Meu Mestre, Meu espelho


Olá amigos

Hoje venho homenagear todos os professores (bons ou ruins) que passaram pela minha vida. Passando a limpo todos eles na minha memória, me lembrei de minha professora de 2º ano do primário, a professora Maria Cláudia.

Foi ela que anos mais tarde (bota anos mais tarde nisso) eu reencontrei aqui em Itaperuna. Continua a mesma pessoa maravilhosa e simpática de anos atrás. Dona de um sorriso encantador que por muitas vezes me fez dar o meu melhor. No nosso reencontro lhe contei que havia me formado, casado e tinha 3 lindos filhos, e que eu por um acaso do destino tinha a mesma profissão que ela.

Ela sorriu e me disse que ficava muito feliz em saber tudo o que eu havia conseguido conquistar na minha vida. Sabedora de toda dificuldade que não somente eu, mas muitos de meus colegas teríamos pela frente na vida, por causa da dificuldade social e financeira imposta pela vida a nossa comunidade. Ela no seu intimo sabia que somente a educação poderia abrir aquela porta de um futuro melhor.

E consciente disso, deu o seu melhor a uma gurizada “levada” e “inquieta” que só queria saber de bola e pipa. Fazendo isso ela transformou não somente o meu futuro, mas a minha vida e de meus colegas. De todos os amigos feitos na infância somente 5 estão vivos hoje e desses, 4 estudaram na mesma sala de aula.

Antes de ir embora agradeci a ela por tudo e ela me disse que não havia feito nada demais. Eu discordei e falei: fez sim mestra, você mudou o meu mundo.

Os docentes estão sujeitos a dois grandes desafios: devem, com o seu trabalho, contribuir para elevar o máximo possível o nível de formação e de cultura de toda a população e, ao mesmo tempo, devem ser capazes de fortalecer coletivos capazes de contrariar as políticas que tornam cada vez mais difícil e problemático o cumprimento de tal objetivo profissional e social.

Parabéns a todos os profissionais de educação que dão sempre o seu melhor todos os dias, independente de salário, condição de trabalho, urbano ou rural, bons ou ruins, diurno ou noturno estão lá todos os dias mudando o mundo com seu jeito único de ser.

Feliz Dia dos Professores.

Equipe NTE Itaperuna

Reciclar sonhos conscientemente


Olá Amigos

Hoje acordei já pensando nas tantas e simples coisas que preciso pro café da manha e acabei me assustando ao perceber que a lista era bem maior do que eu precisava.
Pensei nos anos, dias e meses da minha jornada, afinal, não é todo dia que se faz aniversário.
Percebi que a lista era materialista demais, então …

rasguei tudo, …
deletei e repensei

Olhei minha filha,
Olhei minha mulher,
Lembrei dos amigos,
Então refiz a lista
Escrevi três letras

Pão

E de uma forma que não posso transcrever devido a dimensão, pão me foi suficiente pra sair e ir ao mercado. Claro que acabei me perdendo diante das trocentas opções e acabei levando mais que previ, mas de forma consciente paguei pelo que escolhi. Não para mostrar a ninguém nada de nada.

Eu sou a prova de que posso tudo, mas nem tudo convém. Com esse olhar comecei a observar as pessoas no mercado, e tudo me parecia a própria torre de Babel, então me senti livre.
Eu sabia que tinha um caminho, mas acabei com produtos a mais, mas me impressionou a forma como a falsa ideologia de consumismo absorve, entranha e nos faz diferentes.
Então me apeguei novamente a lista.

Pão

Tentei voltar a ela e me desfiz de alguns produtos. É preciso repensar nossa postura sempre e repetidamente para que a lógica de funcionamento da mudança de que tanto falamos, mas pouco (confesso) praticamos seja real.
Não vou negar que sai com mais produtos que o necessário, mas saí com a mente aberta pra uma nova proposta de postura urgente e necessária, e por que não, global?

O consumo consciente ou sustentável é um conceito bem mais aberto, que hoje está além da direção da economia, dos direitos do consumidor e da reciclagem de lixo. Não é uma postura reativa, mas leva o consumidor a se identificar como um protagonista dentro desse amplo contexto social, político e cultural.

Mas temos que muda-lo.

Percebi que é primordial um consumo consciente , sustentável, que embora voltado para o campo econômico, deve se perfazer numa postura delicada de cada um de nós. Não bastam os direitos do consumidor, nem as tantas leis, basta olhar a Ana , a Larissa, e perceber que os gestos simples ao longo dos dias são essenciais pra formar uma nova postura dessa galerinha que vem e que já vê na reciclagem um instrumento para a conservação do universo, ou ao menos
da Terra, planeta água.

Somos protagonistas de nossas histórias e que tal pararmos um pouquinho e fazer aos poucos
pequenos gestos em prol de um mundo sustentável?

Participem da blogagem coletiva sobre Consumo Consciente para discutirmos e divulgarmos ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Reciclar sonhos conscientemente

>
Olá Amigos

Hoje acordei já pensando nas tantas e simples coisas que preciso pro café da manha e acabei me assustando ao perceber que a lista era bem maior do que eu precisava.
Pensei nos anos, dias e meses da minha jornada, afinal, não é todo dia que se faz aniversário.
Percebi que a lista era materialista demais, então …

rasguei tudo, …
deletei e repensei

Olhei minha filha,
Olhei minha mulher,
Lembrei dos amigos,
Então refiz a lista
Escrevi três letras

Pão

E de uma forma que não posso transcrever devido a dimensão, pão me foi suficiente pra sair e ir ao mercado. Claro que acabei me perdendo diante das trocentas opções e acabei levando mais que previ, mas de forma consciente paguei pelo que escolhi. Não para mostrar a ninguém nada de nada.

Eu sou a prova de que posso tudo, mas nem tudo convém. Com esse olhar comecei a observar as pessoas no mercado, e tudo me parecia a própria torre de Babel, então me senti livre.
Eu sabia que tinha um caminho, mas acabei com produtos a mais, mas me impressionou a forma como a falsa ideologia de consumismo absorve, entranha e nos faz diferentes.
Então me apeguei novamente a lista.

Pão

Tentei voltar a ela e me desfiz de alguns produtos. É preciso repensar nossa postura sempre e repetidamente para que a lógica de funcionamento da mudança de que tanto falamos, mas pouco (confesso) praticamos seja real.
Não vou negar que sai com mais produtos que o necessário, mas saí com a mente aberta pra uma nova proposta de postura urgente e necessária, e por que não, global?

O consumo consciente ou sustentável é um conceito bem mais aberto, que hoje está além da direção da economia, dos direitos do consumidor e da reciclagem de lixo. Não é uma postura reativa, mas leva o consumidor a se identificar como um protagonista dentro desse amplo contexto social, político e cultural.

Mas temos que muda-lo.

Percebi que é primordial um consumo consciente , sustentável, que embora voltado para o campo econômico, deve se perfazer numa postura delicada de cada um de nós. Não bastam os direitos do consumidor, nem as tantas leis, basta olhar a Ana , a Larissa, e perceber que os gestos simples ao longo dos dias são essenciais pra formar uma nova postura dessa galerinha que vem e que já vê na reciclagem um instrumento para a conservação do universo, ou ao menos
da Terra, planeta água.

Somos protagonistas de nossas histórias e que tal pararmos um pouquinho e fazer aos poucos
pequenos gestos em prol de um mundo sustentável?

Participem da blogagem coletiva sobre Consumo Consciente para discutirmos e divulgarmos ações que levem a um cotidiano de consumo sustentável.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Escola de vidro

>Olá Amigos

Esse conto abaixo foi uma indicação da minha amiga Suely professora e editora do blog Ufa! Bloguei! lá de Uruguaiana – RS. Ela fez uma postagem imperdível intitulada Escolas de Vidro? falando sobre esse conto da Ruth Rocha abaixo.

Como sempre a Ruth Rocha é fantástica na elaboração dos seus contos, mas ela se superou neste. Não sei se ele vem de encontro ao que estamos debatendo por aqui, mas que é pertinente ah isso ele é. Estamos vivendo como no conto da Ruth Rocha, em nossas escolas de vidro e que precisamos urgentemente do Firuli, um menino pobre, para quem não há vidro que o impeça de ser quem ele é.

Espero que o prazer da leitura eleve ainda mais a discussão. Não deixem de ler as postagem da Jenny Horta, do Sergio Lima, da Elisângela Zampieri . Estou esperando o retorno de mais postagens para indicarmos aqui.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Escola de vidro

Olá Amigos

Esse conto abaixo foi uma indicação da minha amiga Suely professora e editora do blog Ufa! Bloguei! lá de Uruguaiana – RS. Ela fez uma postagem imperdível intitulada Escolas de Vidro? falando sobre esse conto da Ruth Rocha abaixo.

Como sempre a Ruth Rocha é fantástica na elaboração dos seus contos, mas ela se superou neste. Não sei se ele vem de encontro ao que estamos debatendo por aqui, mas que é pertinente ah isso ele é. Estamos vivendo como no conto da Ruth Rocha, em nossas escolas de vidro e que precisamos urgentemente do Firuli, um menino pobre, para quem não há vidro que o impeça de ser quem ele é.

Espero que o prazer da leitura eleve ainda mais a discussão. Não deixem de ler as postagem da Jenny Horta, do Sergio Lima, da Elisângela Zampieri . Estou esperando o retorno de mais postagens para indicarmos aqui.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Blogagem Coletiva – Escola forma gente para futuro ou para o passado?

>Olá Amigos

Fazendo a minha parte nesta proposta de blogagem coletiva que eu propus nas listas Edublogosfera e Blogs_educativos baseada na pergunta da postagem abaixo intitulada “A Escola forma gente para futuro ou para o passado?” .

O meu amigo Sergio Lima do blog Blog e Física escreveu uma postagem fantástica e reveladora. Além de um email fantástico do amigo Franz do blog Este blog é a Minha Rua ( que alias espero já ter sido transposto para o seu blog) que estão trazendo mais luz ou será pimenta a discussão.

A Escola muda bem devagar e isso é uma afirmação incontestável. Essa é a sensação que se fica quando procuramos as mudanças introduzidas pelos computadores colocados nas escolas públicas do País. A escola é obsoleta e inadequada para a formação dos nossos jovens sim. Mas essa afirmação trás algumas outras questões que saltam aos olhos e geram um monte de outros questionamentos.

Como me foi dito pela minha amiga Suzana Gutierrez do blog Gutierrez/Suuma coisa que aprendi nestes mais de 10 anos de rede e quase 8 de blog: as coisas não são pão pão / queijo queijo. As pessoas tendem a ver um lado só. Por ex: NÃO é verdade que quase todo professor não quer mudar e que TODO o aluno transita bem na tecnologia.”

Em cima disso outras questões estão surgindo:

  • Será que devemos concluir que a Escola é, por essência, conservadora e resistente à mudança?
  • Devemos concluir que a tecnologia por si só não interfere nos hábitos humanos?
  • Devemos mudar as formas metodológicas de abordagem do problema?
  • Será que o problema é pertinente?
  • Será que há muito discurso e pouca ação?
  • Trabalhar por projetos seria uma solução viável?
  • Há um comodismo generalizado por parte dos docentes?
  • Não seria melhor derrubar tudo e começar do zero?

As respostas para estas questões propõem uma reflexão mais profunda e filosófica.

Afirmar que a escola é conservadora por natureza não esclarece como ela muda. E a Escola muda muito e já mudou bastante. Para nos convencermos disso basta que nos lembremos do que ela era há 20 ou 30 anos atrás ou pensarmos que a Escola esteve na origem do deflagrar de revoluções sociais de nível global – os violentos acontecimentos de que foram protagonistas estudantes universitários em vários países que tiveram influencia nos comportamentos sociais em todo o Mundo.

Nos países menos desenvolvidos os estudantes são também um grupo social irrequieto e muitas vezes envolvidos, tal como alguns professores, em processos de mudança social, política e tecnológica. Fazendo um sinal em que direção devemos seguir.

As formas de como vamos tratar o problema da mudança precisam ser revistos, em particular, no que cabe ao campo educativo. Ao rever os conceitos tradicionalmente dominantes, assistimos a variadas reações ao predomínio da ideia de sistema escolar como sistema de reprodução social.

Não posso deixar de ser partidário da importância da tecnologia, sou tecnólogo de profissão e educador por opção, mas nem por isso me sinto incomodado pelo fato de sobrevalorizar o poder das TICs em sala de aula. Mais difícil tem sido encontrar formas de compreensão das mudanças, em contextos caracterizados pela presença de novas tecnologias de informação em ambientes carentes de mudanças. Ou como cita o Sergio Lima as pequenas “Contra-Hegemonias Locais das Práticas Escolares ” sempre difíceis e dolorosas, alem de demoradas.

Eu acredito ser possível uma nova escola sim. Por que espera-se da escola mais do que uma rotina onde se aprende e ensina, mas uma rotina de transformação social. Uma escola como espaço onde nascem e se discutem novas ideias, onde todos aprendem e colaboram, onde é possível crescer e transformar não somente o seu espaço social, mas o mundo a sua volta.

Mas você não vê assim?

Por que?

Então Comente, Opine.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Blogagem Coletiva – Escola forma gente para futuro ou para o passado?

Olá Amigos

Fazendo a minha parte nesta proposta de blogagem coletiva que eu propus nas listas Edublogosfera e Blogs_educativos baseada na pergunta da postagem abaixo intitulada “A Escola forma gente para futuro ou para o passado?” .

O meu amigo Sergio Lima do blog Blog e Física escreveu uma postagem fantástica e reveladora. Além de um email fantástico do amigo Franz do blog Este blog é a Minha Rua ( que alias espero já ter sido transposto para o seu blog) que estão trazendo mais luz ou será pimenta a discussão.

A Escola muda bem devagar e isso é uma afirmação incontestável. Essa é a sensação que se fica quando procuramos as mudanças introduzidas pelos computadores colocados nas escolas públicas do País. A escola é obsoleta e inadequada para a formação dos nossos jovens sim. Mas essa afirmação trás algumas outras questões que saltam aos olhos e geram um monte de outros questionamentos.

Como me foi dito pela minha amiga Suzana Gutierrez do blog Gutierrez/Suuma coisa que aprendi nestes mais de 10 anos de rede e quase 8 de blog: as coisas não são pão pão / queijo queijo. As pessoas tendem a ver um lado só. Por ex: NÃO é verdade que quase todo professor não quer mudar e que TODO o aluno transita bem na tecnologia.”

Em cima disso outras questões estão surgindo:

  • Será que devemos concluir que a Escola é, por essência, conservadora e resistente à mudança?
  • Devemos concluir que a tecnologia por si só não interfere nos hábitos humanos?
  • Devemos mudar as formas metodológicas de abordagem do problema?
  • Será que o problema é pertinente?
  • Será que há muito discurso e pouca ação?
  • Trabalhar por projetos seria uma solução viável?
  • Há um comodismo generalizado por parte dos docentes?
  • Não seria melhor derrubar tudo e começar do zero?

As respostas para estas questões propõem uma reflexão mais profunda e filosófica.

Afirmar que a escola é conservadora por natureza não esclarece como ela muda. E a Escola muda muito e já mudou bastante. Para nos convencermos disso basta que nos lembremos do que ela era há 20 ou 30 anos atrás ou pensarmos que a Escola esteve na origem do deflagrar de revoluções sociais de nível global – os violentos acontecimentos de que foram protagonistas estudantes universitários em vários países que tiveram influencia nos comportamentos sociais em todo o Mundo.

Nos países menos desenvolvidos os estudantes são também um grupo social irrequieto e muitas vezes envolvidos, tal como alguns professores, em processos de mudança social, política e tecnológica. Fazendo um sinal em que direção devemos seguir.

As formas de como vamos tratar o problema da mudança precisam ser revistos, em particular, no que cabe ao campo educativo. Ao rever os conceitos tradicionalmente dominantes, assistimos a variadas reações ao predomínio da ideia de sistema escolar como sistema de reprodução social.

Não posso deixar de ser partidário da importância da tecnologia, sou tecnólogo de profissão e educador por opção, mas nem por isso me sinto incomodado pelo fato de sobrevalorizar o poder das TICs em sala de aula. Mais difícil tem sido encontrar formas de compreensão das mudanças, em contextos caracterizados pela presença de novas tecnologias de informação em ambientes carentes de mudanças. Ou como cita o Sergio Lima as pequenas “Contra-Hegemonias Locais das Práticas Escolares ” sempre difíceis e dolorosas, alem de demoradas.

Eu acredito ser possível uma nova escola sim. Por que espera-se da escola mais do que uma rotina onde se aprende e ensina, mas uma rotina de transformação social. Uma escola como espaço onde nascem e se discutem novas ideias, onde todos aprendem e colaboram, onde é possível crescer e transformar não somente o seu espaço social, mas o mundo a sua volta.

Mas você não vê assim?

Por que?

Então Comente, Opine.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Arquitetura Escolar

Olá Amigos

Hoje abaixo há uma postagem do professor João Luís de Almeida Machado editor do portal Planeta Educação de vários outros blogs, intitulada “Qual a fórmula da Educação de Qualidade?” . Nela ele comenta sobre os padrões de arquitetura vigentes, conservadoras e as atuais mais modernas.

http://faggiani.files.wordpress.com/2006/08/sala_aula.jpg

E verdade que elas influenciam sim na aprendizagem e no desempenho de alunos e que também facilita a aplicação das TICs no cotidiano escolar. Sobre esse tema inclusive foi escrito vários textos e também foi proposto uma blogagem coletiva iniciado pelo professor Jarbas Jovelino editor do Boteco Escola que escreveu uma série de posts interessantes no seu blog sobre “Arquitetura e Educação”: Arquitetura e Educação, Prédios e equipamentos escolares ensinam, TIC’s e arquitetura escolar, Escolas como fortalezas, Tecnologia, arquitetura e educação, Sala da diretora X sala dos professores e pelo professor José Antônio Kuller do blog Germinal – Educação e Trabalho que escreveu os maravilhosos textos Escola do Futuro? , Arquitetura Escolar e Indução Pedagogica e o Arquitetura escolar e Aprendizagem Criativa baseado nos textos do Jarbas Jovelino.

Há textos igualmente interessantes que vem acresentar algum molho nessa discussão. Textos como os feitos pelo professor Allison Bruno do blog abruno.com [ Blog ], da Cybelle Meyer editora do blog Educar Já e do Cybelle Meyer: Falando Sobre com uma postagem igualmente fantástica, do Sergio Lime editor do blog Blog e Fisica que escreveu um texto muito legal em cima de uma pergunta que gerou uma discussão iniciada na lista de discussão blogs Educativos da qual eu participo junto com os amigos citados acima.

Por isso os blogs são essa ferramenta poderosa. Eles tem o poder de iniciar uma discussão e trazer a luz para alguns pontos que para alguns até então estavam ocultos ou eram desconhecidos. Por isso sempre que visitar algum blog comente, expresse sua opinião pois alguem pode precisar dela.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Arquitetura Escolar

>Olá Amigos

Hoje abaixo há uma postagem do professor João Luís de Almeida Machado editor do portal Planeta Educação de vários outros blogs, intitulada “Qual a fórmula da Educação de Qualidade?” . Nela ele comenta sobre os padrões de arquitetura vigentes, conservadoras e as atuais mais modernas.

http://faggiani.files.wordpress.com/2006/08/sala_aula.jpg

E verdade que elas influenciam sim na aprendizagem e no desempenho de alunos e que também facilita a aplicação das TICs no cotidiano escolar. Sobre esse tema inclusive foi escrito vários textos e também foi proposto uma blogagem coletiva iniciado pelo professor Jarbas Jovelino editor do Boteco Escola que escreveu uma série de posts interessantes no seu blog sobre “Arquitetura e Educação”: Arquitetura e Educação, Prédios e equipamentos escolares ensinam, TIC’s e arquitetura escolar, Escolas como fortalezas, Tecnologia, arquitetura e educação, Sala da diretora X sala dos professores e pelo professor José Antônio Kuller do blog Germinal – Educação e Trabalho que escreveu os maravilhosos textos Escola do Futuro? , Arquitetura Escolar e Indução Pedagogica e o Arquitetura escolar e Aprendizagem Criativa baseado nos textos do Jarbas Jovelino.

Há textos igualmente interessantes que vem acresentar algum molho nessa discussão. Textos como os feitos pelo professor Allison Bruno do blog abruno.com [ Blog ], da Cybelle Meyer editora do blog Educar Já e do Cybelle Meyer: Falando Sobre com uma postagem igualmente fantástica, do Sergio Lime editor do blog Blog e Fisica que escreveu um texto muito legal em cima de uma pergunta que gerou uma discussão iniciada na lista de discussão blogs Educativos da qual eu participo junto com os amigos citados acima.

Por isso os blogs são essa ferramenta poderosa. Eles tem o poder de iniciar uma discussão e trazer a luz para alguns pontos que para alguns até então estavam ocultos ou eram desconhecidos. Por isso sempre que visitar algum blog comente, expresse sua opinião pois alguem pode precisar dela.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna