>Didática e o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação

>Olá Amigos

Visitando os blogs que gosto e #recomendo dos meus amigos queridos, encontrei essa maravilha de texto no blog Utilizando as Mídias na Educação da sempre carinhosa e competente OT Fernanda Tardin, a qual tive a honra de trabalhar junto.

Lá ela compartilha conosco um texto maravilhoso da Márcia Rodrigues dos Santos que faz algumas colocações muito pertinentes para um momento de reflexão da postura do professor e da escola em relação ao uso das tecnologias, que eu apoio integralmente.

Bem vamos ao texto:

Educação e tecnologia

Imagem-de-um-nootboock-em-que-o-fechamento-sao-paginas-de-livros.jpg

Começo este artigo fazendo um questionamento aos professores:

Será que é possível trabalhar a Didática junto à Tecnologia e tudo que esta representa numa situação de aprendizagem?

Percebe-se que existe certo desconforto quando se fala em didática e prática com o uso de tecnologias em sala de aula. Isso se deve por muitos professores acreditarem que este uso provocará indisciplina e poderá também prejudicar a criatividade e espontaneidade do aluno, e talvez por não dominarem totalmente a arte da tecnologia.

Tudo depende do nosso olhar, da nossa vontade de mudar, de propiciar ao aluno novas maneiras de aprender. Um olhar positivo para uso correto da Tecnologia em sala de aula poderá constatar que ela trará muito mais do que se imagina, seu uso impulsiona a inteligência e cria ambientes favoráveis à aprendizagem.

Precisamos quebrar os paradigmas que nos prendem a modelos antigos de educação, já que o objetivo da escola é o desenvolvimento das capacidades físicas, intelectuais e morais dos alunos, ela precisa democratizar o SABER e reconhecer a necessidade que se faz de trazer a Tecnologia para dentro da sala de aula, para dentro de seu planejamento, sendo entendida, assimilada, criticada… não importa, mas sendo usada.

A escola tem que assumir uma postura didática de comprometimento com a Tecnologia, deve assumir uma postura de crescimento, mudança e buscar nela novas formas de fazer a educação, assumir a multifuncionalidade do processo de ensino-aprendizagem e articular suas três dimensões: técnica, humana e política.

Nada adianta programas e mais programas de formação, se o professor não souber usar a Tecnologia como sua aliada e parceira na construção do conhecimento capacidades e possibilidades, ela deve ser bem compreendida para ser bem usada, gerar resultados e provocar transformações.

Quanto mais a escola e seus professores protelam a necessidade eminente do uso da Tecnologia, mais distantes vão ficando seus alunos, que lotam lan houses (recordistas em acesso ao Google com 12 milhões de buscas POR DIA), que passam 02 horas em frente ao computador, que sabem manusear qualquer aparelho eletrônico como se tivessem escrito o manual de instruções destes.

Respondam-me com sinceridade: algum de vocês já conseguiu que um aluno estudasse 02 horas por dia ou que em toda vida escolar dele, fizesse 12 milhões de perguntas?

Segundo o dicionário Wikipédia, na internet, a palavra didática (didáctica) vem da expressão grega Τεχνή διδακτική (techné didaktiké), que se pode traduzir como arte ou técnica de ensinar. Tecnologia, por sua vez, (vem do grego τεχνη — “ofício” e λογια — “estudo”) é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.

Se juntarmos as duas, poderemos ter a seguinte definição: Didática e Tecnologia: arte de ensinar com conhecimento técnico e científico.

Essa é a função do professor, ensinar de forma técnica, com conhecimento e apropriação dos seus objetivos… Essa também é a função da escola e da educação, propiciar ao aluno, um mundo de possibilidades, um mundo de conhecimentos, no qual não existem fronteiras, um mundo que pode se transformar a cada “clique”.

Cabe a você, educador, essa mudança de conceitos e definições. Faça. Mude. Proporcione. Transforme.

Márcia Rodrigues dos Santos – Especialista em Psicopedagogia, Consultora- Pedagógica Sênior da Vitae Futurekids, Profª Universitária.

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1521

Abraços

Robson Freire

Didática e o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação

Olá Amigos

Visitando os blogs que gosto e #recomendo dos meus amigos queridos, encontrei essa maravilha de texto no blog Utilizando as Mídias na Educação da sempre carinhosa e competente OT Fernanda Tardin, a qual tive a honra de trabalhar junto.

Lá ela compartilha conosco um texto maravilhoso da Márcia Rodrigues dos Santos que faz algumas colocações muito pertinentes para um momento de reflexão da postura do professor e da escola em relação ao uso das tecnologias, que eu apoio integralmente.

Bem vamos ao texto:

Educação e tecnologia

Imagem-de-um-nootboock-em-que-o-fechamento-sao-paginas-de-livros.jpg

Começo este artigo fazendo um questionamento aos professores:

Será que é possível trabalhar a Didática junto à Tecnologia e tudo que esta representa numa situação de aprendizagem?

Percebe-se que existe certo desconforto quando se fala em didática e prática com o uso de tecnologias em sala de aula. Isso se deve por muitos professores acreditarem que este uso provocará indisciplina e poderá também prejudicar a criatividade e espontaneidade do aluno, e talvez por não dominarem totalmente a arte da tecnologia.

Tudo depende do nosso olhar, da nossa vontade de mudar, de propiciar ao aluno novas maneiras de aprender. Um olhar positivo para uso correto da Tecnologia em sala de aula poderá constatar que ela trará muito mais do que se imagina, seu uso impulsiona a inteligência e cria ambientes favoráveis à aprendizagem.

Precisamos quebrar os paradigmas que nos prendem a modelos antigos de educação, já que o objetivo da escola é o desenvolvimento das capacidades físicas, intelectuais e morais dos alunos, ela precisa democratizar o SABER e reconhecer a necessidade que se faz de trazer a Tecnologia para dentro da sala de aula, para dentro de seu planejamento, sendo entendida, assimilada, criticada… não importa, mas sendo usada.

A escola tem que assumir uma postura didática de comprometimento com a Tecnologia, deve assumir uma postura de crescimento, mudança e buscar nela novas formas de fazer a educação, assumir a multifuncionalidade do processo de ensino-aprendizagem e articular suas três dimensões: técnica, humana e política.

Nada adianta programas e mais programas de formação, se o professor não souber usar a Tecnologia como sua aliada e parceira na construção do conhecimento capacidades e possibilidades, ela deve ser bem compreendida para ser bem usada, gerar resultados e provocar transformações.

Quanto mais a escola e seus professores protelam a necessidade eminente do uso da Tecnologia, mais distantes vão ficando seus alunos, que lotam lan houses (recordistas em acesso ao Google com 12 milhões de buscas POR DIA), que passam 02 horas em frente ao computador, que sabem manusear qualquer aparelho eletrônico como se tivessem escrito o manual de instruções destes.

Respondam-me com sinceridade: algum de vocês já conseguiu que um aluno estudasse 02 horas por dia ou que em toda vida escolar dele, fizesse 12 milhões de perguntas?

Segundo o dicionário Wikipédia, na internet, a palavra didática (didáctica) vem da expressão grega Τεχνή διδακτική (techné didaktiké), que se pode traduzir como arte ou técnica de ensinar. Tecnologia, por sua vez, (vem do grego τεχνη — “ofício” e λογια — “estudo”) é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento.

Se juntarmos as duas, poderemos ter a seguinte definição: Didática e Tecnologia: arte de ensinar com conhecimento técnico e científico.

Essa é a função do professor, ensinar de forma técnica, com conhecimento e apropriação dos seus objetivos… Essa também é a função da escola e da educação, propiciar ao aluno, um mundo de possibilidades, um mundo de conhecimentos, no qual não existem fronteiras, um mundo que pode se transformar a cada “clique”.

Cabe a você, educador, essa mudança de conceitos e definições. Faça. Mude. Proporcione. Transforme.

Márcia Rodrigues dos Santos – Especialista em Psicopedagogia, Consultora- Pedagógica Sênior da Vitae Futurekids, Profª Universitária.

Fonte: http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1521

Abraços

Robson Freire

Transmissão de um estigma

Estudo da Universidade de Chicago traz fortes evidências de que o baixo desempenho das meninas em matemática está relacionado com a didática adotada nas aulas – e não com a genética

© DIETMAR KLEMENT/ISTOCKPHOTO
Alunas são mais sensíveis à insegurança de docentes e tendem a reproduzi-la; fato não ocorre com os meninos

A polêmica sobre o aparente fracasso feminino com os números e as contas surgiu em 2005, quando o economista Lawrence Summers, na época reitor da Universidade Harvard, defendeu que causas inatas estariam por trás da maior facilidade masculina para ciências exatas. De lá para cá, muitos cientistas têm se manifestado contra a afirmação de Summers, sugerindo que a desvantagem das mulheres em áreas como computação e engenharia é determinada por fatores sociais. A hipótese, no entanto, é difícil de ser comprovada experimentalmente, mas um estudo recente feito pela Universidade de Chicago traz fortes evidências de que o baixo desempenho de meninas em matemática tem origem na falha da didática daquele que ensina.

Os pesquisadores avaliaram, no início e no final do ano letivo, os níveis de ansiedade de 17 professoras americanas de ensino fundamental em relação às aulas de matemática, o que segundo os autores reflete sua insegurança no exercício da disciplina que é a base para as demais ciências exatas. Os estudiosos analisaram também as notas dos alunos – 52 meninos e 65 meninas – ao longo do ano e a percepção deles no que diz respeito ao estereótipo de que a habilidade com números é uma característica masculina. Os resultados foram publicados nos Proceedings of the National Academy of Sciences.

Ao fim do período letivo, os dados apontaram uma correlação negativa entre os níveis de ansiedade das professoras e as notas das meninas, diferentemente do observado no início do ano, quando a diferença entre os sexos não era significativa. Segundo os autores, por alguma razão as alunas são mais sensíveis à insegurança das professoras e tendem a reproduzi-la, o que não ocorre com os meninos. Isso foi constatado por meio da análise dos desenhos feitos pelos alunos a pedido dos pesquisadores. Eles contaram uma história sobre duas crianças: uma muito hábil em matemática e outra que gostava muito de ler. Em nenhum dos casos o sexo do personagem foi definido. Em seguida, os estudantes tinham de desenhar a história. Na ilustração feita no início do ano, não houve predomínio de um ou outro sexo em ambas as histórias, mas o resultado mudou significativamente no segundo desenho feito no final do ano. Nele, a maioria das meninas retratou a criança que gosta de ler como garota e a que prefere matemática como menino.

Fonte: http://ow.ly/1wVTf

A superação da didática tradicional


Tecnologia – Uma ótima ferramenta educacional

O avanço tecnológico possibilita ao aluno o acesso a uma complexidade de informações já prontas no que se refere aos conteúdos disciplinares. Esse fato implica também no desestímulo quanto à leitura e à pesquisa em outras fontes bibliográficas que não sejam ligadas ao contexto virtual.

Assim sendo, a figura do professor já não é tão idealizada quando comparada a outros tempos, pois a busca por novos conhecimentos muitas vezes se resume em apenas um toque e pronto! Já está saciado todo o anseio, e talvez a aprendizagem se realize em um ambiente que atenda melhor as expectativas, diferente da sala de aula.

Diante disso, a tarefa do educador em buscar novas alternativas para a efetiva aplicação de sua didática tornou-se uma constante. É preciso que haja um relacionamento fraterno, contudo, sem perder o total domínio do sentimento de autoridade.

Dentre essas alternativas figuram-se o uso dos recursos tecnológicos para a aplicação de conteúdos, pois é uma maneira de tornar as aulas mais dinâmicas, interativas e versáteis.

É como se o educador se dispusesse a “mergulhar” no universo do aluno, fazendo com que o mesmo se tornasse um sujeito ativo de seu próprio conhecimento, como é o caso de proporcionar uma aula no laboratório de informática em substituição ao método da aula expositiva e dialogada.

Mediante esses propósitos instaura-se um termo que é de fundamental importância – “o despertar do interesse por parte do aluno”. De posse deste recurso, toda e qualquer atividade didática terá um fim em si mesma – o ensino X aprendizagem realizado de maneira satisfatória.

No que se refere às aulas de Língua Portuguesa, é extremamente proveitoso trabalhar os diferentes gêneros textuais, como, por exemplo, instigando os educandos a criarem seu próprio blog, podendo assim compartilhar informações com outros estudantes.

Criar e revisar textos no próprio editor, tal procedimento permite refazer/acrescentar algo que achar conveniente, sem ter que partir para uma reescrita propriamente dita.

Proporcionar momentos para que os alunos tenham a oportunidade de elaborar trabalhados possivelmente sugeridos, utilizando, usufruindo das ferramentas oferecidas pelos programas, no caso o Power Point.

Recursos como estes diversificam a prática pedagógica, promovendo uma efetiva interação dentro do contexto escolar, contribuindo, portanto, para a eficácia dos resultados pretendidos.

Por Vânia Duarte
Graduada em Letras
Equipe Brasil Escola