>Por que fazer um curso?

>Olá Amigos

Por que a faculdade é tão importante para algumas pessoas? Por que meu pai quer que eu faça faculdade? Você já parou para responder estas perguntas? Se ainda não, este é o momento de você procurar se capacitar para poder entrar no mercado de trabalho.

Fonte: http://goo.gl/Dd8EZ

Como bem sabemos é um momento muito importante em sua vida, mas, ter uma formação profissional também é o início de um novo ciclo. Para saber qual é o melhor caminho a percorrer, você deve pensar no seu projeto de vida.

O que você espera fazendo um curso universitário, e o que ele pode te proporcionar? Muitos jovens entram na faculdade pensando que logo no 1º semestre vão conseguir um emprego na área. Neste caso, seria melhor ter escolhido um curso profissionalizante ou técnico, onde a entrada para o mercado de trabalho é mais rápida. Um curso universitário é um projeto em longo prazo, não se pode entrar na faculdade buscando retorno rápido.

Muitos também ingressam em uma faculdade e após um ano de estudo, acabam percebendo que não era o que imaginavam. Trocam de curso e às vezes essa segunda opção também não foi bem pensada. Então, como escolher o melhor caminho?

Para responder a esta pergunta você deve pensar no que deseja para sua vida. Conhecer suas habilidades, qualidades e preferências. Assim, chegar a um nível de autoconhecimento que reflita suas verdadeiras necessidades, desejos e projetos.
Escreva em uma agenda ou caderno, uma lista de possíveis caminhos. Depois, procure informações sobre estes caminhos, informações sobre as faculdades, as escolas, os cursos, as profissões.

Procure na internet informações sobre cursos profissionalizantes ou não, uma boa opção são os cursos brasil. Lá há um imenso cardápio de opções que com certeza podem te ajudar muito nessa tarefa de escolher um caminho para o futuro.

Procure profissionais de cada área, visite as faculdades, se possível assista uma aula. Isso vai te ajudar a se projetar neste caminho, perceber então, se ele é bom pra você. Desta maneira vai saber se um curso universitário é o que você realmente deseja.

Mas lembre-se um bom curso técnico pode ser o 1º passo para a Faculdade: A boa notícia nisso tudo é que conseguindo ingressar no mercado logo após terminar um curso técnico, a pessoa já pode economizar e planejar um aperfeiçoamento na área ou a tão sonhada faculdade.

Abraços

Robson Freire

Professor sem preparo trava uso de computador em escola

22/04/2009 – Colégios também sofrem com falta de estrutura para abrigar equipamentos

Laboratórios de informática são subutilizados por falta de conhecimento técnico dos professores para aplicá-los no ensino

Elvira Lobato
Antônio Gois
da Sucursal do Rio

A implantação de laboratórios de informática em todas as escolas públicas do país até o fim de 2010, prometida pelo governo Lula, esbarra no despreparo dos professores para usar o computador e na falta de manutenção dos equipamentos e das instalações, responsabilidade de Estados e municípios.

http://leclercvicter.zip.net/images/professor.gif

É o caso de Almenara (MG), onde os 15 computadores da escola estadual Angelina Nascimento são usados apenas por cerca de 15 horas ao mês. Motivo: os professores temem quebrar as máquinas.

Desde 1997, o ProInfo (programa de informatização das escolas, do Ministério da Educação) já investiu R$ 726 milhões. Os gastos crescem anualmente. Só no ano passado, eles chegaram a R$ 317 milhões (1% do orçamento do MEC).

O percentual de escolas públicas com laboratório de informática também cresceu. De 1999 a 2006, passou de 46% para 63% no ensino médio e de 8% para 19% no fundamental. A falta de qualificação dos professores, porém, coloca em risco o investimento feito, diz Flávio de Araújo Barbosa, presidente para a Região Nordeste da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação.

Em São Gonçalo do Amarante (CE), onde Barbosa é secretário de Educação, só 3 dos 479 professores da rede municipal receberam treinamento. Segundo ele, a situação é mais grave no Norte e no Nordeste.

Por duas semanas, a Folha entrevistou diretores de escolas em nove Estados para avaliar a utilização dos laboratórios. A maioria das escolas relata subutilização de equipamentos, seja por falta de conhecimento técnico do professor para orientar alunos, seja porque as máquinas estão danificadas ou são insuficientes. Até professores com pós-graduação se dizem despreparados para usar a informática no ensino.

Grande parte dos professores não tem computador em casa, o que os distancia ainda mais da tecnologia. Essa pouca familiaridade com o computador é relatada por Maria Aparecida Silvestre, diretora da escola estadual Maria Socorro Aragão, de Monteiro (PB).

Sua escola recebeu do governo federal um laboratório com 20 computadores no ano passado, mas eles estão sem uso porque não chegou a antena para a conexão à internet. “Várias escolas têm computadores novinhos e praticamente sem uso porque os professores não sabem usá-los como ferramentas de ensino. Sou professora, com pós-graduação em língua portuguesa, e enfrento essa dificuldade. O pouco que sei, aprendi de curiosa, de ficar mexendo na internet“, diz Dilma Santos, presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação da região de Almenara (MG).

A segunda causa da baixa utilização é a falta de manutenção das máquinas ou de adaptação dos imóveis para abrigar os equipamentos. Até escolas feitas para servirem de modelo sofrem com o problema.

Em Irecê, no sertão baiano, o Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães, com 1.400 alunos, recebeu 21 computadores em 1999. A diretora, Gilma Flávia, afirma que os professores fizeram capacitação, mas isso pouco adiantou porque “os computadores viraram dinossauros“. O laboratório está fechado desde o final do ano passado.

Em Dias D”Avila, município a 50 km de Salvador, o laboratório da escola estadual Edilson Souto Freire está fechado porque a rede elétrica não suportaria o uso. “De 2007 para cá, não fez diferença ter ou não o laboratório, porque ele fica permanentemente fechado“, afirma o vice-diretor Dênis Barros.

A manutenção é falha também nas regiões ricas, como em Valinhos (SP), onde os 15 computadores da escola municipal Franco Montoro – doados por uma multinacional- estão quebrados. O secretário de Educação, Zeno Ruedel, admite que a manutenção não chega com a velocidade necessária, e que os cursos para capacitação dos professores existem “em grau muito pequeno“.

Ministério da Educação afirma que criou curso para docentes

da Sucursal do Rio

O secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, diz que o governo tem consciência da necessidade de formar professores para trabalharem com o computador em sala de aula e, por isso, criou no ano passado um programa específico com esse fim.

De acordo com Bielschowsky, mais de 100 mil professores já estão participando do ProInfo Integrado, curso com carga horária de 140 horas de introdução à educação digital e de preparação do professor para utilizar a tecnologia como ferramenta pedagógica. Até o fim do ano, ele diz que a meta é chegar a 240 mil profissionais (cerca de 10% do total de 2,5 milhões de professores na educação básica).

Sobre a falta de manutenção dos equipamentos e instalações, o secretário argumenta que o governo federal não tem condições de contratar um técnico para cada escola, e que isso cabe aos Estados e municípios. “Não tenho a menor dúvida de que só vamos colocar esse sistema funcionando perfeitamente ser houver uma onda, uma maré positiva, com todos os atores envolvidos“, afirma.

Sobre a instalação de computadores e de banda larga, Bielschowsky diz que, no início do programa, no ano passado, houve um descompasso em alguns casos entre o MEC e as secretarias. Ela afirma, porém, que os problemas hoje são pontuais e que a pasta tem consultado, por intermédio da União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação, cada secretário sobre a data e as escolas que receberão a banda larga do governo.

Damos prioridade às escolas que já têm laboratório, mas pode acontecer de a escola ainda não ter recebido os equipamentos. Até que no final de 2010 todas as escolas urbanas estejam equipadas com computadores e banda larga.” O secretário diz ainda que o ministério contratará uma equipe de funcionários que percorrerá os Estados para identificar esses problemas e buscar soluções.

Fonte: Folha de São Paulo ou http://www.cmconsultoria.com.br/vercmnews.php?codigo=36415

>Professor sem preparo trava uso de computador em escola

>

22/04/2009 – Colégios também sofrem com falta de estrutura para abrigar equipamentos

Laboratórios de informática são subutilizados por falta de conhecimento técnico dos professores para aplicá-los no ensino

Elvira Lobato
Antônio Gois
da Sucursal do Rio

A implantação de laboratórios de informática em todas as escolas públicas do país até o fim de 2010, prometida pelo governo Lula, esbarra no despreparo dos professores para usar o computador e na falta de manutenção dos equipamentos e das instalações, responsabilidade de Estados e municípios.

http://leclercvicter.zip.net/images/professor.gif

É o caso de Almenara (MG), onde os 15 computadores da escola estadual Angelina Nascimento são usados apenas por cerca de 15 horas ao mês. Motivo: os professores temem quebrar as máquinas.

Desde 1997, o ProInfo (programa de informatização das escolas, do Ministério da Educação) já investiu R$ 726 milhões. Os gastos crescem anualmente. Só no ano passado, eles chegaram a R$ 317 milhões (1% do orçamento do MEC).

O percentual de escolas públicas com laboratório de informática também cresceu. De 1999 a 2006, passou de 46% para 63% no ensino médio e de 8% para 19% no fundamental. A falta de qualificação dos professores, porém, coloca em risco o investimento feito, diz Flávio de Araújo Barbosa, presidente para a Região Nordeste da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação.

Em São Gonçalo do Amarante (CE), onde Barbosa é secretário de Educação, só 3 dos 479 professores da rede municipal receberam treinamento. Segundo ele, a situação é mais grave no Norte e no Nordeste.

Por duas semanas, a Folha entrevistou diretores de escolas em nove Estados para avaliar a utilização dos laboratórios. A maioria das escolas relata subutilização de equipamentos, seja por falta de conhecimento técnico do professor para orientar alunos, seja porque as máquinas estão danificadas ou são insuficientes. Até professores com pós-graduação se dizem despreparados para usar a informática no ensino.

Grande parte dos professores não tem computador em casa, o que os distancia ainda mais da tecnologia. Essa pouca familiaridade com o computador é relatada por Maria Aparecida Silvestre, diretora da escola estadual Maria Socorro Aragão, de Monteiro (PB).

Sua escola recebeu do governo federal um laboratório com 20 computadores no ano passado, mas eles estão sem uso porque não chegou a antena para a conexão à internet. “Várias escolas têm computadores novinhos e praticamente sem uso porque os professores não sabem usá-los como ferramentas de ensino. Sou professora, com pós-graduação em língua portuguesa, e enfrento essa dificuldade. O pouco que sei, aprendi de curiosa, de ficar mexendo na internet“, diz Dilma Santos, presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação da região de Almenara (MG).

A segunda causa da baixa utilização é a falta de manutenção das máquinas ou de adaptação dos imóveis para abrigar os equipamentos. Até escolas feitas para servirem de modelo sofrem com o problema.

Em Irecê, no sertão baiano, o Colégio Modelo Luiz Eduardo Magalhães, com 1.400 alunos, recebeu 21 computadores em 1999. A diretora, Gilma Flávia, afirma que os professores fizeram capacitação, mas isso pouco adiantou porque “os computadores viraram dinossauros“. O laboratório está fechado desde o final do ano passado.

Em Dias D”Avila, município a 50 km de Salvador, o laboratório da escola estadual Edilson Souto Freire está fechado porque a rede elétrica não suportaria o uso. “De 2007 para cá, não fez diferença ter ou não o laboratório, porque ele fica permanentemente fechado“, afirma o vice-diretor Dênis Barros.

A manutenção é falha também nas regiões ricas, como em Valinhos (SP), onde os 15 computadores da escola municipal Franco Montoro – doados por uma multinacional- estão quebrados. O secretário de Educação, Zeno Ruedel, admite que a manutenção não chega com a velocidade necessária, e que os cursos para capacitação dos professores existem “em grau muito pequeno“.

Ministério da Educação afirma que criou curso para docentes

da Sucursal do Rio

O secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, diz que o governo tem consciência da necessidade de formar professores para trabalharem com o computador em sala de aula e, por isso, criou no ano passado um programa específico com esse fim.

De acordo com Bielschowsky, mais de 100 mil professores já estão participando do ProInfo Integrado, curso com carga horária de 140 horas de introdução à educação digital e de preparação do professor para utilizar a tecnologia como ferramenta pedagógica. Até o fim do ano, ele diz que a meta é chegar a 240 mil profissionais (cerca de 10% do total de 2,5 milhões de professores na educação básica).

Sobre a falta de manutenção dos equipamentos e instalações, o secretário argumenta que o governo federal não tem condições de contratar um técnico para cada escola, e que isso cabe aos Estados e municípios. “Não tenho a menor dúvida de que só vamos colocar esse sistema funcionando perfeitamente ser houver uma onda, uma maré positiva, com todos os atores envolvidos“, afirma.

Sobre a instalação de computadores e de banda larga, Bielschowsky diz que, no início do programa, no ano passado, houve um descompasso em alguns casos entre o MEC e as secretarias. Ela afirma, porém, que os problemas hoje são pontuais e que a pasta tem consultado, por intermédio da União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação, cada secretário sobre a data e as escolas que receberão a banda larga do governo.

Damos prioridade às escolas que já têm laboratório, mas pode acontecer de a escola ainda não ter recebido os equipamentos. Até que no final de 2010 todas as escolas urbanas estejam equipadas com computadores e banda larga.” O secretário diz ainda que o ministério contratará uma equipe de funcionários que percorrerá os Estados para identificar esses problemas e buscar soluções.

Fonte: Folha de São Paulo ou http://www.cmconsultoria.com.br/vercmnews.php?codigo=36415

O poder da ignorância

Olá Amigos

Hoje estamos publicando uma tira feita a partir de um pedido meu para o fantástico cartunista Rodrigo Leão editor do blog igualmente fantástico Nóis na Tira. O pedido era que ele fizesse uma tira para que pudéssemos usar em nossos cursos e que pudesse ser um alerta aos professor.

A tira teria que mostrar a resistência de alguns professores em se atualizar em sua pratica pedagógica e quanto a resistência ao uso das TICs na sala de aula. Ele, como sempre, fez uma tira maravilhosa. Hoje ele publicou a tira em seu blog e nos como não podíamos deixar passar também a publicamos aqui no Caldeirão de Ideias.

Maravilhosa !!!

Agora vou contar uma historia verdadeira que vai ilustrar o que eu tenho debatido e falado aos nossos leitores. A minha amiga e leitora do Caldeirão de Ideias, Professora Elaine dos Santos mestre (e doutoranda) em estudos literários. Professora da rede estadual de ensino em Restinga Sêca/RS e editora dos blogs Profe Elaine e Experiências literárias me contou uma historia pra lá de engraçada se não fosse triste do início ao fim.

Ela leciona em uma escola onde há muita resistência ao uso das TICs e de onde um aluno foi, meses atrás, retirado do Laboratório de Informática porque estava destruindo patrimônio publico: ele “abriu” o drive de CD e como a professora não possuía “intimidade” com CDs, apenas com disquetes, o assunto acabou na direção da escola.

Sem comentários ou como a própria Elaine fala: professor com BIOSBaita Ignorante Operando o Sistema.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>O poder da ignorância

>Olá Amigos

Hoje estamos publicando uma tira feita a partir de um pedido meu para o fantástico cartunista Rodrigo Leão editor do blog igualmente fantástico Nóis na Tira. O pedido era que ele fizesse uma tira para que pudéssemos usar em nossos cursos e que pudesse ser um alerta aos professor.

A tira teria que mostrar a resistência de alguns professores em se atualizar em sua pratica pedagógica e quanto a resistência ao uso das TICs na sala de aula. Ele, como sempre, fez uma tira maravilhosa. Hoje ele publicou a tira em seu blog e nos como não podíamos deixar passar também a publicamos aqui no Caldeirão de Ideias.

Maravilhosa !!!

Agora vou contar uma historia verdadeira que vai ilustrar o que eu tenho debatido e falado aos nossos leitores. A minha amiga e leitora do Caldeirão de Ideias, Professora Elaine dos Santos mestre (e doutoranda) em estudos literários. Professora da rede estadual de ensino em Restinga Sêca/RS e editora dos blogs Profe Elaine e Experiências literárias me contou uma historia pra lá de engraçada se não fosse triste do início ao fim.

Ela leciona em uma escola onde há muita resistência ao uso das TICs e de onde um aluno foi, meses atrás, retirado do Laboratório de Informática porque estava destruindo patrimônio publico: ele “abriu” o drive de CD e como a professora não possuía “intimidade” com CDs, apenas com disquetes, o assunto acabou na direção da escola.

Sem comentários ou como a própria Elaine fala: professor com BIOSBaita Ignorante Operando o Sistema.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Aprendizagem Cooperativa em Tecnologia Educacional

A educação numa sociedade em processo de rápidas e profundas mudanças nos obriga a reelaborar o ensinar e o aprender, a construir modelos diferentes dos que conhecemos até agora. Ensinar e aprender, hoje, não se reduzem a permanecer por certo tempo dentro de uma sala de aula. Implicam em modificar o que fazemos dentro dela, e organizar ações de pesquisa e comunicação que permitam a professores e alunos continuarem aprendendo em outros ambientes.

As pessoas aprendem se relacionando umas com as outras e com o meio ambiente. A ampliação dos canais ou espaços de interação abre maiores possibilidades de efetivação dos relacionamentos e dos processos educacionais. Uma das marcas do nosso tempo é o grande desenvolvimento dos meios de comunicação. Tecnologias de comunicação associadas às de informação têm produzido novos espaços com forte potencial de interatividade. Os chamados ambientes ou espaços virtuais ampliam muito as possibilidades de interatividade para alunos e professores, que podem acessar páginas na Internet ou trocar mensagens pelo correio eletrônico, encontrar textos, documentos com imagens e sons, atuar em salas de aulas virtuais, abrir novas possibilidades de orientações e trocas de experiências.

Como em outras épocas, há uma expectativa de que as novas tecnologias nos trarão soluções rápidas para a educação. E, sem dúvida, elas permitem ampliar o conceito de aula, de espaço, de tempo e de comunicação audiovisual. Elas nos ajudam a estabelecer pontes novas entre o presencial e o virtual, entre o estarmos juntos e o estarmos conectados a distância. Mas, se ensinar dependesse só de tecnologias, já teríamos encontrado as melhores soluções há muito tempo. Elas são importantes, sim, porém, não resolvem questões de fundo. Ensinar e aprender são os desafios maiores que enfrentamos em todas as épocas, mas particularmente agora, pressionados que estamos pela transição do modelo de gestão industrial para o da informação e do conhecimento.

Nosso desafio maior é caminhar para um processo de ensino e aprendizagem de qualidade, que integre todas as dimensões do ser humano. Para isso, precisamos de pessoas que possam integrar o sensorial, o racional, o emocional e o transcendental, a tecnologia e a ética, que transitem de forma fácil entre o pessoal e o social, que expressem nas suas palavras e ações que estão aprendendo e evoluindo.

O fundamental não são as tecnologias em si, mas os seus usos. Sem ambientes propícios, a aprendizagem não se efetiva, mesmo tendo à disposição todo o desenvolvimento tecnológico que a humanidade alcançou. Construir ambientes de aprendizagem cooperativa, muito mais que o uso de uma técnica de ensino, é parte fundamental da nossa proposta. Educação deve rimar com criatividade, prazer, respeito e liberdade.

Se interação e convivência são as condições sem as quais não acontece aprendizagem, o carinho e o respeito são as maneiras de se conviver, de estar presente, de acolher. Só quem convive, conhece; só quem conhece, pode amar; só quem ama, é capaz de marcar presença na vida do outro. Só quem estabelece uma relação de empatia e confiança com o outro e se mostra competente intelectual, emocional e espiritualmente, consegue ser uma presença significativa para o outro. Sem essa relação humana e transcendental, a educação pode ser empobrecedora.

O que se propõe aos professores da rede publica são novas maneiras de ensinar e aprender e de educar. Compõe-se de temas que se complementam para a construção de ambientes educacionais efetivos: aprendizagem cooperativa e tecnologias educacionais.

Fonte: http://www.catolicavirtual.br/cursos/extensao/aprendizagem_cooperativa/index.php

>Aprendizagem Cooperativa em Tecnologia Educacional

>A educação numa sociedade em processo de rápidas e profundas mudanças nos obriga a reelaborar o ensinar e o aprender, a construir modelos diferentes dos que conhecemos até agora. Ensinar e aprender, hoje, não se reduzem a permanecer por certo tempo dentro de uma sala de aula. Implicam em modificar o que fazemos dentro dela, e organizar ações de pesquisa e comunicação que permitam a professores e alunos continuarem aprendendo em outros ambientes.

As pessoas aprendem se relacionando umas com as outras e com o meio ambiente. A ampliação dos canais ou espaços de interação abre maiores possibilidades de efetivação dos relacionamentos e dos processos educacionais. Uma das marcas do nosso tempo é o grande desenvolvimento dos meios de comunicação. Tecnologias de comunicação associadas às de informação têm produzido novos espaços com forte potencial de interatividade. Os chamados ambientes ou espaços virtuais ampliam muito as possibilidades de interatividade para alunos e professores, que podem acessar páginas na Internet ou trocar mensagens pelo correio eletrônico, encontrar textos, documentos com imagens e sons, atuar em salas de aulas virtuais, abrir novas possibilidades de orientações e trocas de experiências.

Como em outras épocas, há uma expectativa de que as novas tecnologias nos trarão soluções rápidas para a educação. E, sem dúvida, elas permitem ampliar o conceito de aula, de espaço, de tempo e de comunicação audiovisual. Elas nos ajudam a estabelecer pontes novas entre o presencial e o virtual, entre o estarmos juntos e o estarmos conectados a distância. Mas, se ensinar dependesse só de tecnologias, já teríamos encontrado as melhores soluções há muito tempo. Elas são importantes, sim, porém, não resolvem questões de fundo. Ensinar e aprender são os desafios maiores que enfrentamos em todas as épocas, mas particularmente agora, pressionados que estamos pela transição do modelo de gestão industrial para o da informação e do conhecimento.

Nosso desafio maior é caminhar para um processo de ensino e aprendizagem de qualidade, que integre todas as dimensões do ser humano. Para isso, precisamos de pessoas que possam integrar o sensorial, o racional, o emocional e o transcendental, a tecnologia e a ética, que transitem de forma fácil entre o pessoal e o social, que expressem nas suas palavras e ações que estão aprendendo e evoluindo.

O fundamental não são as tecnologias em si, mas os seus usos. Sem ambientes propícios, a aprendizagem não se efetiva, mesmo tendo à disposição todo o desenvolvimento tecnológico que a humanidade alcançou. Construir ambientes de aprendizagem cooperativa, muito mais que o uso de uma técnica de ensino, é parte fundamental da nossa proposta. Educação deve rimar com criatividade, prazer, respeito e liberdade.

Se interação e convivência são as condições sem as quais não acontece aprendizagem, o carinho e o respeito são as maneiras de se conviver, de estar presente, de acolher. Só quem convive, conhece; só quem conhece, pode amar; só quem ama, é capaz de marcar presença na vida do outro. Só quem estabelece uma relação de empatia e confiança com o outro e se mostra competente intelectual, emocional e espiritualmente, consegue ser uma presença significativa para o outro. Sem essa relação humana e transcendental, a educação pode ser empobrecedora.

O que se propõe aos professores da rede publica são novas maneiras de ensinar e aprender e de educar. Compõe-se de temas que se complementam para a construção de ambientes educacionais efetivos: aprendizagem cooperativa e tecnologias educacionais.

Fonte: http://www.catolicavirtual.br/cursos/extensao/aprendizagem_cooperativa/index.php