>Geração Y

>Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Geração Y – Jornal da Globo parte 1
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iHso0nBtkbE]

Geração Y – Jornal da Globo parte 2
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ctx6OlURwuQ]

Geração Y – Jornal da Globo parte 3
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TJr5pS9CMyI]

Geração Y – Jornal da Globo parte 4
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Xnm0sUkO_7g]

Geração Y – Jornal da Globo parte 5
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=cpeVOgmT5EE]

Abraços

Robson Freire

Geração Y

Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Geração Y – Jornal da Globo parte 1
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iHso0nBtkbE]

Geração Y – Jornal da Globo parte 2
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ctx6OlURwuQ]

Geração Y – Jornal da Globo parte 3
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TJr5pS9CMyI]

Geração Y – Jornal da Globo parte 4
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Xnm0sUkO_7g]

Geração Y – Jornal da Globo parte 5
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=cpeVOgmT5EE]

Abraços

Robson Freire

C vc pd lr isso rápido, bm pra vc

SYDNEY (Reuters) – As abreviações e simplificações usadas em mensagens de texto para celulares não estão somente acabando com a nossa ortografia, mas exigindo mais tempo para serem lidas e compreendidas, afirma um estudo australiano publicado nesta quarta-feira.

Nenagh Kemp, conferencista da Universidade da Tasmânia, pediu para 55 alunos de graduação para escreverem e depois lerem em voz alta mensagens de texto em idioma correto e abreviado como o frequentemente usado em celulares.

Enquanto os estudantes foram significativamente mais rápidos ao escreverem abreviado, quase metade deles demorou o dobro do tempo para lerem essas mensagens em voz alta do que ao lerem em idioma correto.

Os estudantes também cometeram mais erros lendo as mensagens abreviadas do que aquelas escritas de modo convencional.

“É mais rápido escrever nesse tipo de linguagem, mas quando esse texto é lido, as pessoas demoram mais tempo. Como adultos que sabem ler, nós estamos acostumados a ler palavras inteiras e frases, então torna-se algo difícil de decifrar para nós”, disse Kemp, conferencista de psicologia que se especializou em uso da linguagem.

Kemp disse que sua pesquisa mostrou que, apesar da crença popular de que o modo abreviado de escrita está arruinando a ortografia, este tipo de linguagem não reflete habilidades literárias, pelo menos não em adultos.

“Não há problemas em usar abreviações em um celular, porque economiza tempo, mas é preciso ter certeza de que o leitor entenderá o que você está escrevendo”, acrescenta. “E não deixe isso impregnar seus emails, redações acadêmicas ou formulários. Mantenha as separações.”

Fonte: http://br.tecnologia.yahoo.com/article/10122008/5/noticias-tecnologia-c-vc-pd-lr.html

Jovens explicam para que serve o Twitter

27/04/2009 – 07h43

TARSO ARAUJO
da Folha de S.Paulo

Folhateen Quando o americano Jack Dorsey teve a ideia de criar o Twitter, seu objetivo era tão simples quanto sugere a questão “o que você está fazendo agora?”.

A pergunta que ele queria fazer a seus amigos está até hoje no alto da página principal do site (twitter.com), para ser respondida pelos usuários em textos de até 140 caracteres. Mas dois anos, oito meses e milhões de usuários depois, as pessoas usam esses pequenos textos para muito mais do que falar da sua vida.

“Eu já usei o Twitter para prever o tempo”, diz Vinícius Alves, 22, conhecido no site como @v_fox (a arroba é usada antes do “nick” para identificar os usuários). Estudante de administração, ele saía para a aula quando uma amiga que mora ao lado do campus, do outro lado da cidade, escreveu no Twitter: “Começou a chover”.

Gabriel Lordêllo/Folha Imagem
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e seus amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva

Apesar do Sol, saiu de guarda-chuva. E não deu outra. “Cheguei lá e estava chovendo mesmo”, diz. Fugir da chuva só foi possível graças a uma das principais características do Twitter: o imediatismo. É dessa comunicação em tempo real que depende também o que, provavelmente, é a principal utilidade do serviço.

“Ele é perfeito para quem gosta de saber tudo que acontece na mesma hora”, diz Tessalia de Castro, 22, a @twittess, mulher mais popular do Twitter no Brasil.

Tudo agora

De fato, o primeiro grande momento do Twitter na mídia foi quando um avião caiu no rio Hudson, em Nova York. Um usuário que estava passando mandou de seu celular: “Tem um avião no Hudson”. Nos primeiros minutos após o acidente, só sabia da notícia quem o seguia no Twitter.

A maior parte do que se escreve no Twitter, porém, não tem nada de emocionante. “Escrevo no meu Twitter como se fosse um diário. Sinceramente, acho ele meio inútil para quem me segue”, diz Laís Ferreira, 16, a @singledout, que vê uma utilidade muita clara em estar lá.

“A maioria das bandas hoje em dia tem Twitter, então é legal para saber mais da vida delas”, diz a estudante, que segue o The Used e o My Chemical Romance, entre outros artistas.

“O que leio no Twitter acaba virando assunto quando converso com meus amigos sobre as bandas”, diz @singledout, que mora no Rio e conheceu @v_fox (que é de Vitória) por gostar das mesmas bandas.

Pois é, como em qualquer comunidade virtual –coisa que o Twitter também é– distância geográfica é um pequeno detalhe. “Você faz contatos por afinidades”, diz @twittess.

Mas até para conhecer pessoas no mundo real o Twitter funciona. “Combino com os amigos pelo Twitter e vou a um bar. Às vezes, vem gente que nem conhecemos. Quando percebemos, já tem gente nova na roda”, diz @v_fox.

Como você nem sempre conhece quem o está seguindo, vale tomar cuidados, como fez a designer de internet Cris Rocha (@mjcoffeeholick), 30, que bloqueou seu perfil para evitar a bisbilhotice do chefe. Isso na época em que tinha emprego, porque, no ano passado, ela entrou no Twitter e passou a colocar links dos sites que criava. “Começaram a aparecer tantas propostas de trabalho que, ou continuava na empresa, ou ia trabalhar como free-lancer”, diz. Acabou valendo a segunda opção.

Diga-me quem segues…

Para sua vida no Twitter servir para alguma coisa, é preciso saber escolher quem seguir. “No Orkut, a gente é amigo de quem é nosso amigo. No Twitter, uma pessoa pode te seguir sem que você a siga, e vice-versa”, explica Raquel Camargo (@raquelcamargo), 22, blogueira do Twitter Brasil e gerente de social media numa empresa de comunicação.

“Se você acha que a pessoa não traz coisas interessantes, é só não segui-la. E tem mesmo muita gente que usa o Twitter como divã”, diz.

Para ela, muitos não acham graça, no começo, porque têm a sensação de que estão falando sozinhos. Isso muda quando começam a seguir e a serem seguidos por pessoas que “twittam” sobre assuntos de que gostam. “Aí tudo começa a fazer sentido. Precisa de um tempinho para pegar o ritmo”, diz.

Cuidado: pode viciar

E é aí que mora o perigo. Como a mensagem é curta, as pessoas podem “twittar” qualquer coisa que venha à cabeça. E o ritmo fica insano. “Realmente, acho que toma mais tempo da minha vida do que deveria”, diz @twittess, que chega a “twittar” 30 vezes por dia, às vezes.

“Estou viciado. Vejo algo interessante na rua e já vou logo pegando o celular para twittar”, diz @vfox.

O curioso é que o “interessante” pode ser tão variado quanto o gosto dos mais de 250 mil usuários brasileiros do serviço. E é por isso que a pergunta “para que serve o Twitter?” tem tantas respostas. “O Twitter em si não tem um propósito. Cada um dá o seu propósito a ele”, diz @vfox. Então, tente descobrir o seu. E aprecie com moderação.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u556698.shtml

>Jovens explicam para que serve o Twitter

>27/04/2009 – 07h43

TARSO ARAUJO
da Folha de S.Paulo

Folhateen Quando o americano Jack Dorsey teve a ideia de criar o Twitter, seu objetivo era tão simples quanto sugere a questão “o que você está fazendo agora?”.

A pergunta que ele queria fazer a seus amigos está até hoje no alto da página principal do site (twitter.com), para ser respondida pelos usuários em textos de até 140 caracteres. Mas dois anos, oito meses e milhões de usuários depois, as pessoas usam esses pequenos textos para muito mais do que falar da sua vida.

“Eu já usei o Twitter para prever o tempo”, diz Vinícius Alves, 22, conhecido no site como @v_fox (a arroba é usada antes do “nick” para identificar os usuários). Estudante de administração, ele saía para a aula quando uma amiga que mora ao lado do campus, do outro lado da cidade, escreveu no Twitter: “Começou a chover”.

Gabriel Lordêllo/Folha Imagem
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e seus amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva

Apesar do Sol, saiu de guarda-chuva. E não deu outra. “Cheguei lá e estava chovendo mesmo”, diz. Fugir da chuva só foi possível graças a uma das principais características do Twitter: o imediatismo. É dessa comunicação em tempo real que depende também o que, provavelmente, é a principal utilidade do serviço.

“Ele é perfeito para quem gosta de saber tudo que acontece na mesma hora”, diz Tessalia de Castro, 22, a @twittess, mulher mais popular do Twitter no Brasil.

Tudo agora

De fato, o primeiro grande momento do Twitter na mídia foi quando um avião caiu no rio Hudson, em Nova York. Um usuário que estava passando mandou de seu celular: “Tem um avião no Hudson”. Nos primeiros minutos após o acidente, só sabia da notícia quem o seguia no Twitter.

A maior parte do que se escreve no Twitter, porém, não tem nada de emocionante. “Escrevo no meu Twitter como se fosse um diário. Sinceramente, acho ele meio inútil para quem me segue”, diz Laís Ferreira, 16, a @singledout, que vê uma utilidade muita clara em estar lá.

“A maioria das bandas hoje em dia tem Twitter, então é legal para saber mais da vida delas”, diz a estudante, que segue o The Used e o My Chemical Romance, entre outros artistas.

“O que leio no Twitter acaba virando assunto quando converso com meus amigos sobre as bandas”, diz @singledout, que mora no Rio e conheceu @v_fox (que é de Vitória) por gostar das mesmas bandas.

Pois é, como em qualquer comunidade virtual –coisa que o Twitter também é– distância geográfica é um pequeno detalhe. “Você faz contatos por afinidades”, diz @twittess.

Mas até para conhecer pessoas no mundo real o Twitter funciona. “Combino com os amigos pelo Twitter e vou a um bar. Às vezes, vem gente que nem conhecemos. Quando percebemos, já tem gente nova na roda”, diz @v_fox.

Como você nem sempre conhece quem o está seguindo, vale tomar cuidados, como fez a designer de internet Cris Rocha (@mjcoffeeholick), 30, que bloqueou seu perfil para evitar a bisbilhotice do chefe. Isso na época em que tinha emprego, porque, no ano passado, ela entrou no Twitter e passou a colocar links dos sites que criava. “Começaram a aparecer tantas propostas de trabalho que, ou continuava na empresa, ou ia trabalhar como free-lancer”, diz. Acabou valendo a segunda opção.

Diga-me quem segues…

Para sua vida no Twitter servir para alguma coisa, é preciso saber escolher quem seguir. “No Orkut, a gente é amigo de quem é nosso amigo. No Twitter, uma pessoa pode te seguir sem que você a siga, e vice-versa”, explica Raquel Camargo (@raquelcamargo), 22, blogueira do Twitter Brasil e gerente de social media numa empresa de comunicação.

“Se você acha que a pessoa não traz coisas interessantes, é só não segui-la. E tem mesmo muita gente que usa o Twitter como divã”, diz.

Para ela, muitos não acham graça, no começo, porque têm a sensação de que estão falando sozinhos. Isso muda quando começam a seguir e a serem seguidos por pessoas que “twittam” sobre assuntos de que gostam. “Aí tudo começa a fazer sentido. Precisa de um tempinho para pegar o ritmo”, diz.

Cuidado: pode viciar

E é aí que mora o perigo. Como a mensagem é curta, as pessoas podem “twittar” qualquer coisa que venha à cabeça. E o ritmo fica insano. “Realmente, acho que toma mais tempo da minha vida do que deveria”, diz @twittess, que chega a “twittar” 30 vezes por dia, às vezes.

“Estou viciado. Vejo algo interessante na rua e já vou logo pegando o celular para twittar”, diz @vfox.

O curioso é que o “interessante” pode ser tão variado quanto o gosto dos mais de 250 mil usuários brasileiros do serviço. E é por isso que a pergunta “para que serve o Twitter?” tem tantas respostas. “O Twitter em si não tem um propósito. Cada um dá o seu propósito a ele”, diz @vfox. Então, tente descobrir o seu. E aprecie com moderação.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u556698.shtml

A Escola forma gente para futuro ou para o passado?


Olá Amigos

Encontrei esse vídeo no site Rede Vivo Educação – A Sociedade em Rede e a Educação e adorei, pois ele vem complementar o que temos discutido por aqui. Este vídeo foi apresentado no Seminário A Sociedade em Rede e a Educação no dia 19/03 que registra o pré-evento realizado no dia 18/03. O pré-evento envolveu alunos de escolas públicas, privadas, participantes de projetos sociais, professores e pais. Vídeo foi produzido pela equipe da Eletrocooperativa. Vamos a ele então:

Ele disse alguma coisa que eu e vocês não sabíamos?

Não.

Então por que nada muda?

Ou melhor por que as mudanças são tão pequenas que quase não as percebemos?

De sua opinião.

Participe

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Eu Apaguei as Luzes – Foi lindo de ver

Olá Amigos

Foi lindo ver as pessoas se mobilizando aqui na minha rua para manter as luzes apagadas e convencer os vizinhos de apagarem as suas luzes. Jovens, pessoas de mais idade, pessoas de diferentes classes sociais envolvidas na proposta. Pena que a companhia de luz elétrica aqui da minha cidade (AMPLA) não se mobilizou também.

As crianças são realmente as mais conscientizadas pela salvação do planeta. Elas estão sempre fazendo a diferença e cobram dos adultos uma postura responsável com relação ao desperdício e a conservação do planeta. Até minha filha estava na rua convencendo as pessoas a apagar as luzes.

No mundo todo os monumentos e símbolos urbanos tiveram suas luzes apagadas. Dos países que integram o G20, que se reúne quinta-feira (2) em Londres, apenas Japão e Arábia Saudita não apoiaram a iniciativa da Ong WWF, cujo objetivo é pressionar os líderes mundiais que participarão da conferência sobre mudança climática que acontecerá em dezembro em Copenhague (Dinamarca).

A campanha também busca incentivar a população a trocar suas lâmpadas por outras de baixo consumo e a economizar energia diminuindo seu ar condicionado ou seu aquecedor.

É por isso que eu acredito na salvação do planeta, pois as gerações que estão chegando ao poder em breve tem um compromisso maior com a vida, com o planeta.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Eu Apaguei as Luzes – Foi lindo de ver

>Olá Amigos

Foi lindo ver as pessoas se mobilizando aqui na minha rua para manter as luzes apagadas e convencer os vizinhos de apagarem as suas luzes. Jovens, pessoas de mais idade, pessoas de diferentes classes sociais envolvidas na proposta. Pena que a companhia de luz elétrica aqui da minha cidade (AMPLA) não se mobilizou também.

As crianças são realmente as mais conscientizadas pela salvação do planeta. Elas estão sempre fazendo a diferença e cobram dos adultos uma postura responsável com relação ao desperdício e a conservação do planeta. Até minha filha estava na rua convencendo as pessoas a apagar as luzes.

No mundo todo os monumentos e símbolos urbanos tiveram suas luzes apagadas. Dos países que integram o G20, que se reúne quinta-feira (2) em Londres, apenas Japão e Arábia Saudita não apoiaram a iniciativa da Ong WWF, cujo objetivo é pressionar os líderes mundiais que participarão da conferência sobre mudança climática que acontecerá em dezembro em Copenhague (Dinamarca).

A campanha também busca incentivar a população a trocar suas lâmpadas por outras de baixo consumo e a economizar energia diminuindo seu ar condicionado ou seu aquecedor.

É por isso que eu acredito na salvação do planeta, pois as gerações que estão chegando ao poder em breve tem um compromisso maior com a vida, com o planeta.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna