momento, e, se alguma vez lá chegarmos teremos de encarar o fato de que não apenas nós somos capazes de pensar. E será a inteligência e a capacidade de raciocínio apenas aquilo que nos distingue da máquina, ou haverá algo mais que uma máquina nunca conseguirá ter, a “alma”.

Afinal você é um replicante ou não?

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Projeto Cinema no Caldeirão – 11/04

>Olá Amigos

O filme de hoje no Projeto Cinema no Caldeirão é o “Blade Runner” do fantástico diretor Ridley Scott. Independente de o filme ser cult ou não ele toca numa questão que foi tema de um debate na lista de Blogs Educativos. O debate começou com a minha amiga Jenny Horta do blog PC e a Criança, sugerindo um texto para leitura intitulado A web 3.0 será a rede dos robôs? . Mais a frente a minha amiga Elisângela Zampieri do blog Sobre Educação fez um comentário na lista, que alem de altamente pertinente ela citava um texto indicado pelo nosso amigo José Roig do blog Letra Viva entre outros blogs.

O texto falava de um robô que foi programado para simular emoções humana, e que depois de passar 24 horas junto com uma pesquisadora o robô pirou. O robô ficou na frente da porta impedindo a pesquisadora de sair e ficou emitindo sons animalescos e só depois de desligado e que ela conseguiu sair.

Agora fico eu cá pensando com os meus botões onde isso vai dar? A Elisângela Zampieri cita no seu comentário:”de que pelo andar da carruagem em algum tempo conviverão civilizadamente, homens robotizados e robôs humanizados. Sinceramente, me pergunto: Pra que isso? Será que a solidão do ser humano chegou ao ponto de se submeter ao amor de um robô?”. Depois olhando o blog da Elisângela Zampieri encontrei um outro texto intitulado Inteligencia Artificial que vem acrescentar mais molho ao debate.

Baseado na novela “Do Androids Dream of Electric Sheep?” de Philip Kindred Dick, escrita em 1968 e dirigido por Ridley Scott em 1982. No ano de 2019 o mundo é um lugar caótico controlado por grandes corporações. Deckard (Harrison Ford) é um ex- blade runner (caçador de andróides, uma unidade especial da polícia) que é forçado a voltar à ativa após um grupo de replicantes (androides) se rebelar e fugir das colônias espaciais para Terra.

O filme toca em aspectos filosóficos sobre a natureza humana e tem uma vasta visão tecnológica de um futuro próximo, das condições políticas e sociais da Terra nesse tempo. Toca constantemente em temas como Inteligência Artificial (A.I) e Engenharia Genética. Tem cenários detalhados e efeitos visuais excelentes, além de personagens bem desenvolvidos, com diálogos ricos que mantém a trama mais viva e real. Para quem gosta de cinema e sci-fi é um filme indispensável.

A fotografia cheia de sombras e a grande maioria de cenas durante a noite indicam um futuro obscuro para a humanidade. Ainda nas perspectivas, é possível perceber no filme a grande influência dos povos orientais na sociedade de América do Norte, com muitos luminosos e o mandarim fluente em Los Angeles – isso que se começou a tratar agora em nossa realidade da ascendência de países como a China e o Japão no resto do mundo.

Na caracterização do filme, aspectos como o envolvimento da mocinha, que no caso é uma Replicante, com o protagonista e o clima noir remetem imediatamente à histórias de detetive. Diferente das outras películas do gênero, Blade Runner apresenta uma sociedade sem muitas extravagâncias, a não ser por cenas nas ruas em que, talvez como reflexo do ápice da globalização, é possível perceber Judeus, Krishnas e Islâmicos se esbarrando amigavelmente na multidão.

No que diz respeito aos Replicantes, estes pouco se assemelham a andróides, pois são cópias geneticamente melhoradas, de carne e sangue, de humanos. Eles estariam mais para os clones, tão pouco falados na época e tão famosos hoje em dia. É interessante perceber que esse debate ético com esse tipo de cobaias é permanente, inclusive no cinema, como visto recentemente no filme A Ilha (The Island, 2005) – filme que pode ser considerado um “Replicante” do universo de Blade Runner, no que diz respeito à roteiro.

Robôs e cinema são uma combinação fantástica. Filmes como O Dia em que a Terra Parou, Eu, Robô, Minority Report, AI – Inteligencia Artificial, O Homem Bicentenário, entre outros mostram um futuro onde homens e maquinas conviverão, nem sempre harmoniosamente. Se vamos estar vivos para vivenciar isso eu não sei mas que eu queria um Rose igualzinha a dos Jetsons eu queria muito.

Blade Runner é o filme de ficção perfeito. Não deixe de assistir e de ler as indicações pois esse debate é bem legal. Pois com o desenvolvimento atual da tecnologia, que cada vez nos aproxima mais desse momento, e, se alguma vez lá chegarmos teremos de encarar o fato de que não apenas nós somos capazes de pensar. E será a inteligência e a capacidade de raciocínio apenas aquilo que nos distingue da máquina, ou haverá algo mais que uma máquina nunca conseguirá ter, a “alma”.

Afinal você é um replicante ou não?

Abraços

Equipe NTE Itaperuna