>Como achar tudo no Google – Truques secretos e operadores de busca

>Olá Amigos

Tem vezes que estamos procurando algo na internet e nada de encontrar. Nessas andanças por ai achei essas dicas que com certeza irão facilitar a nossa vida é muito. Aprenda a encontrar tudo no Google com esses truques secretos, que melhoram em muito os resultados.

E possível, hoje em dia, encontrar tudo na Internet. Mas não e tão fácil encontrar tudo se você não sabe os comandos do Google.

fonte: http://migre.me/2IOaP

Conheça e entenda como usar 6 comandos que vão fazer você encontrar tudo o que quiser na Internet, de downloads de jogos e programas completos a musicas e filmes, alem de livros e paginas bloqueadas.

Os comandos do Google são chamados operadores. Os operadores, propiciam melhores resultados quando bem usados. Eles sempre são escritos em letras minúsculas, acompanhados de dois pontos e o respectivo parâmetro, seguindo o padrão abaixo

operador:parâmetro

Operador site

O operador site permite que você procure especificamente nas paginas daquele site. E perfeito para quem esta visitando um site ruim e não consegue encontrar aquilo que quer nele.

site:vejaisso.com

Vai procurar unicamente no vejaisso.com, todos os resultados exibidos no Google estarão restritos a este nível de domínio.

site:edu

Temos agora um nível de domínio muito mais amplo para pesquisar e encontrar as coisas: todos os sites que terminem em .edu irão aparecer nos resultados.

Ou seja, unicamente sites de educação irão aparecer. Apesar que o mesmo não funciona muito bem para o Brasil, já que as duas maiores universidades do Brasil, USP e UNIFESP não tem a terminação.

Operador de arquivos e downloads

Para encontrar qualquer aula e apresentação na Internet, simplesmente faca a restrição usando o operador de arquivo:

filetype:extensao

Portanto, para encontrar apresentações, você pode usar a seguinte expressão

filetype:ppt nome da aula

Ou pode fazer algo ainda mais especifico, como fazer o download de apresentações e PowerPoint que sejam da USP, digitando

filetype:ppt site:usp.br nome da aula

Mas não somente aulas, você é capaz de encontrar qualquer arquivo alocado na internet. Caso queira músicas, digite:

filetype:mp3 nome da música

Operador nome do domínio

Este e outro operador muito útil, pois pesquisa a palavra dentro do nome do domínio

inurl:palavra

Por exemplo, caso você queira aprender a desenhar, você pode procurar sites especializados nisso:

inurl:desenho
inurl:desenhar inurl:manga inurl:anime

Assim você vai encontrar sites que contenham essas palavras no titulo. Se procurar

inurl:veja

O site vejaisso ira aparecer junto com veja.com.br, entre outros como inVEJA.
Operador no título somente

Com esse truque você consegue limitar ainda mais sua pesquisa: apenas paginas que contiverem a informação no titulo irão aparecer.

Isso aumenta sua chance de encontrar algo relacionado, a pesquisa em questão.

Particularmente útil para achar algo especifico onde a busca exibe muitos resultados

intitle:chocolate

Apenas títulos que contenham a palavra chave irão aparecer.

Como achar tudo no Google?

O Google é uma ferramenta de busca excepcional. É possível encontrar praticamente tudo na Internet, desde que você utilize os operadores certos, limitando suas buscas.

fonte: flickr

Portanto, seguindo esses truques, você irá poupar muito trabalho e conseguir encontrar tudo o que quiser no Google.

Achei a dica aqui http://goo.gl/MM4Bt e aqui http://migre.me/2IMQZ

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Como achar tudo no Google – Truques secretos e operadores de busca

Olá Amigos

Tem vezes que estamos procurando algo na internet e nada de encontrar. Nessas andanças por ai achei essas dicas que com certeza irão facilitar a nossa vida é muito. Aprenda a encontrar tudo no Google com esses truques secretos, que melhoram em muito os resultados.

E possível, hoje em dia, encontrar tudo na Internet. Mas não e tão fácil encontrar tudo se você não sabe os comandos do Google.

fonte: http://migre.me/2IOaP

Conheça e entenda como usar 6 comandos que vão fazer você encontrar tudo o que quiser na Internet, de downloads de jogos e programas completos a musicas e filmes, alem de livros e paginas bloqueadas.

Os comandos do Google são chamados operadores. Os operadores, propiciam melhores resultados quando bem usados. Eles sempre são escritos em letras minúsculas, acompanhados de dois pontos e o respectivo parâmetro, seguindo o padrão abaixo

operador:parâmetro

Operador site

O operador site permite que você procure especificamente nas paginas daquele site. E perfeito para quem esta visitando um site ruim e não consegue encontrar aquilo que quer nele.

site:vejaisso.com

Vai procurar unicamente no vejaisso.com, todos os resultados exibidos no Google estarão restritos a este nível de domínio.

site:edu

Temos agora um nível de domínio muito mais amplo para pesquisar e encontrar as coisas: todos os sites que terminem em .edu irão aparecer nos resultados.

Ou seja, unicamente sites de educação irão aparecer. Apesar que o mesmo não funciona muito bem para o Brasil, já que as duas maiores universidades do Brasil, USP e UNIFESP não tem a terminação.

Operador de arquivos e downloads

Para encontrar qualquer aula e apresentação na Internet, simplesmente faca a restrição usando o operador de arquivo:

filetype:extensao

Portanto, para encontrar apresentações, você pode usar a seguinte expressão

filetype:ppt nome da aula

Ou pode fazer algo ainda mais especifico, como fazer o download de apresentações e PowerPoint que sejam da USP, digitando

filetype:ppt site:usp.br nome da aula

Mas não somente aulas, você é capaz de encontrar qualquer arquivo alocado na internet. Caso queira músicas, digite:

filetype:mp3 nome da música

Operador nome do domínio

Este e outro operador muito útil, pois pesquisa a palavra dentro do nome do domínio

inurl:palavra

Por exemplo, caso você queira aprender a desenhar, você pode procurar sites especializados nisso:

inurl:desenho
inurl:desenhar inurl:manga inurl:anime

Assim você vai encontrar sites que contenham essas palavras no titulo. Se procurar

inurl:veja

O site vejaisso ira aparecer junto com veja.com.br, entre outros como inVEJA.
Operador no título somente

Com esse truque você consegue limitar ainda mais sua pesquisa: apenas paginas que contiverem a informação no titulo irão aparecer.

Isso aumenta sua chance de encontrar algo relacionado, a pesquisa em questão.

Particularmente útil para achar algo especifico onde a busca exibe muitos resultados

intitle:chocolate

Apenas títulos que contenham a palavra chave irão aparecer.

Como achar tudo no Google?

O Google é uma ferramenta de busca excepcional. É possível encontrar praticamente tudo na Internet, desde que você utilize os operadores certos, limitando suas buscas.

fonte: flickr

Portanto, seguindo esses truques, você irá poupar muito trabalho e conseguir encontrar tudo o que quiser no Google.

Achei a dica aqui http://goo.gl/MM4Bt e aqui http://migre.me/2IMQZ

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

WebGincanas: Liberdade e Estrutura

Abril 24, 2009 by jarbas

leger-2

Retomo aqui assunto que já abordei outras vezes neste Boteco. Uso de novos meios de comunicação e idéias mal assimiladas de construtivismo podem levar a um laissez faire pedagógico cujo exemplo mais frequente é o pedido docente “procurem na Internet“. Por isso é comum a gente ver muitos estudantes completamente perdidos no imenso mar de informações do ciberespaço. Vez ou outra, algum desses náufragos de Internet joga uma garrafa ao mar, esperando ser resgatado por alguém de boa vontade. Durante alguns anos fiquei à disposição de educadores para responder questões sobre WebQuests no site da Escola do Futuro da USP. De vez em quando, os correspondentes não eram professores, nem o assunto era WebQuest. Quase toda semana eu recebia algum pedido desesperado de estudantes cujos professores haviam dito a fala mágica “pesquisem na Internet”.

Lembro-me de que certa vez um estudante de ensino médio me escreveu pedindo uma informação bem organizada, escrita numas duas páginas, sobre Revolução Industrial, relacionando tal evento histórico com a dinâmica da economia atual. Na prática, ele me pedia para elaborar um trabalho escolar solicitado pelo docente. Ele deve ter buscado na Internet. Há muita coisa sobre o assunto na rede mundial de computadores. Mas marinheiros de primeira viagem têm muita dificuldade para encontrar o “tesouro”. Eles têm dificuldade para selecionar informações de qualidade. Têm dificuldade para transformar as informações encontradas num novo produto. Alguns descobrem sites onde há educadores de plantão para fornecer respostas sobre um assunto. E mesmo que o tema estudado nada tenha a ver com a pauta de tais educadores, usam o serviço de apoio para pedir socorro. O caso mais famoso que conheço é o de um aluno que entrou num site de bioética para doutorandos em filosofia, pedindo ao responsável, o filósofo Aquiles von Zuben, que lhe mandasse rapidamente um texto curto sobre o sentido da vida, tema que seu professor havia pedido para pesquisar na Internet.

Os dois casos aqui relatados mostram situações nas quais os alunos vão para a Internet sem ajuda de qualquer estrutura capaz de apoiá-los na busca. É quase certo que os professores desses alunos acham que não podem fornecer dicas ou modos de organizar a busca porque acreditam que os estudantes devem “construir o próprio conhecimento”. E isso não é um equívoco apenas de professores do chão-de-escola. Há acadêmicos influentes que pensam da mesma forma. Numa mesa redonda num programa de TV introduzi a idéia de estrutura dizendo que os professores devem ser como cartógrafos, elaborando mapas que ajudem seus alunos a navegar pelos mares da Internet. Um figurão da academia ficou impaciente. Pediu a palavra. Me disse que eu parecia ignorar que os alunos devem construir o conhecimento e pontificou que os estudantes devem ser tudo na navegação: cartógrafos, pilotos, navegadores, descobridores. Só não medisse como marinheiros de primeira viagem podem construir mapas de certas áreas de conhecimento sem nada saber sobre elas. Por isso continuei a pensar que mapas de navegação precisam ser feitos por conhecedores do assunto, os professores.

Enfrentamos aqui uma situação delicada. Educação é uma atividade cujo sucesso é medido pela autonomia intelectual de quem estudou uma matéria ou assunto. Ou seja, sabemos que houve boa educação quando os formandos são capazes de elaborar saberes sobre o assunto estudado sem tutela de professores ou de qualquer outros agentes culturais. A palavra para isso é autonomia. Por isso a orientação do ensino numa perspectiva construtivista é tão importante. Por outro lado qualquer processo construtivo progride mais quando os construtores podem contar com andaimes e ferramentas já prontas. É assim que entendo o papel de WebGincanas. Vejo-as como mapas que podem facilitar navegações pela Internet. Se você prefere a metáfora da construção, vejo WebGincanas como andaimes e ferramentas que facilitam construção de saber inicial sobre um assunto, com uso de informações existentes na Internet.

Não falei explicitamente de liberdade. Alguns a entendem como situação na qual os alunos tomam todas as decisões sobre o processo de aprendizagem. Não vejo a coisa desta maneira. Penso que os professores podem fazer propostas. Podem inclusive organizar estruturas. Não acho que com isso os alunos não terão liberdade. Boa aprendizagem é resultado de negocição de significados. Algumas vezes parece que o professor deve ter a primeira palavra para que a negociação comece.

Já abordei a questão de liberdade e estrutura numa coleção de eslaides publicada no meu espaço do Slideshare. Ao ver tal matéria, repare que o modelo WebGincana estava num estágio de desenvolvimento que não incluía algumas das características atuais. Tirante este detalhe, acho que o material ainda é uma boa referência para conversas sobre fundamentos do modelo de estrutura ao qual dei o nome de WebGincana. Para ver a coleção de eslaides, clique no destaque que segue.

Fonte: http://jarbas.wordpress.com/2009/04/24/webgincanas-liberdade-e-estrutura/

>WebGincanas: Liberdade e Estrutura

>Abril 24, 2009 by jarbas

leger-2

Retomo aqui assunto que já abordei outras vezes neste Boteco. Uso de novos meios de comunicação e idéias mal assimiladas de construtivismo podem levar a um laissez faire pedagógico cujo exemplo mais frequente é o pedido docente “procurem na Internet“. Por isso é comum a gente ver muitos estudantes completamente perdidos no imenso mar de informações do ciberespaço. Vez ou outra, algum desses náufragos de Internet joga uma garrafa ao mar, esperando ser resgatado por alguém de boa vontade. Durante alguns anos fiquei à disposição de educadores para responder questões sobre WebQuests no site da Escola do Futuro da USP. De vez em quando, os correspondentes não eram professores, nem o assunto era WebQuest. Quase toda semana eu recebia algum pedido desesperado de estudantes cujos professores haviam dito a fala mágica “pesquisem na Internet”.

Lembro-me de que certa vez um estudante de ensino médio me escreveu pedindo uma informação bem organizada, escrita numas duas páginas, sobre Revolução Industrial, relacionando tal evento histórico com a dinâmica da economia atual. Na prática, ele me pedia para elaborar um trabalho escolar solicitado pelo docente. Ele deve ter buscado na Internet. Há muita coisa sobre o assunto na rede mundial de computadores. Mas marinheiros de primeira viagem têm muita dificuldade para encontrar o “tesouro”. Eles têm dificuldade para selecionar informações de qualidade. Têm dificuldade para transformar as informações encontradas num novo produto. Alguns descobrem sites onde há educadores de plantão para fornecer respostas sobre um assunto. E mesmo que o tema estudado nada tenha a ver com a pauta de tais educadores, usam o serviço de apoio para pedir socorro. O caso mais famoso que conheço é o de um aluno que entrou num site de bioética para doutorandos em filosofia, pedindo ao responsável, o filósofo Aquiles von Zuben, que lhe mandasse rapidamente um texto curto sobre o sentido da vida, tema que seu professor havia pedido para pesquisar na Internet.

Os dois casos aqui relatados mostram situações nas quais os alunos vão para a Internet sem ajuda de qualquer estrutura capaz de apoiá-los na busca. É quase certo que os professores desses alunos acham que não podem fornecer dicas ou modos de organizar a busca porque acreditam que os estudantes devem “construir o próprio conhecimento”. E isso não é um equívoco apenas de professores do chão-de-escola. Há acadêmicos influentes que pensam da mesma forma. Numa mesa redonda num programa de TV introduzi a idéia de estrutura dizendo que os professores devem ser como cartógrafos, elaborando mapas que ajudem seus alunos a navegar pelos mares da Internet. Um figurão da academia ficou impaciente. Pediu a palavra. Me disse que eu parecia ignorar que os alunos devem construir o conhecimento e pontificou que os estudantes devem ser tudo na navegação: cartógrafos, pilotos, navegadores, descobridores. Só não medisse como marinheiros de primeira viagem podem construir mapas de certas áreas de conhecimento sem nada saber sobre elas. Por isso continuei a pensar que mapas de navegação precisam ser feitos por conhecedores do assunto, os professores.

Enfrentamos aqui uma situação delicada. Educação é uma atividade cujo sucesso é medido pela autonomia intelectual de quem estudou uma matéria ou assunto. Ou seja, sabemos que houve boa educação quando os formandos são capazes de elaborar saberes sobre o assunto estudado sem tutela de professores ou de qualquer outros agentes culturais. A palavra para isso é autonomia. Por isso a orientação do ensino numa perspectiva construtivista é tão importante. Por outro lado qualquer processo construtivo progride mais quando os construtores podem contar com andaimes e ferramentas já prontas. É assim que entendo o papel de WebGincanas. Vejo-as como mapas que podem facilitar navegações pela Internet. Se você prefere a metáfora da construção, vejo WebGincanas como andaimes e ferramentas que facilitam construção de saber inicial sobre um assunto, com uso de informações existentes na Internet.

Não falei explicitamente de liberdade. Alguns a entendem como situação na qual os alunos tomam todas as decisões sobre o processo de aprendizagem. Não vejo a coisa desta maneira. Penso que os professores podem fazer propostas. Podem inclusive organizar estruturas. Não acho que com isso os alunos não terão liberdade. Boa aprendizagem é resultado de negocição de significados. Algumas vezes parece que o professor deve ter a primeira palavra para que a negociação comece.

Já abordei a questão de liberdade e estrutura numa coleção de eslaides publicada no meu espaço do Slideshare. Ao ver tal matéria, repare que o modelo WebGincana estava num estágio de desenvolvimento que não incluía algumas das características atuais. Tirante este detalhe, acho que o material ainda é uma boa referência para conversas sobre fundamentos do modelo de estrutura ao qual dei o nome de WebGincana. Para ver a coleção de eslaides, clique no destaque que segue.

Fonte: http://jarbas.wordpress.com/2009/04/24/webgincanas-liberdade-e-estrutura/

Vídeo sobre WebQuest

Olá Amigos

Indo aos meus blogs e sites favoritos encontrei esse vídeo sobre Webquest que estava no Vivência Pedagógica, mas é do Portal do Professor do MEC.

O vídeo fala sobre webquest é da Professora Mary Grace Martins. Para quem ainda não sabe WebQuest é uma metodologia de pesquisa orientada, em que quase ou todos os recursos utilizados são provenientes da Web. Foi proposta pelo Professor Bernie Dodge, da Universidade de São Diego, em 1995.

Para desenvolver uma WebQuest é necessário criar um site que pode ser construído com um editor de HTML, serviço de blog ou até mesmo com um editor de texto que possa ser salvo como página da Web.

Para saber mais, conheça alguns sites indicados. Aqui está uma lista com o que já foi publicado no site Vivência Pedagógica:

Relato de experiência – WebQuest do Cortiço (áudio e texto)

Vídeo e fórum sobre Webquest no Portal do Professor – por Mary Grace

WebQuest e mapas conceituais

Webnote: um recurso para produção colaborativa de WebQuests

BlogQuests

Palestra e Workshop com Bernie Dodge

Edição de WebQuests on-line

Indicações de WebQuests

Criando uma WebQuest em equipe

É possível construir WebQuest com os alunos?

Relato de experiência – Os primeiros habitantes do Brasil

Assista o vídeo e discuta sobre Webquest: estratégias de pesquisa e aprendizagem em rede, no Portal do Professor – MEC.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna