TIC – Muita gente está comentando, mas você sabe o que é?


Alexandre Mendes

Estamos agora tratando das TICs, tão faladas nestes tempos. Vamos comentar seus conceitos, sua utilização e do seu futuro. Espero que vocês gostem.

Coloquem comentários ou notas no artigo ou fale direto conosco, via e-mail. Então, vamos lá…

TIC – Conceitos

TIC é a abreviação de “Tecnologia da Informação e Comunicação”. Pesquisando nas várias definições existentes em livros, textos, Internet, revistas, etc., podemos dizer que TIC é um conjunto de recursos tecnológicos que, se estiverem integrados entre si, podem proporcionar a automação e/ou a comunicação de vários tipos de processos existentes nos negócios, no ensino e na pesquisa científica, na área bancária e financeira, etc. Ou seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações, como exemplo: sites da Web, equipamentos de informática (hardware e software), telefonia, quiosques de informação e balcões de serviços automatizados.

Estamos presenciando, já há alguns anos, o uso intenso da Internet por todos os segmentos da sociedade e isto esta fazendo com que inúmeras áreas sofram mudanças radicais em termos como inovação, criatividade, produtividade e conhecimento, por exemplo, estão forçando a procura de novas formas para aplicações tradicionais da área financeira, bancária, educação, segurança, transportes, engenharia, comércio, etc.

Outra área de crescimento do uso de TICs é a dos gestores públicos, nos seus processos administrativos, pois permite transparência e beneficia toda a sociedade. É o surgimento do governo eletrônico, o chamado “e-gov”.

Utilização das TICs

Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este “mundo” e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).

Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrônicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.

Temos acompanhado o desenvolvimento e o sucesso desta nova modalidade educacional em vários países, que está gerando enormes quantidades de informações na forma digital, com grande potencial de aproveitamento e reutilização. Isto quer dizer que ela propiciará também, em um futuro não muito distante, que instituições de locais geográficos distantes, mas que tenham objetivos e interesses em comum, possam usufruir os mesmos recursos educacionais. Por que não?

Podemos pensar também em planejar grupos de estudos que trabalhem de forma “colaborativa”, mesmo estando localizados geograficamente distantes um do outro, mas participando de trabalhos, como se estivessem todos em um ambiente de rede dentro de uma mesma sala de aula.

Conclusão

Penso que, para que as TICs tenham grande participação na sociedade e obtenha sucesso, seja necessário rever, repensar e mudar os modelos que formam a base da educação, em todos os seus níveis, alinhando-os a um mundo moderno, novo, rápido e exigente. E mais, mudar atitudes e concepções.

O cotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso justo e correto das TICs. As inúmeras situações em que usamos estas tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as reais contribuições que elas estão trazendo ou de que forma elas podem influenciar na evolução destes processos educacionais.

É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TICs na escola, fazendo com que tenham contacto permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidades da utilização destas tecnologias no ensino, mudando toda a organização da escola.

Devemos incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas, repensar teorias e modelos e principalmente interagir com todos os participantes desta “rede”, de forma que se mudem as formas de aprender com esta tão especial tecnologia. Afinal integrar não é somente utilizar estas diversas mídias em conjunto com as atividades dos alunos e sim agrupar os objetivos didáticos existentes `a estas mídias, desenvolvendo novos aprendizados, construindo uma experiência rica e consistente.

Até a próxima…

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8278

>TIC – Muita gente está comentando, mas você sabe o que é?

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Alexandre Mendes

Estamos agora tratando das TICs, tão faladas nestes tempos. Vamos comentar seus conceitos, sua utilização e do seu futuro. Espero que vocês gostem.

Coloquem comentários ou notas no artigo ou fale direto conosco, via e-mail. Então, vamos lá…

TIC – Conceitos

TIC é a abreviação de “Tecnologia da Informação e Comunicação”. Pesquisando nas várias definições existentes em livros, textos, Internet, revistas, etc., podemos dizer que TIC é um conjunto de recursos tecnológicos que, se estiverem integrados entre si, podem proporcionar a automação e/ou a comunicação de vários tipos de processos existentes nos negócios, no ensino e na pesquisa científica, na área bancária e financeira, etc. Ou seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações, como exemplo: sites da Web, equipamentos de informática (hardware e software), telefonia, quiosques de informação e balcões de serviços automatizados.

Estamos presenciando, já há alguns anos, o uso intenso da Internet por todos os segmentos da sociedade e isto esta fazendo com que inúmeras áreas sofram mudanças radicais em termos como inovação, criatividade, produtividade e conhecimento, por exemplo, estão forçando a procura de novas formas para aplicações tradicionais da área financeira, bancária, educação, segurança, transportes, engenharia, comércio, etc.

Outra área de crescimento do uso de TICs é a dos gestores públicos, nos seus processos administrativos, pois permite transparência e beneficia toda a sociedade. É o surgimento do governo eletrônico, o chamado “e-gov”.

Utilização das TICs

Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este “mundo” e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).

Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrônicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.

Temos acompanhado o desenvolvimento e o sucesso desta nova modalidade educacional em vários países, que está gerando enormes quantidades de informações na forma digital, com grande potencial de aproveitamento e reutilização. Isto quer dizer que ela propiciará também, em um futuro não muito distante, que instituições de locais geográficos distantes, mas que tenham objetivos e interesses em comum, possam usufruir os mesmos recursos educacionais. Por que não?

Podemos pensar também em planejar grupos de estudos que trabalhem de forma “colaborativa”, mesmo estando localizados geograficamente distantes um do outro, mas participando de trabalhos, como se estivessem todos em um ambiente de rede dentro de uma mesma sala de aula.

Conclusão

Penso que, para que as TICs tenham grande participação na sociedade e obtenha sucesso, seja necessário rever, repensar e mudar os modelos que formam a base da educação, em todos os seus níveis, alinhando-os a um mundo moderno, novo, rápido e exigente. E mais, mudar atitudes e concepções.

O cotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso justo e correto das TICs. As inúmeras situações em que usamos estas tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as reais contribuições que elas estão trazendo ou de que forma elas podem influenciar na evolução destes processos educacionais.

É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TICs na escola, fazendo com que tenham contacto permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidades da utilização destas tecnologias no ensino, mudando toda a organização da escola.

Devemos incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas, repensar teorias e modelos e principalmente interagir com todos os participantes desta “rede”, de forma que se mudem as formas de aprender com esta tão especial tecnologia. Afinal integrar não é somente utilizar estas diversas mídias em conjunto com as atividades dos alunos e sim agrupar os objetivos didáticos existentes `a estas mídias, desenvolvendo novos aprendizados, construindo uma experiência rica e consistente.

Até a próxima…

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8278

Professor, você utiliza ou gostaria de utilizar a internet em sala de aula?

Professor, você se sente à vontade para usar a internet na sala de aula? As novas tecnologias facilitam ou prejudicam o aprendizado da turma? “Um projeto de mudança curricular do ensino primário na Inglaterra quer que a tecnologia seja a “espinha dorsal” do currículo e que os alunos menores de 11 anos estejam aptos a usar ferramentas como Twitter, blogs e Wikipédia, dando-lhes a mesma importância de matérias como história ou matemática.”

Para a pesquisadora Rosária Nakashima, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), o futuro da escola depende da abertura para os novos recursos tecnológicos que estão surgindo”, os quais “podem ser usados de forma pedagógica”.

Contudo, embora “a escola ainda seja o lugar mais habitual para a navegação pela rede”, no Brasil, a internet ainda é pouco usada em salas de aula: “cerca de 50% dos professores não utilizam nem recomendam a internet como recurso útil para os estudos”.

Você acha que a internet é útil para a realização dos estudos? Você utiliza ou gostaria de utilizar a internet em sala de aula? Comente.

Fonte: http://forum.educacao.blog.uol.com.br/arch2009-04-05_2009-04-11.html#2009_04-06_11_54_23-8953204-0

>Professor, você utiliza ou gostaria de utilizar a internet em sala de aula?

>Professor, você se sente à vontade para usar a internet na sala de aula? As novas tecnologias facilitam ou prejudicam o aprendizado da turma? “Um projeto de mudança curricular do ensino primário na Inglaterra quer que a tecnologia seja a “espinha dorsal” do currículo e que os alunos menores de 11 anos estejam aptos a usar ferramentas como Twitter, blogs e Wikipédia, dando-lhes a mesma importância de matérias como história ou matemática.”

Para a pesquisadora Rosária Nakashima, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), o futuro da escola depende da abertura para os novos recursos tecnológicos que estão surgindo”, os quais “podem ser usados de forma pedagógica”.

Contudo, embora “a escola ainda seja o lugar mais habitual para a navegação pela rede”, no Brasil, a internet ainda é pouco usada em salas de aula: “cerca de 50% dos professores não utilizam nem recomendam a internet como recurso útil para os estudos”.

Você acha que a internet é útil para a realização dos estudos? Você utiliza ou gostaria de utilizar a internet em sala de aula? Comente.

Fonte: http://forum.educacao.blog.uol.com.br/arch2009-04-05_2009-04-11.html#2009_04-06_11_54_23-8953204-0

Os cinco erros mais comuns no uso de blogs em educação

Uma das ferramentas mais poderosas para estabelecer comunicação entre alunos e professores são os blogs, que em algumas situações podem até mesmo servir como plataforma para educação e oferecer oportunidades, para que professores ou tutores a distância, possam até mesmo ensinar usando essa incrível ferramenta. Mas, como qualquer novidade tecnologia a falta de experiência e critérios bem definidos, acaba fazendo com que os professores fujam dos blogs como meio para ensinar. Isso é perfeitamente normal, mas não precisa ser uma regra, afinal as novas tecnologias da informação só agregam novas possibilidades e opções para alunos e professores.

Se você está pensando em usar esse tipo de iniciativa na sua instituição de ensino, um artigo muito interessante, publicado na Campus Technology, lista os cinco erros mais comuns no uso de blogs para educação. O conhecimento desse tipo de artigo é fundamental, para que se a sua instituição decida investir em blogs, você já tenha conhecimento do que deve ser evitado.

Models of Blogs: Blog as Participant in Conversation (3 of 3)

A lista parece óbvia, mas as dicas são importantes. O artigo é bem extenso, por isso fiz um breve resumo do conteúdo:

  • Falta de contextualização: A contextualização aqui passa pela justificativa do uso dos blogs. Qual o motivo que faz dos blogs a melhor ferramenta para ensinar, aquele determinado assunto? Os textos e indicações oferecidos no blog devem ser contextualizados também, com a realidade do aluno. Isso é muito mais fácil de fazer com blogs, em que o professor autor dos artigos.
  • Falta de objetivos educacionais: O uso dos blogs deve ter um objetivo bem definido, como o desenvolvimento da capacidade de análise ou leitura dos alunos. Claro que assimilar um determinado conteúdo, deve ser o principal, mas e o blog? Qual o objetivo dele? O segundo erro envolve o desconhecimento desses objetivos, por parte dos alunos e professores.
  • Uso ineficiente da ferramenta: Um blog é uma publicação individual, por isso ela deve refletir a opinião do professor e não o da instituição. Algumas iniciativas de blogs educacionais acabam se transformando em portais de comunicação da instituição, com textos jornalísticos.
  • Usar critérios de avaliação adequados: Seus alunos sabem quais são os critérios de avaliação, para a participação nos blogs?
  • Oferecer um bom tempo de resposta aos alunos: Qual o tempo que você disponibiliza para que seus alunos possam interagir com os artigos? Os alunos conhecem esse tempo?

O uso desse tipo de ferramenta ainda é muito recente, mas com o crescente número de pessoas que usam esse tipo de ferramenta, os blogs se tornam cada vez mais comuns até mesmo para educação.

Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2008/10/06/os-cinco-erros-mais-comuns-no-uso-de-blogs-em-educacao/

>Os cinco erros mais comuns no uso de blogs em educação

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Uma das ferramentas mais poderosas para estabelecer comunicação entre alunos e professores são os blogs, que em algumas situações podem até mesmo servir como plataforma para educação e oferecer oportunidades, para que professores ou tutores a distância, possam até mesmo ensinar usando essa incrível ferramenta. Mas, como qualquer novidade tecnologia a falta de experiência e critérios bem definidos, acaba fazendo com que os professores fujam dos blogs como meio para ensinar. Isso é perfeitamente normal, mas não precisa ser uma regra, afinal as novas tecnologias da informação só agregam novas possibilidades e opções para alunos e professores.

Se você está pensando em usar esse tipo de iniciativa na sua instituição de ensino, um artigo muito interessante, publicado na Campus Technology, lista os cinco erros mais comuns no uso de blogs para educação. O conhecimento desse tipo de artigo é fundamental, para que se a sua instituição decida investir em blogs, você já tenha conhecimento do que deve ser evitado.

Models of Blogs: Blog as Participant in Conversation (3 of 3)

A lista parece óbvia, mas as dicas são importantes. O artigo é bem extenso, por isso fiz um breve resumo do conteúdo:

  • Falta de contextualização: A contextualização aqui passa pela justificativa do uso dos blogs. Qual o motivo que faz dos blogs a melhor ferramenta para ensinar, aquele determinado assunto? Os textos e indicações oferecidos no blog devem ser contextualizados também, com a realidade do aluno. Isso é muito mais fácil de fazer com blogs, em que o professor autor dos artigos.
  • Falta de objetivos educacionais: O uso dos blogs deve ter um objetivo bem definido, como o desenvolvimento da capacidade de análise ou leitura dos alunos. Claro que assimilar um determinado conteúdo, deve ser o principal, mas e o blog? Qual o objetivo dele? O segundo erro envolve o desconhecimento desses objetivos, por parte dos alunos e professores.
  • Uso ineficiente da ferramenta: Um blog é uma publicação individual, por isso ela deve refletir a opinião do professor e não o da instituição. Algumas iniciativas de blogs educacionais acabam se transformando em portais de comunicação da instituição, com textos jornalísticos.
  • Usar critérios de avaliação adequados: Seus alunos sabem quais são os critérios de avaliação, para a participação nos blogs?
  • Oferecer um bom tempo de resposta aos alunos: Qual o tempo que você disponibiliza para que seus alunos possam interagir com os artigos? Os alunos conhecem esse tempo?

O uso desse tipo de ferramenta ainda é muito recente, mas com o crescente número de pessoas que usam esse tipo de ferramenta, os blogs se tornam cada vez mais comuns até mesmo para educação.

Fonte: http://www.colaborativo.org/blog/2008/10/06/os-cinco-erros-mais-comuns-no-uso-de-blogs-em-educacao/

Quem inova?

Olá Amigos

Li uma pergunta numa publicação ( http://www.abed. org.br/revistaci entifica/ Revista_PDF_ Doc/2007/ 2007_EaD_ o_professor_ e_a_inovacao_ Monica_Faria. pdf ) que me chamou a atenção:

“Entretanto, assim como em qualquer outro ofício, para utilizar-se uma ferramenta, faz-se necessário antes de tudo, dominar tal ferramenta. E quando tal ferramenta é “nova”, surgem as perguntas sobre “quem irá inovar” e “quando irá inovar”.

Na educação, quem inova: o professor, o pesquisador, o técnico, o aluno, a instituição escolar ou o Estado?”

Boa pergunta. Quem souber que responda.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Quem inova?

>Olá Amigos

Li uma pergunta numa publicação ( http://www.abed. org.br/revistaci entifica/ Revista_PDF_ Doc/2007/ 2007_EaD_ o_professor_ e_a_inovacao_ Monica_Faria. pdf ) que me chamou a atenção:

“Entretanto, assim como em qualquer outro ofício, para utilizar-se uma ferramenta, faz-se necessário antes de tudo, dominar tal ferramenta. E quando tal ferramenta é “nova”, surgem as perguntas sobre “quem irá inovar” e “quando irá inovar”.

Na educação, quem inova: o professor, o pesquisador, o técnico, o aluno, a instituição escolar ou o Estado?”

Boa pergunta. Quem souber que responda.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna