>Geração Y

>Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Geração Y – Jornal da Globo parte 1
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iHso0nBtkbE]

Geração Y – Jornal da Globo parte 2
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ctx6OlURwuQ]

Geração Y – Jornal da Globo parte 3
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TJr5pS9CMyI]

Geração Y – Jornal da Globo parte 4
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Xnm0sUkO_7g]

Geração Y – Jornal da Globo parte 5
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=cpeVOgmT5EE]

Abraços

Robson Freire

Geração Y

Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Geração Y – Jornal da Globo parte 1
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iHso0nBtkbE]

Geração Y – Jornal da Globo parte 2
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ctx6OlURwuQ]

Geração Y – Jornal da Globo parte 3
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TJr5pS9CMyI]

Geração Y – Jornal da Globo parte 4
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Xnm0sUkO_7g]

Geração Y – Jornal da Globo parte 5
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=cpeVOgmT5EE]

Abraços

Robson Freire

As mudanças trazidas pela Geração Y

Olá Amigos

Em uma paródia do filme alemão “A Queda”, o vídeo fala das mudanças de comportamento trazidas pela Geração Y nas empresas. O diálogo, adaptado pelo Grupo Foco, discute a nova relação dos jovens frente a hierarquias, a tecnologia e os líderes, representados, na paródia, pelo personagem do Hitler.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=2l283Ec_GYQ]

Abraços

Robson Freire

>Ensinar os Nativos Digitais

>16 de Dezembro, 2010, Jorge Simões

Mark Prensy em dois artigos publicados em 2001 (Prensy, 2001a e Prensky, 2001b) e, mais recentemente, no livro Teaching Digital Natives – Partnering for Real Learning, apresenta a sua visão sobre a geração de pessoas que, nascidas nas décadas de 1980 e 1990, estavam a entrar no século XXI tendo vivido sempre imersos num mundo dominado pela tecnologia. Esta geração, que Prensky designa por nativos digitais, cresceu tendo como “língua” nativa a linguagem digital das tecnologias de informação e comunicação. Por oposição, as gerações anteriores, onde encontram ainda muitos dos professores dos nativos digitais, são imigrantes digitais. Estes, podem aprender a nova “língua” digital mas esta nunca será a sua “língua” nativa. Por isso, falarão sempre a “língua” digital com sotaque. A partir desta visão metafórica do contexto em que vive a geração dos nativos digitais, Prensky defende a necessidade de uma adaptação radical dos métodos de ensino a essa realidade onde coexistem as diferentes vivências dos alunos, os nativos digitais, e as dos seus professores, os imigrantes digitais. A existência dos nativos digitais é também defendida por Downes (2006) e por Tapscott (1998) que designa essa geração por “net generation”. Os nativos digitais são também designados por geração Y.

A contrapor a estas perspectivas de existência de uma geração digital em relação à qual os sistemas de ensino tradicionais se encontram desfasados há quem defenda a procura de mais evidências empíricas que sustentem a necessidade de adaptar os sistemas de ensino aos nativos digitais. Bennett, Maton e Kervin (2008) criticam a existência de uma geração digital tão distinta das gerações anteriores que obrigue a novos métodos de ensino. Defendem a necessidade de estudos mais aprofundados argumentando que o uso de tecnologias e as competências digitais reveladas pelos indivíduos da geração actual de estudantes não é uniforme. Embora reconhecendo que vivemos num mundo fortemente influenciado pela tecnologia assim como a adesão das gerações mais novas a essa realidade, argumentam a necessidade de aprofundar a investigação neste domínio e evitar o que designam por “pânico moral”.

Independentemente da polémica à volta deste tema e de haver a necessidade de investigar com maior profundidade a adaptação dos sistemas de ensino aos nativos digitais, a existência desta geração digital é um facto. E não faltam estudos empíricos que o demonstram: ver, por exemplo os posts Inquérito EU Kids Online: Políticas de Segurança na Internet e Software Social no Ensino e os estudos da Kaiser Family Foundation e da Nielsen Company.

Qual será então o caminho a seguir? Como garantir que a sociedade futura seja constituída por pessoas com conhecimentos e competências mais desenvolvidas? O que é que no futuro, será importante conhecer e de que forma se deve obter esse conhecimento? Quais as competências a desenvolver? As respostas a estas questões dependerão do que a sociedade actual entender o que deve ser uma pessoa instruída no século XXI (ver Competências para o Século XXI e Marc Prensky’s Essential 21st Century Skills).

Independentemente das respostas só é possível um ensino de qualidade com professores competentes, cientificamente bem preparados, alunos motivados e uma sociedade que promova a aquisição de conhecimentos e de competências como um dos seus valores fundamentais. A tecnologia será apenas mais uma ferramenta que auxilia no processo? Se há uma coisa que a Web 2.0 nos ensinou é que o importante são as pessoas e as suas interacções e não as tecnologias. Estas têm um lugar importante mas para muitos são apenas um meio. No entanto, na opinião de Siemens (2009), a tecnologia não é neutra. A tecnologia é filosofia. As ferramentas moldam a visão que os indivíduos têm do mundo e influenciam as suas acções.

Um projecto como o escolinhas.pt tem o mérito de envolver todas as pessoas e entidades com responsabilidades da formação das gerações mais novas: encarregados de educação, professores, autarquias e sociedade em geral. Todos estes actores do processo educativo de crianças e jovens podem colaborar entre si e participar activamente tirando partido de todas as ferramentas sociais da plataforma. As pessoas são o fundamental e a tecnologia apenas vem potenciar de forma cada vez mais significativa as suas interacções, criando as necessárias sinergias para um ensino de qualidade e adaptado às novas realidades.

Referências:

Bennett, S., Maton, K. and Kervin, L. (2008), The ‘Digital Natives’ Debate: A Critical Review of the Evidence. British Journal of Educational Technology, 39: 775–786. doi: 10.1111/j.1467-8535.2007.00793.x.

Downes, S. (2006). E-Learning 2.0. eLearn Magazine.

Prensky, M. (2001a). Digital Natives, Digital Immigrants. On the Horizon, 9, 5, 1–6.

Prensky, M. (2001b). Digital Natives, Digital Immigrants, part II. Do they really think differently? On the Horizon, 9, 6, 1-6.

Prensky, M. (2010). Teaching Digital Natives – Partnering for Real Learning, Corwin.

Siemens, G. (2009). Technology as Philosophy, Elearnspace.

Tapscott, D. (1998). Growing Up Digital: The Rise of the Net Generation. New York: McGraw-Hill.

Dica da sempre maravilhosa @profteresa

Fonte http://migre.me/3AAlv

Ensinar os Nativos Digitais

16 de Dezembro, 2010, Jorge Simões

Mark Prensy em dois artigos publicados em 2001 (Prensy, 2001a e Prensky, 2001b) e, mais recentemente, no livro Teaching Digital Natives – Partnering for Real Learning, apresenta a sua visão sobre a geração de pessoas que, nascidas nas décadas de 1980 e 1990, estavam a entrar no século XXI tendo vivido sempre imersos num mundo dominado pela tecnologia. Esta geração, que Prensky designa por nativos digitais, cresceu tendo como “língua” nativa a linguagem digital das tecnologias de informação e comunicação. Por oposição, as gerações anteriores, onde encontram ainda muitos dos professores dos nativos digitais, são imigrantes digitais. Estes, podem aprender a nova “língua” digital mas esta nunca será a sua “língua” nativa. Por isso, falarão sempre a “língua” digital com sotaque. A partir desta visão metafórica do contexto em que vive a geração dos nativos digitais, Prensky defende a necessidade de uma adaptação radical dos métodos de ensino a essa realidade onde coexistem as diferentes vivências dos alunos, os nativos digitais, e as dos seus professores, os imigrantes digitais. A existência dos nativos digitais é também defendida por Downes (2006) e por Tapscott (1998) que designa essa geração por “net generation”. Os nativos digitais são também designados por geração Y.

A contrapor a estas perspectivas de existência de uma geração digital em relação à qual os sistemas de ensino tradicionais se encontram desfasados há quem defenda a procura de mais evidências empíricas que sustentem a necessidade de adaptar os sistemas de ensino aos nativos digitais. Bennett, Maton e Kervin (2008) criticam a existência de uma geração digital tão distinta das gerações anteriores que obrigue a novos métodos de ensino. Defendem a necessidade de estudos mais aprofundados argumentando que o uso de tecnologias e as competências digitais reveladas pelos indivíduos da geração actual de estudantes não é uniforme. Embora reconhecendo que vivemos num mundo fortemente influenciado pela tecnologia assim como a adesão das gerações mais novas a essa realidade, argumentam a necessidade de aprofundar a investigação neste domínio e evitar o que designam por “pânico moral”.

Independentemente da polémica à volta deste tema e de haver a necessidade de investigar com maior profundidade a adaptação dos sistemas de ensino aos nativos digitais, a existência desta geração digital é um facto. E não faltam estudos empíricos que o demonstram: ver, por exemplo os posts Inquérito EU Kids Online: Políticas de Segurança na Internet e Software Social no Ensino e os estudos da Kaiser Family Foundation e da Nielsen Company.

Qual será então o caminho a seguir? Como garantir que a sociedade futura seja constituída por pessoas com conhecimentos e competências mais desenvolvidas? O que é que no futuro, será importante conhecer e de que forma se deve obter esse conhecimento? Quais as competências a desenvolver? As respostas a estas questões dependerão do que a sociedade actual entender o que deve ser uma pessoa instruída no século XXI (ver Competências para o Século XXI e Marc Prensky’s Essential 21st Century Skills).

Independentemente das respostas só é possível um ensino de qualidade com professores competentes, cientificamente bem preparados, alunos motivados e uma sociedade que promova a aquisição de conhecimentos e de competências como um dos seus valores fundamentais. A tecnologia será apenas mais uma ferramenta que auxilia no processo? Se há uma coisa que a Web 2.0 nos ensinou é que o importante são as pessoas e as suas interacções e não as tecnologias. Estas têm um lugar importante mas para muitos são apenas um meio. No entanto, na opinião de Siemens (2009), a tecnologia não é neutra. A tecnologia é filosofia. As ferramentas moldam a visão que os indivíduos têm do mundo e influenciam as suas acções.

Um projecto como o escolinhas.pt tem o mérito de envolver todas as pessoas e entidades com responsabilidades da formação das gerações mais novas: encarregados de educação, professores, autarquias e sociedade em geral. Todos estes actores do processo educativo de crianças e jovens podem colaborar entre si e participar activamente tirando partido de todas as ferramentas sociais da plataforma. As pessoas são o fundamental e a tecnologia apenas vem potenciar de forma cada vez mais significativa as suas interacções, criando as necessárias sinergias para um ensino de qualidade e adaptado às novas realidades.

Referências:

Bennett, S., Maton, K. and Kervin, L. (2008), The ‘Digital Natives’ Debate: A Critical Review of the Evidence. British Journal of Educational Technology, 39: 775–786. doi: 10.1111/j.1467-8535.2007.00793.x.

Downes, S. (2006). E-Learning 2.0. eLearn Magazine.

Prensky, M. (2001a). Digital Natives, Digital Immigrants. On the Horizon, 9, 5, 1–6.

Prensky, M. (2001b). Digital Natives, Digital Immigrants, part II. Do they really think differently? On the Horizon, 9, 6, 1-6.

Prensky, M. (2010). Teaching Digital Natives – Partnering for Real Learning, Corwin.

Siemens, G. (2009). Technology as Philosophy, Elearnspace.

Tapscott, D. (1998). Growing Up Digital: The Rise of the Net Generation. New York: McGraw-Hill.

Dica da sempre maravilhosa @profteresa

Fonte http://migre.me/3AAlv

Geração Y e a Escola

generation y

O professor da geração Y acompanha o avanço tecnológico e lança mão de novos instrumentos para apreender a atenção do aluno e estimular o raciocínio. Giz e livros didáticos ganham o apoio de projetores e da internet.

O desafio é fazer o aluno desenvolver raciocínio e espírito crítico capazes de interpretar o volume intenso de informações que recebe a todo instante.

Hoje, os professores devem estar antenados com a tecnologia, assim como os alunos que frequentam suas aulas. Somente com giz e livros didáticos seria impossível nos dias de hoje acompanhar a velocidade com que crianças e adolescentes absorvem informação.

Ao mesmo tempo, os jovens falam ao celular, usam comunicadores instantâneos, raciocinam para mudar a estratégica em um videogame e têm a televisão ligada. O aluno de hoje é diferente do estudante que frequentou os bancos escolares há 30 anos. E o nosso sistema educacional?

Notícia adaptada daqui.

Fonte: http://celsofdf.wordpress.com/2009/10/29/professor-da-geracao-y/

Geração Y e os estilos de aprendizagem

por Michele Schmitz
Twitter: @micheleschmitz

Café? Puro, com açúcar ou adoçante? Se você aprecia café puro, que expressão faz ao beber um bem adocicado? E o contrário, quem está acostumado ao café com açúcar ou adoçante, que sensação tem ao experimentar um café puro?


Isso é apenas uma provocação simples, para evidenciar que até mesmo em nossas opções de cafés, quando estas não atendem nossas peculiares características, nos causam sensações desagradáveis.

E o que isso tem a ver com estilos de aprendizagem? Ora, a resposta parece óbvia e, talvez, senso comum: aprendemos de maneiras diferentes. Sim, epistemologicamente isso já foi evidenciado há muito tempo. Eis que agora, a Geração Y vem confirmar que não é possível mais crer que todos aprendem da mesma forma e oferecer estratégias didáticas que não respeitem este pressuposto para uma classe, seja em qualquer nível de ensino, faixa etária.

Alguns aprendem mais em atividades em grupos, outros individualmente. Escrever e fazer exercícios sobre assuntos em estudo pode ser o estilo de aprendizagem de alguns, sendo que outros necessitam interagir, experimentar, comunicar, testar suas hipóteses de diversas maneiras e criar soluções.

Em pensar que há pouco tempo acreditava-se que todos aprendiam da mesma forma, em mesmos ritmos e tempos, linearmente em processos de ouvir, copiar, fazer exercícios de compreensão, exercícios de fixação e finalmente “provar” que aprendeu em testes e provas.

O nível de exigência cognitiva era tão pouco complexo, que algumas questões que “caíam” nas provas eram idênticas as realizadas nos exercícios em classe.

Sem dúvida, os objetivos do ensino eram transmissão de informação, memorização e fixação de conteúdos. As respostas de por que esse modelo de educação não é mais adequado, dispensa esforços. Era apropriado ao contexto, à geração em tempos pré Revolução Industrial.

Por outro lado, a Geração Y, expressão denominada aos que nasceram a partir da década de 80, vem certificar que temos diferentes estilos de aprendizagem e nos ajuda a entender e criar as mudanças urgentemente necessárias em como ensinar neste novo contexto.

Dentre tantas, cito algumas características inerentes desta geração, as quais são fundamentais serem consideradas:

1) necessidade de aprender a partir de desafios reais, na busca de soluções inovadoras;
2) multitarefas;
3) engajados;
4) questionadores e
5) colaborativos, aprendem em redes.

Em suma, aprendemos de formas diferenciadas, temos habilidades e competências distintas, que precisam ser respeitadas, valorizadas e estimuladas.

Se nos causa sensação desagradável beber um café que contraria nossos paladares, imagina sermos forçados a aprendermos com métodos que não respeitem nossos estilos próprios de desenvolvimento. A Geração Y vem colaborar fenomenalmente alavancando um novo ensinar, para um novo aprender. Mas é fato: profissionais da educação têm expectativas com “eles” e “eles” também têm as suas com os profissionais da educação. A Gabi e o Rafinha nos ajudam a visualizar as características desta geração.

Fonte: http://www.tfedu.com.br/blog/Lists/Posts/Post.aspx?ID=9