Vídeo aprende a aprender

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=onQrYYFf2to&hl=]

O vídeo trata da incessante busca pelo conhecimento, por novos conhecimentos advindos através da experimentação de errros e acertos, da persistência, de superação dos medos diante de novas formas de aprendizado. Assim, o saber adquirido, quando construído num ambiente colaborativo, torna-se mais estimulante e desafiador e por fim, torna-se um conhecimento, que paulatinamente vai se solidificando ao mesmo tempo em que encontra-se em permanente construção, ou seja, conceitos que aos serem experimentados várias vezes e comprovada a sua eficácia vão se solidificando enquanto outros ainda vão sendo testados, num constante processo construtivo de novos saberes diante de novos desafios e o resultado, como apresenta o vídeo, numa luminosidade interior, na luz do conhecimento agora parte integrante do ser que se propõe a desafios, quer seja em seu trabalho, em sua família, em seu próprio íntimo.

Eis um grande desafio para a Educação, para os profissionais realmente envolvidos no desejo de contribuir para uma geração de cidadãos capazes de refletir, experimentar, errar e aprender com os erros, criticar com autenticidade. Enfim, a sociedade tem esse papel fundamental, o de contribuir para que essa geração exista. E no âmbito educacional, tem-se a oportunidade de ver, sentir alunos como sementes diversificadas, que, com o devido cuidado, e sobretudo se podadas na medida e tempo certos, acompanhadas em seu processo de evolução e crescimento, darão certamente bons frutos, mas caso sejam abandonadas a sua própria sorte, resultarão no incerto, não darão frutos como as bem cuidadas ou pior ainda, tornar-se-ão ervas daninhas na sociedade.

Que cada um de nós tenha consciência de quão grande é o papel do educador diante das sementes lançadas em suas salas de aula a cada ano letivo… e que cuide, com carinho, com as mãos de delicado jardineiro, dessa fantástica possibilidade de mudar o ambiente escolar de forma positiva e paulatina. Cada gesto reflete no outro uma reação. Que os gestos dos educadores sejam com o olhar na colheita de cidadãos na literalidade do termo, únicos, preciosos, que um dia foram sementes em boas mãos e bons cuidados.

Nas palavras de Khalil Gibran, ” as flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer”.

Essa postagem foi retirada do Blog Tecnologias na Educação da minha irmanzinha Lu Lopes ( http://twitter.com/llulopes ), que tá iniciando com o mundo dos blogs. Vamos prestigiar.

Fonte: http://llucienellopes.blogspot.com/2009/06/video-aprende-aprender.html

>Vídeo aprende a aprender

>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=onQrYYFf2to&hl=]

O vídeo trata da incessante busca pelo conhecimento, por novos conhecimentos advindos através da experimentação de errros e acertos, da persistência, de superação dos medos diante de novas formas de aprendizado. Assim, o saber adquirido, quando construído num ambiente colaborativo, torna-se mais estimulante e desafiador e por fim, torna-se um conhecimento, que paulatinamente vai se solidificando ao mesmo tempo em que encontra-se em permanente construção, ou seja, conceitos que aos serem experimentados várias vezes e comprovada a sua eficácia vão se solidificando enquanto outros ainda vão sendo testados, num constante processo construtivo de novos saberes diante de novos desafios e o resultado, como apresenta o vídeo, numa luminosidade interior, na luz do conhecimento agora parte integrante do ser que se propõe a desafios, quer seja em seu trabalho, em sua família, em seu próprio íntimo.

Eis um grande desafio para a Educação, para os profissionais realmente envolvidos no desejo de contribuir para uma geração de cidadãos capazes de refletir, experimentar, errar e aprender com os erros, criticar com autenticidade. Enfim, a sociedade tem esse papel fundamental, o de contribuir para que essa geração exista. E no âmbito educacional, tem-se a oportunidade de ver, sentir alunos como sementes diversificadas, que, com o devido cuidado, e sobretudo se podadas na medida e tempo certos, acompanhadas em seu processo de evolução e crescimento, darão certamente bons frutos, mas caso sejam abandonadas a sua própria sorte, resultarão no incerto, não darão frutos como as bem cuidadas ou pior ainda, tornar-se-ão ervas daninhas na sociedade.

Que cada um de nós tenha consciência de quão grande é o papel do educador diante das sementes lançadas em suas salas de aula a cada ano letivo… e que cuide, com carinho, com as mãos de delicado jardineiro, dessa fantástica possibilidade de mudar o ambiente escolar de forma positiva e paulatina. Cada gesto reflete no outro uma reação. Que os gestos dos educadores sejam com o olhar na colheita de cidadãos na literalidade do termo, únicos, preciosos, que um dia foram sementes em boas mãos e bons cuidados.

Nas palavras de Khalil Gibran, ” as flores desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer”.

Essa postagem foi retirada do Blog Tecnologias na Educação da minha irmanzinha Lu Lopes ( http://twitter.com/llulopes ), que tá iniciando com o mundo dos blogs. Vamos prestigiar.

Fonte: http://llucienellopes.blogspot.com/2009/06/video-aprende-aprender.html

Blogs educativos


Os blogs educativos ou blogues educativos ou edublogues são publicações (quase sempre ordenadas cronológicamente), que levam vantagem sobre as Home pages pela facilidade de criação, manutenção e publicação, já que atualmente não é necessário nenhum conhecimento em programação para criá-los e atualizá-los.

Além disso, os edublogues permitem a publicação de idéias em tempo real e possibilitam a interação com qualquer pessoa do mundo que esteja conectada. Sua principal característica são os textos que podem ser lidos e comentados, abrangendo uma infinidade de assuntos: diários, notícias, poesias, músicas, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir, desde que dentro de um contexto educacional ou pedagógico.

Como num veloz arquivo eletrônico, ele permite a abordagem de diversos assuntos, aumentando a interatividade com os visitantes, que passam a constituir uma comunidade. Ampliam-se assim, as possibilidades de um diálogo com outras formas de saber entre as diferentes disciplinas do conhecimento escolar. Os blogs podem ajudar a construir redes sociais, redes de saberes ou mesmo comunidades de aprendizagem.

Na educação, os blogs são uma excelente ferramenta para publicação de idéias. Esses diários eletrônicos são uma ferramenta diferente, com potencial para reinventar o trabalho pedagógico.

Blogs em ação

Os conhecimentos adquiridos pela turma durante os projetos de estudo, bem como as demais atividades, podem ser registradas no blog, sendo possível enriquecer os relatos com links, fotos, ilustrações e sons. Os blogs são usados com o objetivo de desenvolver o hábito de registro e para divulgar boas iniciativas. São estratégias que visam dar a palavra aos estudantes e desenvolver a sua criatividade.

Todo o processo, desde escolher o servidor, eleger e editar o visual, inscrever os participantes e decidir o nome e os objetivos do blog, pode ser feito coletivamente. Também é possível fazer do blog um jornal da turma.

Vantagens dos blogs educativos

Os blogs são um espaço privilegiado para a organização de aulas, oficinas, pesquisas, onde pode-se sistematizar um assunto organizando-o de acordo com as necessidades específicas de um grupo (de alunos ou professores), constituindo-se em um significativo do processo de aprendizagem. A sua aplicação no cotidiano escolar pode se dar na forma de blogs pessoais onde os alunos escrevem livremente, bem como podem ser Blogs voltados para os conteúdos abordados através da publicações de notícias, reportagem, pesquisas, histórias, debates ou através da criação de textos.

Alguns motivos para usar blogs como atividade de ensino-aprendizagem

1. A web é uma ótima ferramenta para compartilhar conhecimento.
2. Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
3. Desenvolver a habilidade de gerenciar informação.
4. Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento.
5. Evitar o retrabalho docente. Uma vez publicado você só precisa aperfeiçoar!!!
6. Desenvolver o espírito de colaboração (aprender a conviver)
7. Aprender a aprender.

A utilização de blogs na educação, possibilita o enriquecimento das aulas e projetos através da publicação e interação de idéias na Internet. Basta adequá-los aos objetivos educacionais, para que o conhecimento seja construído através da interação dos recursos informáticos e das capacidades individuais, criando um ambiente favorável para a aprendizagem.

Algumas possibilidades

Para professores

1. Desenvolvimento de projetos escolares.
2. Trabalhos Inter-trans-Multi disciplinares.
3. Produção de material instrucional.
4. Outras atividades

Para alunos

1. Produção de resumos/sínteses da matéria.
2. Log (descrição) de desenvolvimento de projetos escolares.
3. Aprendizagem colaborativa.

Para professores e alunos

Conversações sobre assuntos iniciados em sala, e que podem ser aprofundados em Lista de discussão, com síntese numa wiki.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogs_educativos

>Blogs educativos

>
Os blogs educativos ou blogues educativos ou edublogues são publicações (quase sempre ordenadas cronológicamente), que levam vantagem sobre as Home pages pela facilidade de criação, manutenção e publicação, já que atualmente não é necessário nenhum conhecimento em programação para criá-los e atualizá-los.

Além disso, os edublogues permitem a publicação de idéias em tempo real e possibilitam a interação com qualquer pessoa do mundo que esteja conectada. Sua principal característica são os textos que podem ser lidos e comentados, abrangendo uma infinidade de assuntos: diários, notícias, poesias, músicas, fotografias, enfim, tudo que a imaginação do autor permitir, desde que dentro de um contexto educacional ou pedagógico.

Como num veloz arquivo eletrônico, ele permite a abordagem de diversos assuntos, aumentando a interatividade com os visitantes, que passam a constituir uma comunidade. Ampliam-se assim, as possibilidades de um diálogo com outras formas de saber entre as diferentes disciplinas do conhecimento escolar. Os blogs podem ajudar a construir redes sociais, redes de saberes ou mesmo comunidades de aprendizagem.

Na educação, os blogs são uma excelente ferramenta para publicação de idéias. Esses diários eletrônicos são uma ferramenta diferente, com potencial para reinventar o trabalho pedagógico.

Blogs em ação

Os conhecimentos adquiridos pela turma durante os projetos de estudo, bem como as demais atividades, podem ser registradas no blog, sendo possível enriquecer os relatos com links, fotos, ilustrações e sons. Os blogs são usados com o objetivo de desenvolver o hábito de registro e para divulgar boas iniciativas. São estratégias que visam dar a palavra aos estudantes e desenvolver a sua criatividade.

Todo o processo, desde escolher o servidor, eleger e editar o visual, inscrever os participantes e decidir o nome e os objetivos do blog, pode ser feito coletivamente. Também é possível fazer do blog um jornal da turma.

Vantagens dos blogs educativos

Os blogs são um espaço privilegiado para a organização de aulas, oficinas, pesquisas, onde pode-se sistematizar um assunto organizando-o de acordo com as necessidades específicas de um grupo (de alunos ou professores), constituindo-se em um significativo do processo de aprendizagem. A sua aplicação no cotidiano escolar pode se dar na forma de blogs pessoais onde os alunos escrevem livremente, bem como podem ser Blogs voltados para os conteúdos abordados através da publicações de notícias, reportagem, pesquisas, histórias, debates ou através da criação de textos.

Alguns motivos para usar blogs como atividade de ensino-aprendizagem

1. A web é uma ótima ferramenta para compartilhar conhecimento.
2. Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica, o que é fundamental no processo de ensino-aprendizagem.
3. Desenvolver a habilidade de gerenciar informação.
4. Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento.
5. Evitar o retrabalho docente. Uma vez publicado você só precisa aperfeiçoar!!!
6. Desenvolver o espírito de colaboração (aprender a conviver)
7. Aprender a aprender.

A utilização de blogs na educação, possibilita o enriquecimento das aulas e projetos através da publicação e interação de idéias na Internet. Basta adequá-los aos objetivos educacionais, para que o conhecimento seja construído através da interação dos recursos informáticos e das capacidades individuais, criando um ambiente favorável para a aprendizagem.

Algumas possibilidades

Para professores

1. Desenvolvimento de projetos escolares.
2. Trabalhos Inter-trans-Multi disciplinares.
3. Produção de material instrucional.
4. Outras atividades

Para alunos

1. Produção de resumos/sínteses da matéria.
2. Log (descrição) de desenvolvimento de projetos escolares.
3. Aprendizagem colaborativa.

Para professores e alunos

Conversações sobre assuntos iniciados em sala, e que podem ser aprofundados em Lista de discussão, com síntese numa wiki.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Blogs_educativos

A escola “daquele tempo”

Antônio Gois

É muito comum ouvir alguém com mais de 40 anos dizer, com tom nostálgico, que a escola pública “do meu tempo” tinha qualidade, que os professores ensinavam para valer, que os alunos tinham disciplina ou que as escolas particulares eram uma opção apenas para os alunos mais fracos.

Muitas dessas afirmações são verdadeiras, outras exageradas. O fato é que não se pode comparar a escola pública de hoje e a “daquele tempo” sem levar em conta que, no passado, essa escola era para poucos.

Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo IBGE (www.ibge.gov.br) dá bem uma noção de como a escola pública era um privilégio de poucos no passado.

Segundo o IBGE, em 1940, o Brasil tinha 3,3 milhões de estudantes no primário, secundário e técnico (equivalentes hoje ao ensino fundamental e médio). O número de brasileiros em idade para estudar em um desses níveis de ensino, no entanto, era muito maior: 15,5 milhões de pessoas de 5 a 19 anos de idade.

Isso significa que os estudantes efetivamente na escola representavam apenas 21% da população em idade escolar. Em 1960, essa porcentagem subiu para 31%, mas continuou muito baixa. Somente em 1998 o país chegou próximo de ter todos os jovens e crianças na escola: 86%.

Para não ficar só nos números, qualquer pessoa pode comparar o elitismo da escola pública no passado comparando fotos. Reparem só como as fotos de escolas públicas do passado apresentam apenas crianças de cor branca, bem vestidas, com uniformes impecáveis.

Hoje, felizmente, a escola pública, pelo menos no ensino fundamental, se massificou. Nela, há pobres, pretos, filhos de analfabetos, enfim, crianças que não encontravam lugar na escola “daquele tempo”.

Apesar de não haver estatísticas que possam comprovar essa tese, é bem provável que a escola pública tenha mesmo perdido qualidade. Isso aconteceu quando ela teve que abrir as portas para a população mais pobre. Quando ficou democrática, do ponto de vista do acesso, ela perdeu também em qualidade.

Hoje, o grande desafio é garantir qualidade para todos. Impedir, por exemplo, que as crianças cheguem à quarta série sem saber ler e escrever. E antes que alguém coloque a culpa no sistema de ciclos (onde não há reprovação todo ano), vale dizer que ele existe apenas a partir da década de 90 e representa existe em pouco mais de 10% do total de escolas. Nossas crianças não estão aprendendo, seja em ciclos, seja em sistemas seriados, seja em qualquer outro sistema que tenha sido massificado.

A comparação com o passado é desejável quando se acredita que é possível voltar a ter qualidade na escola pública. É preciso tomar cuidado, no entanto, para não deixar de considerar que estamos comparando duas escolas bem diferentes. Uma que, no passado, atendia aos ricos e outra que, atualmente, atende a todos.

Para resumir, eu simplificaria a questão dizendo que nosso sistema público melhorou muito porque passou a atender a todos, mas falhou ao não conseguir manter para esses novos estudantes a mesma qualidade do ensino que dava aos filhos da elite no passado.

Nota sobre o autor: Antônio Gois é repórter da Folha de S.Paulo.

Fonte: http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/a_gois/index.htm

>A escola “daquele tempo”

>Antônio Gois

É muito comum ouvir alguém com mais de 40 anos dizer, com tom nostálgico, que a escola pública “do meu tempo” tinha qualidade, que os professores ensinavam para valer, que os alunos tinham disciplina ou que as escolas particulares eram uma opção apenas para os alunos mais fracos.

Muitas dessas afirmações são verdadeiras, outras exageradas. O fato é que não se pode comparar a escola pública de hoje e a “daquele tempo” sem levar em conta que, no passado, essa escola era para poucos.

Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo IBGE (www.ibge.gov.br) dá bem uma noção de como a escola pública era um privilégio de poucos no passado.

Segundo o IBGE, em 1940, o Brasil tinha 3,3 milhões de estudantes no primário, secundário e técnico (equivalentes hoje ao ensino fundamental e médio). O número de brasileiros em idade para estudar em um desses níveis de ensino, no entanto, era muito maior: 15,5 milhões de pessoas de 5 a 19 anos de idade.

Isso significa que os estudantes efetivamente na escola representavam apenas 21% da população em idade escolar. Em 1960, essa porcentagem subiu para 31%, mas continuou muito baixa. Somente em 1998 o país chegou próximo de ter todos os jovens e crianças na escola: 86%.

Para não ficar só nos números, qualquer pessoa pode comparar o elitismo da escola pública no passado comparando fotos. Reparem só como as fotos de escolas públicas do passado apresentam apenas crianças de cor branca, bem vestidas, com uniformes impecáveis.

Hoje, felizmente, a escola pública, pelo menos no ensino fundamental, se massificou. Nela, há pobres, pretos, filhos de analfabetos, enfim, crianças que não encontravam lugar na escola “daquele tempo”.

Apesar de não haver estatísticas que possam comprovar essa tese, é bem provável que a escola pública tenha mesmo perdido qualidade. Isso aconteceu quando ela teve que abrir as portas para a população mais pobre. Quando ficou democrática, do ponto de vista do acesso, ela perdeu também em qualidade.

Hoje, o grande desafio é garantir qualidade para todos. Impedir, por exemplo, que as crianças cheguem à quarta série sem saber ler e escrever. E antes que alguém coloque a culpa no sistema de ciclos (onde não há reprovação todo ano), vale dizer que ele existe apenas a partir da década de 90 e representa existe em pouco mais de 10% do total de escolas. Nossas crianças não estão aprendendo, seja em ciclos, seja em sistemas seriados, seja em qualquer outro sistema que tenha sido massificado.

A comparação com o passado é desejável quando se acredita que é possível voltar a ter qualidade na escola pública. É preciso tomar cuidado, no entanto, para não deixar de considerar que estamos comparando duas escolas bem diferentes. Uma que, no passado, atendia aos ricos e outra que, atualmente, atende a todos.

Para resumir, eu simplificaria a questão dizendo que nosso sistema público melhorou muito porque passou a atender a todos, mas falhou ao não conseguir manter para esses novos estudantes a mesma qualidade do ensino que dava aos filhos da elite no passado.

Nota sobre o autor: Antônio Gois é repórter da Folha de S.Paulo.

Fonte: http://www2.uol.com.br/aprendiz/n_colunas/a_gois/index.htm

Jovens explicam para que serve o Twitter

27/04/2009 – 07h43

TARSO ARAUJO
da Folha de S.Paulo

Folhateen Quando o americano Jack Dorsey teve a ideia de criar o Twitter, seu objetivo era tão simples quanto sugere a questão “o que você está fazendo agora?”.

A pergunta que ele queria fazer a seus amigos está até hoje no alto da página principal do site (twitter.com), para ser respondida pelos usuários em textos de até 140 caracteres. Mas dois anos, oito meses e milhões de usuários depois, as pessoas usam esses pequenos textos para muito mais do que falar da sua vida.

“Eu já usei o Twitter para prever o tempo”, diz Vinícius Alves, 22, conhecido no site como @v_fox (a arroba é usada antes do “nick” para identificar os usuários). Estudante de administração, ele saía para a aula quando uma amiga que mora ao lado do campus, do outro lado da cidade, escreveu no Twitter: “Começou a chover”.

Gabriel Lordêllo/Folha Imagem
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e seus amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva

Apesar do Sol, saiu de guarda-chuva. E não deu outra. “Cheguei lá e estava chovendo mesmo”, diz. Fugir da chuva só foi possível graças a uma das principais características do Twitter: o imediatismo. É dessa comunicação em tempo real que depende também o que, provavelmente, é a principal utilidade do serviço.

“Ele é perfeito para quem gosta de saber tudo que acontece na mesma hora”, diz Tessalia de Castro, 22, a @twittess, mulher mais popular do Twitter no Brasil.

Tudo agora

De fato, o primeiro grande momento do Twitter na mídia foi quando um avião caiu no rio Hudson, em Nova York. Um usuário que estava passando mandou de seu celular: “Tem um avião no Hudson”. Nos primeiros minutos após o acidente, só sabia da notícia quem o seguia no Twitter.

A maior parte do que se escreve no Twitter, porém, não tem nada de emocionante. “Escrevo no meu Twitter como se fosse um diário. Sinceramente, acho ele meio inútil para quem me segue”, diz Laís Ferreira, 16, a @singledout, que vê uma utilidade muita clara em estar lá.

“A maioria das bandas hoje em dia tem Twitter, então é legal para saber mais da vida delas”, diz a estudante, que segue o The Used e o My Chemical Romance, entre outros artistas.

“O que leio no Twitter acaba virando assunto quando converso com meus amigos sobre as bandas”, diz @singledout, que mora no Rio e conheceu @v_fox (que é de Vitória) por gostar das mesmas bandas.

Pois é, como em qualquer comunidade virtual –coisa que o Twitter também é– distância geográfica é um pequeno detalhe. “Você faz contatos por afinidades”, diz @twittess.

Mas até para conhecer pessoas no mundo real o Twitter funciona. “Combino com os amigos pelo Twitter e vou a um bar. Às vezes, vem gente que nem conhecemos. Quando percebemos, já tem gente nova na roda”, diz @v_fox.

Como você nem sempre conhece quem o está seguindo, vale tomar cuidados, como fez a designer de internet Cris Rocha (@mjcoffeeholick), 30, que bloqueou seu perfil para evitar a bisbilhotice do chefe. Isso na época em que tinha emprego, porque, no ano passado, ela entrou no Twitter e passou a colocar links dos sites que criava. “Começaram a aparecer tantas propostas de trabalho que, ou continuava na empresa, ou ia trabalhar como free-lancer”, diz. Acabou valendo a segunda opção.

Diga-me quem segues…

Para sua vida no Twitter servir para alguma coisa, é preciso saber escolher quem seguir. “No Orkut, a gente é amigo de quem é nosso amigo. No Twitter, uma pessoa pode te seguir sem que você a siga, e vice-versa”, explica Raquel Camargo (@raquelcamargo), 22, blogueira do Twitter Brasil e gerente de social media numa empresa de comunicação.

“Se você acha que a pessoa não traz coisas interessantes, é só não segui-la. E tem mesmo muita gente que usa o Twitter como divã”, diz.

Para ela, muitos não acham graça, no começo, porque têm a sensação de que estão falando sozinhos. Isso muda quando começam a seguir e a serem seguidos por pessoas que “twittam” sobre assuntos de que gostam. “Aí tudo começa a fazer sentido. Precisa de um tempinho para pegar o ritmo”, diz.

Cuidado: pode viciar

E é aí que mora o perigo. Como a mensagem é curta, as pessoas podem “twittar” qualquer coisa que venha à cabeça. E o ritmo fica insano. “Realmente, acho que toma mais tempo da minha vida do que deveria”, diz @twittess, que chega a “twittar” 30 vezes por dia, às vezes.

“Estou viciado. Vejo algo interessante na rua e já vou logo pegando o celular para twittar”, diz @vfox.

O curioso é que o “interessante” pode ser tão variado quanto o gosto dos mais de 250 mil usuários brasileiros do serviço. E é por isso que a pergunta “para que serve o Twitter?” tem tantas respostas. “O Twitter em si não tem um propósito. Cada um dá o seu propósito a ele”, diz @vfox. Então, tente descobrir o seu. E aprecie com moderação.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u556698.shtml

>Jovens explicam para que serve o Twitter

>27/04/2009 – 07h43

TARSO ARAUJO
da Folha de S.Paulo

Folhateen Quando o americano Jack Dorsey teve a ideia de criar o Twitter, seu objetivo era tão simples quanto sugere a questão “o que você está fazendo agora?”.

A pergunta que ele queria fazer a seus amigos está até hoje no alto da página principal do site (twitter.com), para ser respondida pelos usuários em textos de até 140 caracteres. Mas dois anos, oito meses e milhões de usuários depois, as pessoas usam esses pequenos textos para muito mais do que falar da sua vida.

“Eu já usei o Twitter para prever o tempo”, diz Vinícius Alves, 22, conhecido no site como @v_fox (a arroba é usada antes do “nick” para identificar os usuários). Estudante de administração, ele saía para a aula quando uma amiga que mora ao lado do campus, do outro lado da cidade, escreveu no Twitter: “Começou a chover”.

Gabriel Lordêllo/Folha Imagem
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e seus amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva
Vinícius (à dir.), o @v_fox, e amigos em encontro marcado pelo Twitter; ele já usou o microblog para se precaver contra a chuva

Apesar do Sol, saiu de guarda-chuva. E não deu outra. “Cheguei lá e estava chovendo mesmo”, diz. Fugir da chuva só foi possível graças a uma das principais características do Twitter: o imediatismo. É dessa comunicação em tempo real que depende também o que, provavelmente, é a principal utilidade do serviço.

“Ele é perfeito para quem gosta de saber tudo que acontece na mesma hora”, diz Tessalia de Castro, 22, a @twittess, mulher mais popular do Twitter no Brasil.

Tudo agora

De fato, o primeiro grande momento do Twitter na mídia foi quando um avião caiu no rio Hudson, em Nova York. Um usuário que estava passando mandou de seu celular: “Tem um avião no Hudson”. Nos primeiros minutos após o acidente, só sabia da notícia quem o seguia no Twitter.

A maior parte do que se escreve no Twitter, porém, não tem nada de emocionante. “Escrevo no meu Twitter como se fosse um diário. Sinceramente, acho ele meio inútil para quem me segue”, diz Laís Ferreira, 16, a @singledout, que vê uma utilidade muita clara em estar lá.

“A maioria das bandas hoje em dia tem Twitter, então é legal para saber mais da vida delas”, diz a estudante, que segue o The Used e o My Chemical Romance, entre outros artistas.

“O que leio no Twitter acaba virando assunto quando converso com meus amigos sobre as bandas”, diz @singledout, que mora no Rio e conheceu @v_fox (que é de Vitória) por gostar das mesmas bandas.

Pois é, como em qualquer comunidade virtual –coisa que o Twitter também é– distância geográfica é um pequeno detalhe. “Você faz contatos por afinidades”, diz @twittess.

Mas até para conhecer pessoas no mundo real o Twitter funciona. “Combino com os amigos pelo Twitter e vou a um bar. Às vezes, vem gente que nem conhecemos. Quando percebemos, já tem gente nova na roda”, diz @v_fox.

Como você nem sempre conhece quem o está seguindo, vale tomar cuidados, como fez a designer de internet Cris Rocha (@mjcoffeeholick), 30, que bloqueou seu perfil para evitar a bisbilhotice do chefe. Isso na época em que tinha emprego, porque, no ano passado, ela entrou no Twitter e passou a colocar links dos sites que criava. “Começaram a aparecer tantas propostas de trabalho que, ou continuava na empresa, ou ia trabalhar como free-lancer”, diz. Acabou valendo a segunda opção.

Diga-me quem segues…

Para sua vida no Twitter servir para alguma coisa, é preciso saber escolher quem seguir. “No Orkut, a gente é amigo de quem é nosso amigo. No Twitter, uma pessoa pode te seguir sem que você a siga, e vice-versa”, explica Raquel Camargo (@raquelcamargo), 22, blogueira do Twitter Brasil e gerente de social media numa empresa de comunicação.

“Se você acha que a pessoa não traz coisas interessantes, é só não segui-la. E tem mesmo muita gente que usa o Twitter como divã”, diz.

Para ela, muitos não acham graça, no começo, porque têm a sensação de que estão falando sozinhos. Isso muda quando começam a seguir e a serem seguidos por pessoas que “twittam” sobre assuntos de que gostam. “Aí tudo começa a fazer sentido. Precisa de um tempinho para pegar o ritmo”, diz.

Cuidado: pode viciar

E é aí que mora o perigo. Como a mensagem é curta, as pessoas podem “twittar” qualquer coisa que venha à cabeça. E o ritmo fica insano. “Realmente, acho que toma mais tempo da minha vida do que deveria”, diz @twittess, que chega a “twittar” 30 vezes por dia, às vezes.

“Estou viciado. Vejo algo interessante na rua e já vou logo pegando o celular para twittar”, diz @vfox.

O curioso é que o “interessante” pode ser tão variado quanto o gosto dos mais de 250 mil usuários brasileiros do serviço. E é por isso que a pergunta “para que serve o Twitter?” tem tantas respostas. “O Twitter em si não tem um propósito. Cada um dá o seu propósito a ele”, diz @vfox. Então, tente descobrir o seu. E aprecie com moderação.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u556698.shtml

Quebra Tudo

Olá Amigos

Uma discussão iniciada na lista de discussão edublogosfera sobre a reportagem “MEC pretende acabar com a divisão por disciplinas no ensino médio público em 2010” gerou um debate bem legal acerca do tema.

http://www.colegiointerativa.com.br/netmanager/imagens/upload/ensino%20m%C3%A9dio%201%20-2007-2-05.jpg

Para quem não leu sobre o assunto aqui vai um pequeno resumo: “um projeto apresentado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) pretende mudar a organização curricular do ensino médio público do país. A partir das orientações que vão constar nesse projeto, cada rede de ensino vai definir o seu modelo de currículo e organização das escolas. Além da possibilidade de o aluno escolher as disciplinas complementares às básicas, está previsto que o atual modelo da grade curricular, dividido em 12 disciplinas tradicionais, seja dividido em eixos mais amplos como linguagens e ciências humanas. Outra mudança é o aumento da carga horária de 2,4 mil para 3 mil horas/ano e a inclusão de atividades práticas para complementar o aprendizado. O projeto, que está sendo chamado de “ensino médio inovador”, pode começar a funcionar já em 2010. A mudança vale só para o ensino público.

No texto há uma citação assim”- A escola deixa de ser um auditório da informação e passa a ser um laboratório de aprendizagem” numa colocação feita pelo conselheiro Francisco Aparecido Cordão, relator do projeto no CNE. Para ele, o atual modelo curricular aprisiona as escolas.

O projeto do MEC sugere ainda que programas de incentivo à leitura estejam previstos na nova organização pedagógica. Outra orientação é valorizar as atividades artísticas e culturais dentro do currículo. Ai eu me lembrei dos vídeos do Sir Ken Robinson que a Suzana Gutierrez indicou sobre criatividade intitulada “A escola mata a criatividade? ” onde ele coloca por que não ensinar dança na mesma proporção de matemática ou português.

Ensinar o professorado “das antigas” a saltar de Bumping Jumping (pois vai ser assim que eles vão se sentir) vai ser difícil, mas que essa transformação vai gerar muita confusão e vai encontrar muita resistência, ah meus amigos não duvidem, mas na minha humilde opinião esse é o único caminho para a redenção do ensino médio. Aqui tem uma reportagem intitulada “Mudança no ensino médio é elogiada, porém proposta deve ser aperfeiçoada, dizem especialistas” onde vários especialistas elogiam a proposta mas apenas acham que ela precisa de ajustes

Espero ver os frutos dessa ruptura num prazo curto de tempo. E você ta esperando oque sobre essa mudança ou pensando sobre isso tudo?

Faz então assim: Comente.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Quebra Tudo

>Olá Amigos

Uma discussão iniciada na lista de discussão edublogosfera sobre a reportagem “MEC pretende acabar com a divisão por disciplinas no ensino médio público em 2010” gerou um debate bem legal acerca do tema.

http://www.colegiointerativa.com.br/netmanager/imagens/upload/ensino%20m%C3%A9dio%201%20-2007-2-05.jpg

Para quem não leu sobre o assunto aqui vai um pequeno resumo: “um projeto apresentado ao Conselho Nacional de Educação (CNE) pretende mudar a organização curricular do ensino médio público do país. A partir das orientações que vão constar nesse projeto, cada rede de ensino vai definir o seu modelo de currículo e organização das escolas. Além da possibilidade de o aluno escolher as disciplinas complementares às básicas, está previsto que o atual modelo da grade curricular, dividido em 12 disciplinas tradicionais, seja dividido em eixos mais amplos como linguagens e ciências humanas. Outra mudança é o aumento da carga horária de 2,4 mil para 3 mil horas/ano e a inclusão de atividades práticas para complementar o aprendizado. O projeto, que está sendo chamado de “ensino médio inovador”, pode começar a funcionar já em 2010. A mudança vale só para o ensino público.

No texto há uma citação assim”- A escola deixa de ser um auditório da informação e passa a ser um laboratório de aprendizagem” numa colocação feita pelo conselheiro Francisco Aparecido Cordão, relator do projeto no CNE. Para ele, o atual modelo curricular aprisiona as escolas.

O projeto do MEC sugere ainda que programas de incentivo à leitura estejam previstos na nova organização pedagógica. Outra orientação é valorizar as atividades artísticas e culturais dentro do currículo. Ai eu me lembrei dos vídeos do Sir Ken Robinson que a Suzana Gutierrez indicou sobre criatividade intitulada “A escola mata a criatividade? ” onde ele coloca por que não ensinar dança na mesma proporção de matemática ou português.

Ensinar o professorado “das antigas” a saltar de Bumping Jumping (pois vai ser assim que eles vão se sentir) vai ser difícil, mas que essa transformação vai gerar muita confusão e vai encontrar muita resistência, ah meus amigos não duvidem, mas na minha humilde opinião esse é o único caminho para a redenção do ensino médio. Aqui tem uma reportagem intitulada “Mudança no ensino médio é elogiada, porém proposta deve ser aperfeiçoada, dizem especialistas” onde vários especialistas elogiam a proposta mas apenas acham que ela precisa de ajustes

Espero ver os frutos dessa ruptura num prazo curto de tempo. E você ta esperando oque sobre essa mudança ou pensando sobre isso tudo?

Faz então assim: Comente.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna