Projeto Cinema no Caldeirão – 11/04

Olá Amigos

O filme de hoje no Projeto Cinema no Caldeirão é o “Blade Runner” do fantástico diretor Ridley Scott. Independente de o filme ser cult ou não ele toca numa questão que foi tema de um debate na lista de Blogs Educativos. O debate começou com a minha amiga Jenny Horta do blog PC e a Criança, sugerindo um texto para leitura intitulado A web 3.0 será a rede dos robôs? . Mais a frente a minha amiga Elisângela Zampieri do blog Sobre Educação fez um comentário na lista, que alem de altamente pertinente ela citava um texto indicado pelo nosso amigo José Roig do blog Letra Viva entre outros blogs.

O texto falava de um robô que foi programado para simular emoções humana, e que depois de passar 24 horas junto com uma pesquisadora o robô pirou. O robô ficou na frente da porta impedindo a pesquisadora de sair e ficou emitindo sons animalescos e só depois de desligado e que ela conseguiu sair.

Agora fico eu cá pensando com os meus botões onde isso vai dar? A Elisângela Zampieri cita no seu comentário:”de que pelo andar da carruagem em algum tempo conviverão civilizadamente, homens robotizados e robôs humanizados. Sinceramente, me pergunto: Pra que isso? Será que a solidão do ser humano chegou ao ponto de se submeter ao amor de um robô?”. Depois olhando o blog da Elisângela Zampieri encontrei um outro texto intitulado Inteligencia Artificial que vem acrescentar mais molho ao debate.

Baseado na novela “Do Androids Dream of Electric Sheep?” de Philip Kindred Dick, escrita em 1968 e dirigido por Ridley Scott em 1982. No ano de 2019 o mundo é um lugar caótico controlado por grandes corporações. Deckard (Harrison Ford) é um ex- blade runner (caçador de andróides, uma unidade especial da polícia) que é forçado a voltar à ativa após um grupo de replicantes (androides) se rebelar e fugir das colônias espaciais para Terra.

O filme toca em aspectos filosóficos sobre a natureza humana e tem uma vasta visão tecnológica de um futuro próximo, das condições políticas e sociais da Terra nesse tempo. Toca constantemente em temas como Inteligência Artificial (A.I) e Engenharia Genética. Tem cenários detalhados e efeitos visuais excelentes, além de personagens bem desenvolvidos, com diálogos ricos que mantém a trama mais viva e real. Para quem gosta de cinema e sci-fi é um filme indispensável.

A fotografia cheia de sombras e a grande maioria de cenas durante a noite indicam um futuro obscuro para a humanidade. Ainda nas perspectivas, é possível perceber no filme a grande influência dos povos orientais na sociedade de América do Norte, com muitos luminosos e o mandarim fluente em Los Angeles – isso que se começou a tratar agora em nossa realidade da ascendência de países como a China e o Japão no resto do mundo.

Na caracterização do filme, aspectos como o envolvimento da mocinha, que no caso é uma Replicante, com o protagonista e o clima noir remetem imediatamente à histórias de detetive. Diferente das outras películas do gênero, Blade Runner apresenta uma sociedade sem muitas extravagâncias, a não ser por cenas nas ruas em que, talvez como reflexo do ápice da globalização, é possível perceber Judeus, Krishnas e Islâmicos se esbarrando amigavelmente na multidão.

No que diz respeito aos Replicantes, estes pouco se assemelham a andróides, pois são cópias geneticamente melhoradas, de carne e sangue, de humanos. Eles estariam mais para os clones, tão pouco falados na época e tão famosos hoje em dia. É interessante perceber que esse debate ético com esse tipo de cobaias é permanente, inclusive no cinema, como visto recentemente no filme A Ilha (The Island, 2005) – filme que pode ser considerado um “Replicante” do universo de Blade Runner, no que diz respeito à roteiro.

Robôs e cinema são uma combinação fantástica. Filmes como O Dia em que a Terra Parou, Eu, Robô, Minority Report, AI – Inteligencia Artificial, O Homem Bicentenário, entre outros mostram um futuro onde homens e maquinas conviverão, nem sempre harmoniosamente. Se vamos estar vivos para vivenciar isso eu não sei mas que eu queria um Rose igualzinha a dos Jetsons eu queria muito.

Blade Runner é o filme de ficção perfeito. Não deixe de assistir e de ler as indicações pois esse debate é bem legal. Pois com o desenvolvimento atual da tecnologia, que cada vez nos aproxima mais desse momento, e, se alguma vez lá chegarmos teremos de encarar o fato de que não apenas nós somos capazes de pensar. E será a inteligência e a capacidade de raciocínio apenas aquilo que nos distingue da máquina, ou haverá algo mais que uma máquina nunca conseguirá ter, a “alma”.

Afinal você é um replicante ou não?

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Projeto Cinema no Caldeirão – 11/04

>Olá Amigos

O filme de hoje no Projeto Cinema no Caldeirão é o “Blade Runner” do fantástico diretor Ridley Scott. Independente de o filme ser cult ou não ele toca numa questão que foi tema de um debate na lista de Blogs Educativos. O debate começou com a minha amiga Jenny Horta do blog PC e a Criança, sugerindo um texto para leitura intitulado A web 3.0 será a rede dos robôs? . Mais a frente a minha amiga Elisângela Zampieri do blog Sobre Educação fez um comentário na lista, que alem de altamente pertinente ela citava um texto indicado pelo nosso amigo José Roig do blog Letra Viva entre outros blogs.

O texto falava de um robô que foi programado para simular emoções humana, e que depois de passar 24 horas junto com uma pesquisadora o robô pirou. O robô ficou na frente da porta impedindo a pesquisadora de sair e ficou emitindo sons animalescos e só depois de desligado e que ela conseguiu sair.

Agora fico eu cá pensando com os meus botões onde isso vai dar? A Elisângela Zampieri cita no seu comentário:”de que pelo andar da carruagem em algum tempo conviverão civilizadamente, homens robotizados e robôs humanizados. Sinceramente, me pergunto: Pra que isso? Será que a solidão do ser humano chegou ao ponto de se submeter ao amor de um robô?”. Depois olhando o blog da Elisângela Zampieri encontrei um outro texto intitulado Inteligencia Artificial que vem acrescentar mais molho ao debate.

Baseado na novela “Do Androids Dream of Electric Sheep?” de Philip Kindred Dick, escrita em 1968 e dirigido por Ridley Scott em 1982. No ano de 2019 o mundo é um lugar caótico controlado por grandes corporações. Deckard (Harrison Ford) é um ex- blade runner (caçador de andróides, uma unidade especial da polícia) que é forçado a voltar à ativa após um grupo de replicantes (androides) se rebelar e fugir das colônias espaciais para Terra.

O filme toca em aspectos filosóficos sobre a natureza humana e tem uma vasta visão tecnológica de um futuro próximo, das condições políticas e sociais da Terra nesse tempo. Toca constantemente em temas como Inteligência Artificial (A.I) e Engenharia Genética. Tem cenários detalhados e efeitos visuais excelentes, além de personagens bem desenvolvidos, com diálogos ricos que mantém a trama mais viva e real. Para quem gosta de cinema e sci-fi é um filme indispensável.

A fotografia cheia de sombras e a grande maioria de cenas durante a noite indicam um futuro obscuro para a humanidade. Ainda nas perspectivas, é possível perceber no filme a grande influência dos povos orientais na sociedade de América do Norte, com muitos luminosos e o mandarim fluente em Los Angeles – isso que se começou a tratar agora em nossa realidade da ascendência de países como a China e o Japão no resto do mundo.

Na caracterização do filme, aspectos como o envolvimento da mocinha, que no caso é uma Replicante, com o protagonista e o clima noir remetem imediatamente à histórias de detetive. Diferente das outras películas do gênero, Blade Runner apresenta uma sociedade sem muitas extravagâncias, a não ser por cenas nas ruas em que, talvez como reflexo do ápice da globalização, é possível perceber Judeus, Krishnas e Islâmicos se esbarrando amigavelmente na multidão.

No que diz respeito aos Replicantes, estes pouco se assemelham a andróides, pois são cópias geneticamente melhoradas, de carne e sangue, de humanos. Eles estariam mais para os clones, tão pouco falados na época e tão famosos hoje em dia. É interessante perceber que esse debate ético com esse tipo de cobaias é permanente, inclusive no cinema, como visto recentemente no filme A Ilha (The Island, 2005) – filme que pode ser considerado um “Replicante” do universo de Blade Runner, no que diz respeito à roteiro.

Robôs e cinema são uma combinação fantástica. Filmes como O Dia em que a Terra Parou, Eu, Robô, Minority Report, AI – Inteligencia Artificial, O Homem Bicentenário, entre outros mostram um futuro onde homens e maquinas conviverão, nem sempre harmoniosamente. Se vamos estar vivos para vivenciar isso eu não sei mas que eu queria um Rose igualzinha a dos Jetsons eu queria muito.

Blade Runner é o filme de ficção perfeito. Não deixe de assistir e de ler as indicações pois esse debate é bem legal. Pois com o desenvolvimento atual da tecnologia, que cada vez nos aproxima mais desse momento, e, se alguma vez lá chegarmos teremos de encarar o fato de que não apenas nós somos capazes de pensar. E será a inteligência e a capacidade de raciocínio apenas aquilo que nos distingue da máquina, ou haverá algo mais que uma máquina nunca conseguirá ter, a “alma”.

Afinal você é um replicante ou não?

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>The Best Posts

>Olá Amigos

Ontem fizemos uma postagem que levanta um tema sobre a eficiência de se ensinar ciências em blogs. A postagem teve uma repercussão bem legal (mais no pessoal de áreas afins) e que gerou boas postagens derivadas e algumas que foram descobertas por indicação.

O comentário/postagem do meu amigo Sérgio Lima (físico por excelência) postou em seu blog a resposta ao que foi levantado aqui no Caldeirão de Ideias. Leiam a postagem dele e todos os links sugeridos por ele para que você tem uma noção (ou será da dimensão) do assunto. Há também uma postagem da Cybele Meyer igualmente imperdível pois vem complementar o que o Sérgio, eu e o Jaime Balbino falamos.

O Jaime Balbino cita: “Aos que pensam que a “cientificação” do Saber tende a ser prejudicial para o processo de apropriação do próprio Saber, retirando Dele outras percepções e outros elementos não-quantitativos, como paixão ou encantamento; é importante refletir mais sobre o real papel da(s) linguagem(ns) no processo de apropriação do conhecimento. Talvez percebam que, quando utilizado num processo reflexivo profundo e “multi-lingual”, o modelo científico representa um momento importante, senão definitivo, para a reflexão e sistematização. É neste estágio que o indivíduo conquista a propriedade para argumentar sobre aquilo que aprendeu e conhece; e é através dele que a coletividade abandona o “senso-comum” em benefício do conhecimento.”

Olha pessoal os desdobramentos são imensos e os pontos de vistas não relacionados aqui precisam ser discutidos, então por isso, se você não concorda com a nossa opinião:

Comente, Opine.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

The Best Posts

Olá Amigos

Ontem fizemos uma postagem que levanta um tema sobre a eficiência de se ensinar ciências em blogs. A postagem teve uma repercussão bem legal (mais no pessoal de áreas afins) e que gerou boas postagens derivadas e algumas que foram descobertas por indicação.

O comentário/postagem do meu amigo Sérgio Lima (físico por excelência) postou em seu blog a resposta ao que foi levantado aqui no Caldeirão de Ideias. Leiam a postagem dele e todos os links sugeridos por ele para que você tem uma noção (ou será da dimensão) do assunto. Há também uma postagem da Cybele Meyer igualmente imperdível pois vem complementar o que o Sérgio, eu e o Jaime Balbino falamos.

O Jaime Balbino cita: “Aos que pensam que a “cientificação” do Saber tende a ser prejudicial para o processo de apropriação do próprio Saber, retirando Dele outras percepções e outros elementos não-quantitativos, como paixão ou encantamento; é importante refletir mais sobre o real papel da(s) linguagem(ns) no processo de apropriação do conhecimento. Talvez percebam que, quando utilizado num processo reflexivo profundo e “multi-lingual”, o modelo científico representa um momento importante, senão definitivo, para a reflexão e sistematização. É neste estágio que o indivíduo conquista a propriedade para argumentar sobre aquilo que aprendeu e conhece; e é através dele que a coletividade abandona o “senso-comum” em benefício do conhecimento.”

Olha pessoal os desdobramentos são imensos e os pontos de vistas não relacionados aqui precisam ser discutidos, então por isso, se você não concorda com a nossa opinião:

Comente, Opine.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

iPoint 3D: Controle uma Tela 3D com Gestos das suas Mãos!

Olá Amigos

Encontrei essa reportagem no Digital Drops e fiquei encantando com ela. Imagine controlar uma TV 3D com gestos das suas mãos, sem a necessidade de óculos ou luvas especiais? Parece algo saído de um filme de ficção científica, mas é uma tecnologia de verdade que será apresentada na CeBIT pela Fraunhofer-Gesellschaft.


O iPoint 3D é um gadget com duas câmeras FireWire que reconhece os movimentos das suas mãos e dedos em tempo real e transmite estes dados para o computador. Segundo o pesquisador Paul Chojecki, o sistema responde de forma instantânea sempre que a pessoa na frente da tela mexe as suas mãos.

Esta tecnologia pode ser usada de diversas formas, desde jogos até o ensino de medicina a distância, e como é prática, barata e simples, pode fazer muito sucesso no futuro.

Saiba mais no site da Fraunhofer-Gesellschaft.

Fonte: http://digitaldrops.com.br/drops/2009/02/ipoint-3d-controle-uma-tela-3d-com-gestos-das-maos.html

>iPoint 3D: Controle uma Tela 3D com Gestos das suas Mãos!

>Olá Amigos

Encontrei essa reportagem no Digital Drops e fiquei encantando com ela. Imagine controlar uma TV 3D com gestos das suas mãos, sem a necessidade de óculos ou luvas especiais? Parece algo saído de um filme de ficção científica, mas é uma tecnologia de verdade que será apresentada na CeBIT pela Fraunhofer-Gesellschaft.


O iPoint 3D é um gadget com duas câmeras FireWire que reconhece os movimentos das suas mãos e dedos em tempo real e transmite estes dados para o computador. Segundo o pesquisador Paul Chojecki, o sistema responde de forma instantânea sempre que a pessoa na frente da tela mexe as suas mãos.

Esta tecnologia pode ser usada de diversas formas, desde jogos até o ensino de medicina a distância, e como é prática, barata e simples, pode fazer muito sucesso no futuro.

Saiba mais no site da Fraunhofer-Gesellschaft.

Fonte: http://digitaldrops.com.br/drops/2009/02/ipoint-3d-controle-uma-tela-3d-com-gestos-das-maos.html