O mais impressionante e revolucionário equipamento já lançado

Olá Amigos

A minha querida amiga Tati Martins (@tatimartins) do maravilhoso e #recomendadíssimo blog “Mulher é desdobrável. Eu sou.” postou em seu blog um vídeo sobre o mais impressionante e revolucionário equipamento já lançado e disponível em educação. Veja o vídeo abaixo e digam se não tenham razão.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_an5z2lxXH4&color1=0x5d1719&color2=0xcd311b&hl=pt_BR&feature=player_embedded&fs=1]

Como ela mesmo cita na postagem do vídeo em seu blog intitulada “Além do iPad, do Kindle, do nook…“: “Em tempos de iPad, Kindle, nook, netbooks entre outros, apresento a vocês o mais novo dispositivo de construção do conhecimento: o livro”, mas também faz um pequena ressalva no final que eu infelizmente ainda não tenho como comprovar, (mas em breve terei): “Eu, porém, já não abro mão das vantagens de meu Kindle.”

Livros são uma de minhas paixões, que herdei de meu pai e minha mãe, que minha filha herdou de mim. Só com demonstração diária de leitura em casa os jovens passam a ter gosto (e principalmente curiosidade) sobre a leitura e livros em geral.

Não importa o que seja, leia, mas leia muito mesmo, pois através dos livros se constrói mundo.

Abraços e Boa Leitura a Todos

Equipe NTE Itaperuna

Ler devia ser proibido!

chirico.jpg

Texto de Guiomar de Grammon

«A pensar fundo na questão, eu diria que ler devia ser proibido.

Afinal de contas, ler faz muito mal às pessoas: acorda os homens para realidades impossíveis, tornando-os incapazes de suportar o mundo insosso e ordinário em que vivem. A leitura induz à loucura, desloca o homem do humilde lugar que lhe fora destinado no corpo social. Não me deixam mentir os exemplos de Dom Quixote e Madame Bovary. O primeiro, coitado, de tanto ler aventuras de cavalheiros que jamais existiram meteu-se pelo mundo afora, a crer-se capaz de reformar o mundo, quilha de ossos que mal sustinha a si e ao pobre Rocinante. Quanto à pobre Emma Bovary, tomou-se esposa inútil para fofocas e bordados, perdendo-se em delírios sobre bailes e amores cortesãos.

Ler realmente não faz bem. A criança que lê pode se tornar um adulto perigoso, inconformado com os problemas do mundo, induzido a crer que tudo pode ser de outra forma. Afinal de contas, a leitura desenvolve um poder incontrolável. Liberta o homem excessivamente. Sem a leitura, ele morreria feliz, ignorante dos grilhões que o encerram. Sem a leitura, ainda, estaria mais afeito à realidade quotidiana, se dedicaria ao trabalho com afinco, sem procurar enriquecê-la com cabriolas da imaginação.

Sem ler, o homem jamais saberia a extensão do prazer. Não experimentaria nunca o sumo Bem de Aristóteles: o conhecer. Mas para que conhecer se, na maior parte dos casos, o que necessita é apenas executar ordens? Se o que deve, enfim, é fazer o que dele esperam e nada mais?

Ler pode provocar o inesperado. Pode fazer com que o homem crie atalhos para caminhos que devem, necessariamente, ser longos. Ler pode gerar a invenção. Pode estimular a imaginação de forma a levar o ser humano além do que lhe é devido.

Além disso, os livros estimulam o sonho, a imaginação, a fantasia. Nos transportam a paraísos misteriosos, nos fazem enxergar unicórnios azuis e palácios de cristal. Nos fazem acreditar que a vida é mais do que um punhado de pó em movimento. Que há algo a descobrir. Há horizontes para além das montanhas, há estrelas por trás das nuvens. Estrelas jamais percebidas. É preciso desconfiar desse pendor para o absurdo que nos impede de aceitar nossas realidades cruas.

Não, não dêem mais livros às escolas. Pais, não leiam para os seus filhos, pode levá-los a desenvolver esse gosto pela aventura e pela descoberta que fez do homem um animal diferente. Antes estivesse ainda a passear de quatro patas, sem noção de progresso e civilização, mas tampouco sem conhecer guerras, destruição, violência. Professores, não contem histórias, pode estimular uma curiosidade indesejável em seres que a vida destinou para a repetição e para o trabalho duro.

Ler pode ser um problema, pode gerar seres humanos conscientes demais dos seus direitos políticos em um mundo administrado, onde ser livre não passa de uma ficção sem nenhuma verosimilhança. Seria impossível controlar e organizar a sociedade se todos os seres humanos soubessem o que desejam. Se todos se pusessem a articular bem suas demandas, a fincar sua posição no mundo, a fazer dos discursos os instrumentos de conquista de sua liberdade.

O mundo já vai por um bom caminho. Cada vez mais as pessoas lêem por razões utilitárias: para compreender formulários, contratos, bulas de remédio, projetos, manuais etc. Observem as filas, um dos pequenos cancros da civilização contemporânea. Bastaria um livro para que todos se vissem magicamente transportados para outras dimensões, menos incómodas. E esse o tapete mágico, o pó de pirlimpimpim, a máquina do tempo. Para o homem que lê, não há fronteiras, não há cortes, prisões tampouco. O que é mais subversivo do que a leitura?

É preciso compreender que ler para se enriquecer culturalmente ou para se divertir deve ser um privilégio concedido apenas a alguns, jamais àqueles que desenvolvem trabalhos práticos ou manuais. Seja em filas, em metros, ou no silêncio da alcova… Ler deve ser coisa rara, não para qualquer um.

Afinal de contas, a leitura é um poder, e o poder é para poucos.

Para obedecer não é preciso enxergar, o silêncio é a linguagem da submissão. Para executar ordens, a palavra é inútil.

Além disso, a leitura promove a comunicação de dores e alegrias, tantos outros sentimentos… A leitura é obscena. Expõe o íntimo, torna colectivo o individual e público, o secreto, o próprio. A leitura ameaça os indivíduos, porque os faz identificar sua história a outras histórias. Torna-os capazes de compreender e aceitar o mundo do Outro. Sim, a leitura devia ser proibida.

Ler pode tornar o homem perigosamente humano.»

Guiomar de Grammon

In: PRADO, J. & CONDINI, P. (Orgs.). A formação do leitor: pontos de vista. Rio de Janeiro: Argus, 1999. pp. 71-3.

Imagem: Giorgio de Chirico

FONTE: http://www.trt05.gov.br/trt5new/areas/ddrh/LER_DEVIA_SER_PROIBIDO.doc e http://lerparacrer.wordpress.com/2007/11/06/ler-devia-ser-proibido/

Ser leitor


Celso Antunes

– Não sei ler nem escrever, a vida não me propiciou essas regalias. A ausência desses saberes, entretanto, não impediu a construção de alguma felicidade. Tenho família, tenho emprego e embora o que eu ganhe permita que minha família não passe fome, bem sei que o que posso oferecer aos meus filhos não os impede de cobiçar vitrines, com olhos gulosos. Agora estou freqüentando um curso de alfabetização de adultos e, segundo minha professora, em pouco tempo saberei conhecer as letras, decifrar marcas, saber o que os letreiros dos ônibus falam e, até mesmo, olhar os remédios na prateleira da casa de meu sogro, identificando o nome de um ou de outro. Sabendo ler, creio que ganharei um pouco mais, mas mesmo assim, ainda olharei com inveja o mundo das pessoas que sabem mais, muito mais que eu.

– Eu sou um leitor. Tenho família, tenho emprego e embora o que eu ganhe não permita que minha família passe fome, bem sei que o que posso oferecer os meus filhos não os impede de cobiçar vitrines, com olhos gulosos. Mas, se a riqueza material fica distante de meus sonhos, os livros sempre me fizeram cavaleiro das cruzadas, gladiador de Roma, pescador de almas. Com eles, percorri vielas medievais, viajei em fantásticas naves rumo ao amanhã e como saltimbanco, andei por terras que nunca vi, conversei com pessoas que minha admiração se transformou em amor. Sou amigo íntimo de Bradbary, converso sempre com Conam Doyle, jogo palavras de afeto para Clarice e Machado e, com Castro Alves, até em Navios Negreiros andei. Estou esperando uma promoção, sei que não vou ganhar muito, mas as bibliotecas irei usufruir, pelo doce fascínio de passear pelo ontem e pelo amanhã. Sou feliz em meus sonhos e essa felicidade, divido com todos quantos nesta vida fizeram-se leitor.

Eu tenho um cão, chama-se Negus. Meu cachorro não sabe ler, mas é capaz de pensar. Pode com seus ganidos avisar-me que a hora da comida chegou e pode com seus olhos doces transmitir a afeição que sente por mim. Posso dar um osso e dar afagos a Negus, jamais poderei, entretanto ampliar os limites de seus pensamentos. Escravo de um limite biológico inerente a sua espécie, aprenderá um pouco mais, mas nunca fará desse saber um instrumento para aprender outros aprenderes. Não creio que seja muito difícil adestrá-lo, mostrando-lhe como ficar sentado ou dar-me sua pata dianteira, mas, jamais poderei fazer de Negus um sonhador, jamais minha ação de professor poderá ajudá-lo a ser arquiteto de seus próprios sonhos.

Como professor posso também ensinar uma pessoa a ler. Mostrar-lhe como decodificar símbolos, descobrir sílabas e soletrar palavras. Sei que se assim agir estarei ajudando-o. Estarei fazendo algo não muito diferente do que premiar Negus com um osso.

Mas, sei também que como professor posso fazer de um aluno, um leitor. Ler é bem mais que decodificar símbolos; é atribuir sentido ao texto, é compreender, é interpretar. è também descobrir que a língua, tal como roupa que se usa, pode servir-nos em situações diferentes, assumindo formas alternativas.

Fazer de um aluno um leitor é como lhe mostrar um osso e, aos poucos, vê-lo transformando-se em nave espacial, vagando pelo encanto do imaginário, dançado em uma valsa de Strauss. Fazer de um aluno um leitor é, entre outros, apresentá-lo a Arthur Clark e fazê-lo amigo de Stanley Kulbrich.

Fonte: http://www.celsoantunes.com.br/pt/textos_exibir.php?tipo=TEXTOS&id=23

Novas tecnologias para o saudável hábito da leitura!


Quero começar esse texto com um parágrafo interessantíssimo:

“Não seria preciso maior indagação para se chegar a este resultado: “nossos moços lêem pouco e escolhem mal as obras que lêem”. (…) E as causas de tal defeito educativo podem ser apontadas por todos, também, sem grande esforço. Procurando evitar o verbalismo, custasse o que custasse, nossas escolas primárias tocaram o extremo oposto: condenaram o livro, sem remédio, com o que deixaram de inculcar o hábito necessário da leitura. Disse escolas primárias; poderia dizer também secundárias, onde o mal é o mesmo. Isso explicará, em parte, porque os nossos estudantes lêem tão pouco (…). Mas não explicará porque o pouco que se lê seja de medíocre qualidade.”

Esse parágrafo parece ter sido extraído de alguma publicação recente, mas foi escrito por Lourenço Filho, educador e pesquisador do início do século passado, em um artigo publicado na revista Educação em 1927. Deparei-me com esse texto há alguns semestres, quando fazia uma pesquisa sobre a tendência pedagógica chamada Escola Nova, muito influente nos anos 1920 e 1930 aqui no Brasil. Lourenço Filho foi um dos introdutores do pensamento escolanovista em nosso país, mas o que me chamou a atenção neste parágrafo foi a atualidade da crítica de Lourenço Filho.

Se ainda estivesse vivo nesses nossos tempos de internet, talvez ele se admirasse não apenas com as bobagens que o brasileiro médio lê (não apenas os jovens), mas também com as bobagens que escrevem em seus blogs, orkuts e twitters. A grande maioria do conteúdo que é publicado na “blogosfera, orkutsfera e twittersfera” é de uma irrelevância acachapante. Conteúdo irrelevante do ponto de vista científico, político e artístico. De toda forma, é preferível esse mar de bobagens escritas todos os dias do que voltarmos ao monopólio da palavra que vigorava na Era Pré-Internet.

A crítica de Lourenço Filho também é atual no que diz respeito à omissão da escola no estímulo à leitura. Aliás, as nossas escolas nem conseguem alfabetizar, quem dirá estimular a leitura? É como querer estimular uma pessoa sem os membros inferiores a pedalar.

O hábito da leitura é essencial para a competência da escrita. E mais, o hábito da leitura é essencial para o desenvolvimento da capacidade de separar o que vale a pena ser lido e o que é irrelevante, superficial ou enviesado para além do aceitável.

E como o saudável hábito de ler é algo que deverá nos acompanhar pelo resto da existência de nossa espécie, as tecnologias ligadas à leitura também acabam por se reinventar de tempos em tempos com o objetivo de trazer maior conforto e praticidade ao leitor. Foi assim com os tabletes de argila que deram lugar aos rolos de papiro, que deram lugar aos livros de papel que, hoje, competem com os meios digitais.

Confesso que migrar do livro de papel para os e-books foi uma tarefa difícil. Fomos educados utilizando a tecnologia dos livros, então adotar uma nova tecnologia para a leitura sempre pede um tempo de adaptação. Ficar sentada na frente do computador para ler era muito desconfortável, sem falar naquelas telas de CRT que parecem um farol ligado em frente ao rosto. Com o advento das telas de cristal líquido, a fadiga visual diminuiu, e quando tomei vergonha e comprei um notebook, o desconforto de ter que ficar sentada em frete ao PC também desapareceu. Hoje, eu gosto de ler no computador portátil tanto quanto gosto de ler em livros. É uma delícia poder deitar no sofá ou na cama e ler e-books, artigos, colunas, posts… é tudo muito confortável, prático e praticamente de graça, pois só pago a energia e a mensalidade da internet. Mas já existem outros aparelhos que, ao contrário do computador portátil, estão sendo desenvolvidos exclusivamente para a leitura e prometem muito mais conforto e praticidade. A mais badalada dessas novas geringonças é o Kindle da Amazon, embora a Sony também tenha lançado um concorrente de peso, o Reader.

Esses leitores de livros eletrônicos são muito leves, finos e tem as altura e largura de um livro de tamanho médio ou, no máximo, de uma revista. A tecnologia de suas telas simula com perfeição a aparência de um livro de papel, graças à chamada “tinta eletrônica”. Eu ainda não tive a oportunidade de ver um desses aparelhos pessoalmente, mas quem já viu garante que é muito semelhante a um livro. As telas não emitem luz, então a maioria desses leitores digitais só pode ser utilizada em lugares bem iluminados, como se fosse um livro de verdade. Mas o Reader, da Sony, vem com um sistema de iluminação embutido (como o dos celulares) que permite ao usuário ler em ambientes com pouca luz ou mesmo no escuro. Outras funcionalidades desses aparelhinhos são as baterias de longa duração (dias sem precisar recarregar), a leitura (em voz eletrônica) dos textos, capacidade de armazenar audiobooks e até música em mp3. Você ainda pode fazer anotações nas páginas do livro eletrônico usando o teclado virtual e imprimir tudo (inclusive suas notas) através do PC.

A Amazon fez um convênio com grandes editoras, seis universidades e alguns jornais, como o The New York Times, para que o Kindle permita acesso wireless a uma infinidade de conteúdos, parte deles gratuito, parte pago, como a assinatura do jornal citado. O bom e velho PDF também é suportado, mas acessar conteúdo via internet sem fio é só para quem mora nos EUA, por enquanto.

Já a Sony, uniu-se à Google e oferece acesso a mais de cinco mil livros de domínio público, tanto pelo Reader quanto pelo computador pessoal, desde que seja instalado no PC o software da Sony que vem com o Reader.

O governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, já comunicou um plano para substituir todos os livros das escolas de ensino médio por versões digitais que serão lidas pelos alunos em notebooks, desktops e nesses leitores de livros eletrônicos. Isso representa uma economia enorme para o governo. Imaginem quanto dinheiro poderia ser economizado todos os anos, no Brasil, se todos os livros didáticos das nossas escolas públicas fossem digitalizados. E que maravilha seria se todo o acervo de livros da UFPE fosse digitalizado e os alunos não precisassem mais tirar xerox e brigar à tapa por exemplares nas bibliotecas. Cenário fantasioso? Hoje, certamente. Mas talvez não o seja em um futuro próximo.

Na minha visão, e pela minha experiência como estudante e como designer instrucional, esses leitores de livros eletrônicos precisam ainda evoluir um pouquinho para que se tornem de fato uma opção 100% melhor que os livros de papel e o notebook. Pelo menos três funcionalidades precisam ser acrescentadas:

  • Telas coloridas – atualmente as telas são monocromáticas, deixando a desejar quando se quer ler uma revista ou um livro com imagens em cores.
  • Suporte a PDF’s multimídia – hoje, os PDF’s suportam aplicações interativas em Adobe Flash embutidas, vídeo e até manipulação de objetos em 3D. Para quem trabalha com produção de objetos de aprendizagem (material didático multimídia) os novos PDF’s são tudo!
  • Pelo menos mais duas telas retráteis – a tela única dos aparelhos só permite visualizar uma publicação de cada vez, mas quem freqüenta biblioteca sabe que não é raro ficarmos com três ou mais livros abertos ao mesmo tempo quando estudamos ou redigimos um texto. Se esses leitores eletrônicos oferecessem mais duas telas retráteis, seria possível consultar três publicações simultaneamente, facilitando o estudo.

Well, esses novos aparelhinhos podem até não resolver o problema da qualidade do que se lê e do que se escreve, mas que prometem trazer mais conforto, praticidade e economia para o saudável hábito da leitura, isso prometem!

Amanda Costa é designer instrucional e graduanda em Pedagogia pela UFPE

Fonte: postado em http://eimidia.com/blog/?p=48

>Livro Grátis – Educação e tecnologia: trilhando caminhos

>Olá Amigos

A dica de hoje de de minha amiga Tati Martins do fantástico blog ““Mulher é desdobrável. Eu sou.”“. Ele recomendou o livro para ler totalmente grátis. Nesse tempo de crise nada melhor de um livro 0800. O livro indicado é da Lynn Rosalina Alves que é Doutora em Educação e Comunicação entre outras coisas e atuando como:

  • Professora do Departamento de Educação e Comunicação da UNEB – Campus 1
  • Professora do Mestrado em Educação e Contemporaneidade da UNEB – Campus 1, orientando projetos de pesquisa nas áreas de EAD e Educação e Tecnologia.
  • Coordenadora do Projeto de Pesquisa Ensino on-line: trilhando novas possibilidades pedagógicas mediadas pelos jogos eletrônicos.
  • Coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais ( CNPq )
  • Coordenadora dos Núcleos de Educacao e Tecnologia e Educação a Distância das Faculdades Jorge Amado

Alem do livro abaixo há também outros livros para serem baixados, no site.

ALVES, L. R. G., NOVA, C. C. Educação e tecnologia: trilhando caminhos. Salvador : Editora da UNEB, 2003, v.1. p.263.

Download todos os arquivos compactados

Download de cada texto em PDF

Apresentação
Trilha 1 – Educação a Distância
Educação a Distância e Comunicação Interativa
Andréa Lago, Cristiane Nova e Lynn Alves
Os Meios de Comunicação: um Problema para a EAD
Alessandra de Assis Picanço
Educação a Distância: Repensando o Fazer Pedagógico
Vânia Rita Valente
Educação a Distância: Desafios Pedagógicos
Cláudia Magnavita
Tecnologias para EAD via Internet
Mário Sérgio da Silva Brito
Interfaces Gráficas e Educação a Distância
Antonio Luis Lordelo
Trilha 2 – Ambientes e Comunidades Colaborativos de Aprendizagem
Do Discurso à Prática: uma Experiência de Comunidade de Aprendizagem
Lynn Alves
Ambientes Virtuais de Aprendizagem:Problematizando Práticas Curriculares
Edméa Oliveira dos Santos
Mapas Virtuais: Ambientes Colaborativos de Aprendizagem
Alexandra Okada
Trilha 3 – Educação e DispositivosTecnológicos
Educação e NTIC: do Pensamento Dialético ao Pensamento Virtual
Arnaud Soares de Lima Junior
Imagem e Educação: Rastreando Possibilidades
Cristiane Nova
Que Tempo para a Educação? Uma Leitura Psicanalítica
Lídia Maria de Menezes Pinho
A Sala de Aula: Adolescentes e Mídias Digitais
Andréa Lago
Ação Docente e o Livro Didático nos Ambientes Digitais
Vani Moreira Kenski
A Internet como Espaço de Construção do Conhecimento
Simone de Lucena

A Hipertextualidade como Ambiente de Construção de Novas Identidades Docentes
Andrea Cecília Ramal

Abraços e Boa Leitura

Equipe NTE Itaperuna

Livro Grátis – Educação e tecnologia: trilhando caminhos

Olá Amigos

A dica de hoje de de minha amiga Tati Martins do fantástico blog ““Mulher é desdobrável. Eu sou.”“. Ele recomendou o livro para ler totalmente grátis. Nesse tempo de crise nada melhor de um livro 0800. O livro indicado é da Lynn Rosalina Alves que é Doutora em Educação e Comunicação entre outras coisas e atuando como:

  • Professora do Departamento de Educação e Comunicação da UNEB – Campus 1
  • Professora do Mestrado em Educação e Contemporaneidade da UNEB – Campus 1, orientando projetos de pesquisa nas áreas de EAD e Educação e Tecnologia.
  • Coordenadora do Projeto de Pesquisa Ensino on-line: trilhando novas possibilidades pedagógicas mediadas pelos jogos eletrônicos.
  • Coordenadora do Grupo de Pesquisa Comunidades Virtuais ( CNPq )
  • Coordenadora dos Núcleos de Educacao e Tecnologia e Educação a Distância das Faculdades Jorge Amado

Alem do livro abaixo há também outros livros para serem baixados, no site.

ALVES, L. R. G., NOVA, C. C. Educação e tecnologia: trilhando caminhos. Salvador : Editora da UNEB, 2003, v.1. p.263.

Download todos os arquivos compactados

Download de cada texto em PDF

Apresentação
Trilha 1 – Educação a Distância
Educação a Distância e Comunicação Interativa
Andréa Lago, Cristiane Nova e Lynn Alves
Os Meios de Comunicação: um Problema para a EAD
Alessandra de Assis Picanço
Educação a Distância: Repensando o Fazer Pedagógico
Vânia Rita Valente
Educação a Distância: Desafios Pedagógicos
Cláudia Magnavita
Tecnologias para EAD via Internet
Mário Sérgio da Silva Brito
Interfaces Gráficas e Educação a Distância
Antonio Luis Lordelo
Trilha 2 – Ambientes e Comunidades Colaborativos de Aprendizagem
Do Discurso à Prática: uma Experiência de Comunidade de Aprendizagem
Lynn Alves
Ambientes Virtuais de Aprendizagem:Problematizando Práticas Curriculares
Edméa Oliveira dos Santos
Mapas Virtuais: Ambientes Colaborativos de Aprendizagem
Alexandra Okada
Trilha 3 – Educação e DispositivosTecnológicos
Educação e NTIC: do Pensamento Dialético ao Pensamento Virtual
Arnaud Soares de Lima Junior
Imagem e Educação: Rastreando Possibilidades
Cristiane Nova
Que Tempo para a Educação? Uma Leitura Psicanalítica
Lídia Maria de Menezes Pinho
A Sala de Aula: Adolescentes e Mídias Digitais
Andréa Lago
Ação Docente e o Livro Didático nos Ambientes Digitais
Vani Moreira Kenski
A Internet como Espaço de Construção do Conhecimento
Simone de Lucena

A Hipertextualidade como Ambiente de Construção de Novas Identidades Docentes
Andrea Cecília Ramal

Abraços e Boa Leitura

Equipe NTE Itaperuna