Recursos digitais: Banco Internacional de Objetos Educacionais

O Banco Internacional de Objetos Educacionais tem por objetivo principal localizar, catalogar, avaliar e disponibilizar objetos educacionais digitais elaborados em diversas mídias nas áreas de conhecimento previstas pela educação infantil, básica, profissional e superior.


O Banco Internacional de Objetos Educacionais teve início em 2007, sendo lançado nacionalmente em 2008.

Fonte:
Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia

Aproprie-se

http://objetoseducacionais2.mec.gov.br

Abraços 

Equipe NTE Itaperuna

Crônica: Professores (e Professauros…)

por Nilton Carlos da Silva Brasil

Mais um ano vai se iniciar… E aproveitando essa oportunidade, vamos voltar a um tema bem “Pré-Histórico……. O que este título vem a sugerir? Qual a relação existente entre o professor e o simpático dinossauro?
Os dinossauros são espécies extremamente simpáticas, principalmente para as crianças. Os meninos os adoram. Dinossauros eram criaturas de outros tempos, de diferentes alturas e comprimento. Fazendo uma comparação dos dinossauros com os professores, chegamos a conclusão que ainda existem professores de outros tempos pelas nossas salas de aula. Pior ainda é ver que muito deles estão se preparando para serem este tipo de professor. Mas voltando ao assunto, existem uns grandes, outros pequenos, que se identificam pela dificuldade de incorporar os novos tempos, não querem mudar pois olham a criança de hoje com os mesmos olhos da criança de antigamente.

Segundo o professor Celso Antunes, existem algumas diferenças bem acentuadas entre o professor e o professauro. O início do ano letivo é uma oportunidade ímpar de aprender a crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas; para os professauros, o angustiante retorno a uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã tudo quanto de certo e de errado se fez ontem.

A acolhida aos alunos, para os professores, significa a alegria de percebê-los e são efetivos protagonistas das aulas que ministrarão. A certeza de não os ensinarem, mas de poder contribuir de forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas competências. Para os professauros, nada mais que chatíssimos clientes transformados em espectadores pensarão sempre mais na disciplina que na aprendizagem, mais na vagabundice que no crescimento interior (ANTUNES, Celso, 14, Professores e Professauros, Editora Vozes, 2007).

Assim, infelizmente, para todos nós, esta espécie de professor está cada vez mais raro. Os Professores rudes, que não se especializam, os professores autoritários e muitas vezes Ditadores da pior espécie, também fazem parte das nossas vidas. Os professauros, assim como os dinossauros, sempre nos causam pânico: com seus terríveis trabalhos, suas terríveis provas e seu terrível autoritarismo. Estes professores gostam de mostrar para seus alunos que não são apenas “UM” professor, mas sim “O” professor. São dotados de frases de efeito bem ao tipo “Sou eu quem ensina. Você está aqui apenas para aprender”.

Numa infindável pesquisa, citaremos nas próximas linhas, alguns exemplos de professauros, que agora sim, felizmente, estão em extinção, apesar de ainda teimarem em andar pelos corredores das escolas. Assim, para ser humorístico como também explicativo, vamos citar aqui alguns exemplos de professauros, veja se você reconhece alguns deles:

O “TIRANOSSAURO REX” – Uma criatura de porte bem avantajado e corpulento. É o professor que acaba com tudo o que encontra pela frente. Vai chegando devagar e como quem não quer nada quando, de repente, ZAP!! Destrói tudo a sua frente (da sala de aula até a equipe pedagógica inteira). Animal de vida longa – esse tipo de professauro, com toda a sua “longevidade e experiência”, se torna um alvo difícil de ser abatido.

O “PREDATON II” – Outro carnívoro e destruidor comparável ao Tiranossauro. De tendência predatória e individualista, é o maior exemplo de profissional que não precisamos nas escolas e universidades. Este tipo de professauro chega na sala, aplica sua aula, vai para casa e cumpre sua tarefa com precisão cirúrgica. Porém, é aconselhável que se evite assuntos como “espírito de equipe” e “companheirismo” pois a tendência dessa criatura é não se importar com nada. “UM VERDADEIRO DITADOR”. A princípio, ninguém tem nada com ele. Tem fama de rigoroso por cumprir o básico de forma bem séria, com total cumprimento de prazo e metas. Só que fica o alerta: Rigor é uma coisa que, às vezes, é muito bem vindo. Agora falta de interesse é outra, e bem prejudicial.

O “PTEROSSAURO” – Esse tipo de professauro possui a característica de ser dotado de asas. Assustador e que pode “voar” grandes distâncias. É o que hoje chamaríamos de “exibidão”. Sempre espalhando seus feitos (não importa se verdadeiros) para atrair novas presas e conquistar a simpatia dos alunos (O FALSO DITADOR, OU O DITADOR FALSO). Uma de suas características é a simpatia. Desse modo, consegue disfarçar muito bem o fato que de exibe muito e faz pouco.

O “CINODONTE” – Esse até que seria um excelente profissional se a sua especialização não fosse seu apurado instinto de sobrevivência. Esse professauro é daqueles que faz tudo para sobreviver no local onde ele ensina, ou seja, arranja mil e um planos para sobreviver no emprego em vez de desenvolver sua própria competência e vocação. Esse professauro se especializa na arte de “puxar o tapete” e sabotar os outros (BEM PROPÍCIO EM NOSSA REALIDADE). Algo bem triste, visto que essa energia desperdiçada na elaboração de seus “planos infalíveis” poderia ser bem aproveitada em melhorias para o seu meio de Ensino.

—x—

OBS:
Eu poderia continuar citando ainda outros modelos em estado de extinção. Mas uma coisa é certa: Que nós, os alunos, e futuros professores, devemos saber é que eles estão entrando em extinção. Serão poucos desses professores que irão existir se nós, os estudantes, sempre mantivermos nossas cabeças pensantes e abertas às diversas formas de aprendizagem. E que devemos acabar com essa velha frase formada: “O professor finge que ensina e o aluno finge que aprende”.
E um PS para você professor que pode eventualmente estar lendo este texto: Se você se identificou com alguns dos tipos citados acima ou apresentar alguns dos sintomas descritos: Mude enquanto há tempo. Pois, já dizia Darwin: “O que sobrevive não é o maior nem o mais forte, mas os que conseguem melhor se adaptar ao meio”.

Fonte: Ser universitário

(professor de História, Pedagogo e Psicopedagogo) – UNIFEOB

>Crônica: Professores (e Professauros…)

>

por Nilton Carlos da Silva Brasil

Mais um ano vai se iniciar… E aproveitando essa oportunidade, vamos voltar a um tema bem “Pré-Histórico……. O que este título vem a sugerir? Qual a relação existente entre o professor e o simpático dinossauro?
Os dinossauros são espécies extremamente simpáticas, principalmente para as crianças. Os meninos os adoram. Dinossauros eram criaturas de outros tempos, de diferentes alturas e comprimento. Fazendo uma comparação dos dinossauros com os professores, chegamos a conclusão que ainda existem professores de outros tempos pelas nossas salas de aula. Pior ainda é ver que muito deles estão se preparando para serem este tipo de professor. Mas voltando ao assunto, existem uns grandes, outros pequenos, que se identificam pela dificuldade de incorporar os novos tempos, não querem mudar pois olham a criança de hoje com os mesmos olhos da criança de antigamente.

Segundo o professor Celso Antunes, existem algumas diferenças bem acentuadas entre o professor e o professauro. O início do ano letivo é uma oportunidade ímpar de aprender a crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas; para os professauros, o angustiante retorno a uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã tudo quanto de certo e de errado se fez ontem.

A acolhida aos alunos, para os professores, significa a alegria de percebê-los e são efetivos protagonistas das aulas que ministrarão. A certeza de não os ensinarem, mas de poder contribuir de forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas competências. Para os professauros, nada mais que chatíssimos clientes transformados em espectadores pensarão sempre mais na disciplina que na aprendizagem, mais na vagabundice que no crescimento interior (ANTUNES, Celso, 14, Professores e Professauros, Editora Vozes, 2007).

Assim, infelizmente, para todos nós, esta espécie de professor está cada vez mais raro. Os Professores rudes, que não se especializam, os professores autoritários e muitas vezes Ditadores da pior espécie, também fazem parte das nossas vidas. Os professauros, assim como os dinossauros, sempre nos causam pânico: com seus terríveis trabalhos, suas terríveis provas e seu terrível autoritarismo. Estes professores gostam de mostrar para seus alunos que não são apenas “UM” professor, mas sim “O” professor. São dotados de frases de efeito bem ao tipo “Sou eu quem ensina. Você está aqui apenas para aprender”.

Numa infindável pesquisa, citaremos nas próximas linhas, alguns exemplos de professauros, que agora sim, felizmente, estão em extinção, apesar de ainda teimarem em andar pelos corredores das escolas. Assim, para ser humorístico como também explicativo, vamos citar aqui alguns exemplos de professauros, veja se você reconhece alguns deles:

O “TIRANOSSAURO REX” – Uma criatura de porte bem avantajado e corpulento. É o professor que acaba com tudo o que encontra pela frente. Vai chegando devagar e como quem não quer nada quando, de repente, ZAP!! Destrói tudo a sua frente (da sala de aula até a equipe pedagógica inteira). Animal de vida longa – esse tipo de professauro, com toda a sua “longevidade e experiência”, se torna um alvo difícil de ser abatido.

O “PREDATON II” – Outro carnívoro e destruidor comparável ao Tiranossauro. De tendência predatória e individualista, é o maior exemplo de profissional que não precisamos nas escolas e universidades. Este tipo de professauro chega na sala, aplica sua aula, vai para casa e cumpre sua tarefa com precisão cirúrgica. Porém, é aconselhável que se evite assuntos como “espírito de equipe” e “companheirismo” pois a tendência dessa criatura é não se importar com nada. “UM VERDADEIRO DITADOR”. A princípio, ninguém tem nada com ele. Tem fama de rigoroso por cumprir o básico de forma bem séria, com total cumprimento de prazo e metas. Só que fica o alerta: Rigor é uma coisa que, às vezes, é muito bem vindo. Agora falta de interesse é outra, e bem prejudicial.

O “PTEROSSAURO” – Esse tipo de professauro possui a característica de ser dotado de asas. Assustador e que pode “voar” grandes distâncias. É o que hoje chamaríamos de “exibidão”. Sempre espalhando seus feitos (não importa se verdadeiros) para atrair novas presas e conquistar a simpatia dos alunos (O FALSO DITADOR, OU O DITADOR FALSO). Uma de suas características é a simpatia. Desse modo, consegue disfarçar muito bem o fato que de exibe muito e faz pouco.

O “CINODONTE” – Esse até que seria um excelente profissional se a sua especialização não fosse seu apurado instinto de sobrevivência. Esse professauro é daqueles que faz tudo para sobreviver no local onde ele ensina, ou seja, arranja mil e um planos para sobreviver no emprego em vez de desenvolver sua própria competência e vocação. Esse professauro se especializa na arte de “puxar o tapete” e sabotar os outros (BEM PROPÍCIO EM NOSSA REALIDADE). Algo bem triste, visto que essa energia desperdiçada na elaboração de seus “planos infalíveis” poderia ser bem aproveitada em melhorias para o seu meio de Ensino.

—x—

OBS:
Eu poderia continuar citando ainda outros modelos em estado de extinção. Mas uma coisa é certa: Que nós, os alunos, e futuros professores, devemos saber é que eles estão entrando em extinção. Serão poucos desses professores que irão existir se nós, os estudantes, sempre mantivermos nossas cabeças pensantes e abertas às diversas formas de aprendizagem. E que devemos acabar com essa velha frase formada: “O professor finge que ensina e o aluno finge que aprende”.
E um PS para você professor que pode eventualmente estar lendo este texto: Se você se identificou com alguns dos tipos citados acima ou apresentar alguns dos sintomas descritos: Mude enquanto há tempo. Pois, já dizia Darwin: “O que sobrevive não é o maior nem o mais forte, mas os que conseguem melhor se adaptar ao meio”.

Fonte: Ser universitário

(professor de História, Pedagogo e Psicopedagogo) – UNIFEOB

Professores e professauros.

29,novembro 2007

http://www.martinsfontespaulista.com.br/site/Imagens/Produtos/Detalhe/253530.jpg

Nesta obra Celso Antunes, ao mesmo tempo em que satiriza, faz uma crítica ao conservadorismo, que impede uma educação com grandeza. Ele oferece sugestões para a atuação de professores em sala de aula para uma aprendizagem consciente. Antunes quer destacar com o livro, que, professauros podem se transformar em professores e escolas sem rumo e sem sentido podem se transformar em instituições de qualidade. Não deixem de ler este livro. É muito interessante e vai ajudá-lo a refletir sobre o tipo de professor que você está disposto a ser.

Segue abaixo alguns comportamentos típicos do professores e dos professauros.

Quando o ano letivo se inicia:

Para o professor, é uma oportunidade de aprender e crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas.

Para o professauro, é o angustiante retorno á uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã, tudo quanto de certo e errado se fez ontem.

Quanto ao acolhimento dos alunos:

Para os professores, a alegria de percebê-los cada vez mais sábios e curiosos. A certeza de que não os ensinarão e sim contribuirão de uma forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas competências.

Para professauros, nada mais do que ter que encarar chatíssimos clientes, que transformados em espectadores pensarão sempre mais na disciplina que na aprendizagem, na vagabundice que no crescimento interior.

Quanto as aulas que irão ministrar:

Para os professores, um momento especial para propor novas situações de aprendizagens pesquisadas e por meio delas provocar reflexões, despertar argumentações, estimular competências e habilidades.

Para os professauros, nada além da repetitividade de informações que estão nos livros e apostilas, e a solicitação de esforços agudos da memória para acolher o que se transmite, ainda que sem qualquer significação e poder de contextualização ao mundo em que se vive.

Quanto aos saberes que se trabalhará:

Para os professores:
Um volume de informações que necessitará ser transformadas em conhecimento, uma série de veículos para que com eles se aprenda apensar, criar, imaginar e viver.

Para os professauros:
Trechos cansativos de programas estáticos que precisam ser ditos, ainda que não se saiba por que fazê-lo.

Quanto á vida que se vive e os sonhos que se acalanta:

Para os professores:
Desafios a superar, esperanças a aguardar, conhecimento para cada vez mais aprender, a fim de fazer da arte de amar o segredo do viver.

Para os professauros:
A rotina de se trabalhar por imposição, casar por obrigação, fazer filhos por tradição. Empanturrar-se para se aposentar o quanto antes

Fonte: http://anaeluciana.wordpress.com/2007/11/29/professores-e-professauros/

>Professores e professauros.

>29,novembro 2007

http://www.martinsfontespaulista.com.br/site/Imagens/Produtos/Detalhe/253530.jpg

Nesta obra Celso Antunes, ao mesmo tempo em que satiriza, faz uma crítica ao conservadorismo, que impede uma educação com grandeza. Ele oferece sugestões para a atuação de professores em sala de aula para uma aprendizagem consciente. Antunes quer destacar com o livro, que, professauros podem se transformar em professores e escolas sem rumo e sem sentido podem se transformar em instituições de qualidade. Não deixem de ler este livro. É muito interessante e vai ajudá-lo a refletir sobre o tipo de professor que você está disposto a ser.

Segue abaixo alguns comportamentos típicos do professores e dos professauros.

Quando o ano letivo se inicia:

Para o professor, é uma oportunidade de aprender e crescer, um momento mágico de revisão crítica e decisões corajosas.

Para o professauro, é o angustiante retorno á uma rotina odiosa, o eterno repetir amanhã, tudo quanto de certo e errado se fez ontem.

Quanto ao acolhimento dos alunos:

Para os professores, a alegria de percebê-los cada vez mais sábios e curiosos. A certeza de que não os ensinarão e sim contribuirão de uma forma decisiva para iluminar suas inteligências e afiar suas competências.

Para professauros, nada mais do que ter que encarar chatíssimos clientes, que transformados em espectadores pensarão sempre mais na disciplina que na aprendizagem, na vagabundice que no crescimento interior.

Quanto as aulas que irão ministrar:

Para os professores, um momento especial para propor novas situações de aprendizagens pesquisadas e por meio delas provocar reflexões, despertar argumentações, estimular competências e habilidades.

Para os professauros, nada além da repetitividade de informações que estão nos livros e apostilas, e a solicitação de esforços agudos da memória para acolher o que se transmite, ainda que sem qualquer significação e poder de contextualização ao mundo em que se vive.

Quanto aos saberes que se trabalhará:

Para os professores:
Um volume de informações que necessitará ser transformadas em conhecimento, uma série de veículos para que com eles se aprenda apensar, criar, imaginar e viver.

Para os professauros:
Trechos cansativos de programas estáticos que precisam ser ditos, ainda que não se saiba por que fazê-lo.

Quanto á vida que se vive e os sonhos que se acalanta:

Para os professores:
Desafios a superar, esperanças a aguardar, conhecimento para cada vez mais aprender, a fim de fazer da arte de amar o segredo do viver.

Para os professauros:
A rotina de se trabalhar por imposição, casar por obrigação, fazer filhos por tradição. Empanturrar-se para se aposentar o quanto antes

Fonte: http://anaeluciana.wordpress.com/2007/11/29/professores-e-professauros/

>O fim dos jogos educacionais

>Esqueça as aulas disfarçadas de brincadeira eletrônica. Três lançamentos mostram que os games didáticos já são tão divertidos quanto os de entretenimento

Luciana Vicária

Achados e Perdidos
O desafio é encontrar objetos em cenários camuflados.
É indicado para crianças de 6 a 11 anos.
Vai custar R$ 30

Um leitor atento pode encontrar na imagem acima uma escova de dentes, um botão, uma xícara e um bastão. Mais disfarçados na tela estão um garfo, uma colher, um alienígena que lê, uma vela, a palavra gruta e um jacaré escalador. Todos camuflados em um dos cenários submarinos do jogo Achados e Perdidos, que será lançado em outubro no Brasil.

A proposta de achar objetos parece simples, mas treina a lógica e a compreensão de texto, afirma uma pesquisa da Universidade Harvard que avaliou o jogo. O game foi criado pela empresa líder mundial em tecnologia educacional, a americana Scholastic Corporation, a mesma que criou o desenho animado Clifford, o Gigante Cão Vermelho, exibido pelo canal Discovery Kids.

No Brasil, Achados e Perdidos chega em parceria com a empresa Divertire, que já importou a série Coelho Sabido, o maior fenômeno de vendas de jogos educativos no país, com cerca de 1 milhão de cópias distribuídas.
Saiba mais

Confira outras telas do jogo Achados e Perdidos

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Os jogos educativos representam uma fatia cada vez maior do mercado de games. No ano passado, estima-se que tenham sido vendidas 250 mil cópias para PC. Esse número deverá dobrar em 2009. Poderia ser dez vezes maior, se não fosse a pirataria.

Até pouco tempo atrás, os games eram adotados como atividade de reforço nas escolas. Hoje, são a própria ferramenta de ensino. Colégios públicos estaduais de São Paulo têm uma verba de cerca de R$ 10 mil para investir em softwares educacionais. Escolas privadas do Sudeste contam com pelo menos cinco títulos cada uma. A sorte dos alunos é que os games estão mais divertidos. “Os jogos educativos, antes considerados chatos, disputam espaço com os títulos de entretenimento do mercado”, diz André Penha, presidente da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames). Além de Achados e Perdidos, dois novos jogos provam a tese.

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Operação Cosmos

Situações reais narradas por Marcelo Gleiser dão vida ao game para adolescentes de 10 a 14 anos. A licença anual para a escola custa em média R$ 13 mil

A empresa de softwares Redalgo apostou em um tema que fascina as crianças, o espaço. Lançou neste mês Operação Cosmos: a Ameaça da Gigante Vermelha, um jogo de aventura que teve o roteiro baseado em um conto de ficção científica do físico Marcelo Gleiser. O jogo traz descobertas recentes da Nasa, como os lagos da lua Titan, de Saturno. E detalhes precisos sobre a cor dos corpos celestes. “O céu da lua Europa, que orbita Júpiter, é preto, e não azul, como estava, porque lá não tem atmosfera”, disse Gleiser. O resultado é um jogo realista, com diálogos em quadrinhos e problemas de matemática que se misturam aos desafios espaciais.

O jogador tem a tarefa de resgatar um objeto perdido na lua Europa. A missão se desdobra em outros desafios, que o levam a explorar o espaço. O último deles é salvar o Sistema Solar de uma corporação gananciosa prestes a destruí-lo. O software monitora as ações do usuário e avalia a curiosidade, a destreza e a interpretação de texto do competidor. O desempenho de cada aluno pode ser comparado e servir de alerta para aulas de reforço. Recomendado para crianças de 10 a 14 anos, será vendido apenas em escolas.

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Bichos da Floresta

A brincadeira começa com a pelúcia e termina na internet. É indicada para crianças de 3 a 6 anos. Vai custar R$ 99

A Positivo Informática investiu em um público ainda mais jovem. Vai lançar neste mês Bichos da Floresta, uma série de cinco pelúcias destinadas a crianças de 3 a 6 anos. Os animais trazem no pescoço uma chave de acesso para um portal educativo na internet. Lá, a criança encontrará jogos que têm seu animal como protagonista. Os desafios numéricos e alfabéticos não exigem habilidade com o mouse. “A idéia é que a criança navegue pelo site com a mesma segurança que interage com a pelúcia”, diz André Caldeira, vice-presidente da Positivo. Os bichos serão vendidos em lojas de brinquedos.

Como escolher o jogo de seu filho

Verifique a faixa etária

A criança se sente desestimulada diante de desafios que estão além de sua idade

Conheça a temática

Alguns jogos são exclusivamente para meninos ou meninas

Avalie a qualidade

Visite o site do game na internet. Há como testá-lo gratuitamente

Confira as especificações técnicas

Em geral os jogos são leves, mas exigem no mínimo caixa de som

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI13331-15201,00-O+FIM+DOS+JOGOS+EDUCACIONAIS.html

O fim dos jogos educacionais

Esqueça as aulas disfarçadas de brincadeira eletrônica. Três lançamentos mostram que os games didáticos já são tão divertidos quanto os de entretenimento

Luciana Vicária

Achados e Perdidos
O desafio é encontrar objetos em cenários camuflados.
É indicado para crianças de 6 a 11 anos.
Vai custar R$ 30

Um leitor atento pode encontrar na imagem acima uma escova de dentes, um botão, uma xícara e um bastão. Mais disfarçados na tela estão um garfo, uma colher, um alienígena que lê, uma vela, a palavra gruta e um jacaré escalador. Todos camuflados em um dos cenários submarinos do jogo Achados e Perdidos, que será lançado em outubro no Brasil.

A proposta de achar objetos parece simples, mas treina a lógica e a compreensão de texto, afirma uma pesquisa da Universidade Harvard que avaliou o jogo. O game foi criado pela empresa líder mundial em tecnologia educacional, a americana Scholastic Corporation, a mesma que criou o desenho animado Clifford, o Gigante Cão Vermelho, exibido pelo canal Discovery Kids.

No Brasil, Achados e Perdidos chega em parceria com a empresa Divertire, que já importou a série Coelho Sabido, o maior fenômeno de vendas de jogos educativos no país, com cerca de 1 milhão de cópias distribuídas.
Saiba mais

Confira outras telas do jogo Achados e Perdidos

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Os jogos educativos representam uma fatia cada vez maior do mercado de games. No ano passado, estima-se que tenham sido vendidas 250 mil cópias para PC. Esse número deverá dobrar em 2009. Poderia ser dez vezes maior, se não fosse a pirataria.

Até pouco tempo atrás, os games eram adotados como atividade de reforço nas escolas. Hoje, são a própria ferramenta de ensino. Colégios públicos estaduais de São Paulo têm uma verba de cerca de R$ 10 mil para investir em softwares educacionais. Escolas privadas do Sudeste contam com pelo menos cinco títulos cada uma. A sorte dos alunos é que os games estão mais divertidos. “Os jogos educativos, antes considerados chatos, disputam espaço com os títulos de entretenimento do mercado”, diz André Penha, presidente da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames). Além de Achados e Perdidos, dois novos jogos provam a tese.

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Operação Cosmos

Situações reais narradas por Marcelo Gleiser dão vida ao game para adolescentes de 10 a 14 anos. A licença anual para a escola custa em média R$ 13 mil

A empresa de softwares Redalgo apostou em um tema que fascina as crianças, o espaço. Lançou neste mês Operação Cosmos: a Ameaça da Gigante Vermelha, um jogo de aventura que teve o roteiro baseado em um conto de ficção científica do físico Marcelo Gleiser. O jogo traz descobertas recentes da Nasa, como os lagos da lua Titan, de Saturno. E detalhes precisos sobre a cor dos corpos celestes. “O céu da lua Europa, que orbita Júpiter, é preto, e não azul, como estava, porque lá não tem atmosfera”, disse Gleiser. O resultado é um jogo realista, com diálogos em quadrinhos e problemas de matemática que se misturam aos desafios espaciais.

O jogador tem a tarefa de resgatar um objeto perdido na lua Europa. A missão se desdobra em outros desafios, que o levam a explorar o espaço. O último deles é salvar o Sistema Solar de uma corporação gananciosa prestes a destruí-lo. O software monitora as ações do usuário e avalia a curiosidade, a destreza e a interpretação de texto do competidor. O desempenho de cada aluno pode ser comparado e servir de alerta para aulas de reforço. Recomendado para crianças de 10 a 14 anos, será vendido apenas em escolas.

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Bichos da Floresta

A brincadeira começa com a pelúcia e termina na internet. É indicada para crianças de 3 a 6 anos. Vai custar R$ 99

A Positivo Informática investiu em um público ainda mais jovem. Vai lançar neste mês Bichos da Floresta, uma série de cinco pelúcias destinadas a crianças de 3 a 6 anos. Os animais trazem no pescoço uma chave de acesso para um portal educativo na internet. Lá, a criança encontrará jogos que têm seu animal como protagonista. Os desafios numéricos e alfabéticos não exigem habilidade com o mouse. “A idéia é que a criança navegue pelo site com a mesma segurança que interage com a pelúcia”, diz André Caldeira, vice-presidente da Positivo. Os bichos serão vendidos em lojas de brinquedos.

Como escolher o jogo de seu filho

Verifique a faixa etária

A criança se sente desestimulada diante de desafios que estão além de sua idade

Conheça a temática

Alguns jogos são exclusivamente para meninos ou meninas

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Visite o site do game na internet. Há como testá-lo gratuitamente

Confira as especificações técnicas

Em geral os jogos são leves, mas exigem no mínimo caixa de som

Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI13331-15201,00-O+FIM+DOS+JOGOS+EDUCACIONAIS.html