>Geração Y

>Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Geração Y – Jornal da Globo parte 1
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iHso0nBtkbE]

Geração Y – Jornal da Globo parte 2
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ctx6OlURwuQ]

Geração Y – Jornal da Globo parte 3
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TJr5pS9CMyI]

Geração Y – Jornal da Globo parte 4
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Xnm0sUkO_7g]

Geração Y – Jornal da Globo parte 5
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=cpeVOgmT5EE]

Abraços

Robson Freire

Geração Y

Empresas encontram desafios para manter talentos da geração Y.

Os jovens querem progredir rápido e mudam facilmente de emprego em busca do crescimento. Já as companhias tentam estimular essa geração para mantê-los na equipe e melhorar a relação dos Y com os Baby Boomers e os X.

Geração Y – Jornal da Globo parte 1
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iHso0nBtkbE]

Geração Y – Jornal da Globo parte 2
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=ctx6OlURwuQ]

Geração Y – Jornal da Globo parte 3
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=TJr5pS9CMyI]

Geração Y – Jornal da Globo parte 4
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=Xnm0sUkO_7g]

Geração Y – Jornal da Globo parte 5
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=cpeVOgmT5EE]

Abraços

Robson Freire

Educação, Tecnologia e seus Caminhos


Por *Divina Salvador Silva

Nos nossos tempos modernos, em que mudanças vertiginosas estão ocorrendo, mais importante que Aprender a Aprender é Aprender a Desaprender. Só que aprender a desaprender é bem mais difícil. Crenças depois de estabelecidas, não podem mais ser apagadas, só enfraquecidas.

O mundo está se transformando, novas descobertas acontecem e a distância entre o presente e o futuro se torna cada vez menor.

É claro que a Tecnologia não é responsável por toda a transformação cultural que ela impulsiona. A mudança tecnológica apenas cria novos espaços de possibilidades a serem, então explorados, (no caso das novas tecnologias da informática seria, rede de computadores, processamento de linguagem, inteligência artificial, linguagens icônicas, hipertextos, multimídia…)

O educador precisa acompanhar a evolução tecnológica, para que o processo-ensino-aprendizagem ocorra de forma eficaz.

Sabemos que para uma planta crescer temos que podá-la.

E como fazer isto com o professor? E com o aluno?

Configura-se que na escola moderna, Aluno aprende com Professor; Professor aprende com Aluno; Aluno aprende com Aluno (este último tem ganhado grande espaço no contexto educacional, quando se trata de Aprendizagem por Projetos) e professor aprende com professor.

Os conteúdos e as aprendizagens são orientações expressas pela atual forma educativa, onde surge uma preocupação pela adequação à realidade inserida. A escola acorda e começa a trilhar em um caminho entre a teoria e a prática e o ensino globalizado.

As dificuldades levam a escola a se “re” organizar, a aprofundar e adotar uma postura diante da questão.
O ponto alvo está em o diretor ouvir os seus especialistas que são os professores, os alunos, os funcionários e juntos então montar uma proposta metodológica, um plano de trabalho, enfim uma trajetória de vida para a escola.

Paulo Freire, deixa claro em seu livro “Pedagogia da autonomia” que somente um método será capaz deste efeito.

“A Ação e o Diálogo”.

O diálogo é a base do método de Paulo Freire. Mas o que é o diálogo?

– É uma relação de comunicação de intercomunicação, que gera a crítica e a problematização, uma vez que é possível a ambos o parceiro perguntar “por que?”.

DIA significa ultrapassar e LOGO significa razão.

Diálogo no estudo da raiz da palavra caracteriza por: – ultrapassar para o lado da razão.

O diálogo nutre-se, portanto, da humildade, da simpatia, da esperança, da confiança dos que o realizam, passando sim para o lado da razão, onde o primeiro passo será a “Ação“.

O respeito mútuo implica na superação dos próprios pontos de vista e implica em compartilhar com o outro uma escala de valores e juntos definir as metas a serem trabalhadas.

Piaget, Paulo Freire; Maturana e Varela (l982) e outros autores ressaltam que é só na cooperação que a superação da crise se efetiva. O homem isolado não chegaria jamais a conhecimento algum. O fenômeno do amor é que permite a transformação, pois é só vendo-se no outro que se tem coragem de promover a mudança ética. Piaget considera que nas relações cooperativas, o respeito mútuo é uma exigência.

É preciso que o processo educativo não transmita certezas, que ele seja agradável e significativo, privilegie a expressão e a comunicação de todos os participantes, promova o encontro, a convivência e a cooperação.

Divina Salvador Silva – Pedagoga – Especializada em Orientação, Supervisão e Administração Escolar; Profª/Coord. de Informática Educacional.

Fonte: http://www.centrorefeducacional.com.br/edutecnol.htm

TIC – Muita gente está comentando, mas você sabe o que é?


Alexandre Mendes

Estamos agora tratando das TICs, tão faladas nestes tempos. Vamos comentar seus conceitos, sua utilização e do seu futuro. Espero que vocês gostem.

Coloquem comentários ou notas no artigo ou fale direto conosco, via e-mail. Então, vamos lá…

TIC – Conceitos

TIC é a abreviação de “Tecnologia da Informação e Comunicação”. Pesquisando nas várias definições existentes em livros, textos, Internet, revistas, etc., podemos dizer que TIC é um conjunto de recursos tecnológicos que, se estiverem integrados entre si, podem proporcionar a automação e/ou a comunicação de vários tipos de processos existentes nos negócios, no ensino e na pesquisa científica, na área bancária e financeira, etc. Ou seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações, como exemplo: sites da Web, equipamentos de informática (hardware e software), telefonia, quiosques de informação e balcões de serviços automatizados.

Estamos presenciando, já há alguns anos, o uso intenso da Internet por todos os segmentos da sociedade e isto esta fazendo com que inúmeras áreas sofram mudanças radicais em termos como inovação, criatividade, produtividade e conhecimento, por exemplo, estão forçando a procura de novas formas para aplicações tradicionais da área financeira, bancária, educação, segurança, transportes, engenharia, comércio, etc.

Outra área de crescimento do uso de TICs é a dos gestores públicos, nos seus processos administrativos, pois permite transparência e beneficia toda a sociedade. É o surgimento do governo eletrônico, o chamado “e-gov”.

Utilização das TICs

Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este “mundo” e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).

Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrônicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.

Temos acompanhado o desenvolvimento e o sucesso desta nova modalidade educacional em vários países, que está gerando enormes quantidades de informações na forma digital, com grande potencial de aproveitamento e reutilização. Isto quer dizer que ela propiciará também, em um futuro não muito distante, que instituições de locais geográficos distantes, mas que tenham objetivos e interesses em comum, possam usufruir os mesmos recursos educacionais. Por que não?

Podemos pensar também em planejar grupos de estudos que trabalhem de forma “colaborativa”, mesmo estando localizados geograficamente distantes um do outro, mas participando de trabalhos, como se estivessem todos em um ambiente de rede dentro de uma mesma sala de aula.

Conclusão

Penso que, para que as TICs tenham grande participação na sociedade e obtenha sucesso, seja necessário rever, repensar e mudar os modelos que formam a base da educação, em todos os seus níveis, alinhando-os a um mundo moderno, novo, rápido e exigente. E mais, mudar atitudes e concepções.

O cotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso justo e correto das TICs. As inúmeras situações em que usamos estas tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as reais contribuições que elas estão trazendo ou de que forma elas podem influenciar na evolução destes processos educacionais.

É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TICs na escola, fazendo com que tenham contacto permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidades da utilização destas tecnologias no ensino, mudando toda a organização da escola.

Devemos incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas, repensar teorias e modelos e principalmente interagir com todos os participantes desta “rede”, de forma que se mudem as formas de aprender com esta tão especial tecnologia. Afinal integrar não é somente utilizar estas diversas mídias em conjunto com as atividades dos alunos e sim agrupar os objetivos didáticos existentes `a estas mídias, desenvolvendo novos aprendizados, construindo uma experiência rica e consistente.

Até a próxima…

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8278

>TIC – Muita gente está comentando, mas você sabe o que é?

>
Alexandre Mendes

Estamos agora tratando das TICs, tão faladas nestes tempos. Vamos comentar seus conceitos, sua utilização e do seu futuro. Espero que vocês gostem.

Coloquem comentários ou notas no artigo ou fale direto conosco, via e-mail. Então, vamos lá…

TIC – Conceitos

TIC é a abreviação de “Tecnologia da Informação e Comunicação”. Pesquisando nas várias definições existentes em livros, textos, Internet, revistas, etc., podemos dizer que TIC é um conjunto de recursos tecnológicos que, se estiverem integrados entre si, podem proporcionar a automação e/ou a comunicação de vários tipos de processos existentes nos negócios, no ensino e na pesquisa científica, na área bancária e financeira, etc. Ou seja, são tecnologias usadas para reunir, distribuir e compartilhar informações, como exemplo: sites da Web, equipamentos de informática (hardware e software), telefonia, quiosques de informação e balcões de serviços automatizados.

Estamos presenciando, já há alguns anos, o uso intenso da Internet por todos os segmentos da sociedade e isto esta fazendo com que inúmeras áreas sofram mudanças radicais em termos como inovação, criatividade, produtividade e conhecimento, por exemplo, estão forçando a procura de novas formas para aplicações tradicionais da área financeira, bancária, educação, segurança, transportes, engenharia, comércio, etc.

Outra área de crescimento do uso de TICs é a dos gestores públicos, nos seus processos administrativos, pois permite transparência e beneficia toda a sociedade. É o surgimento do governo eletrônico, o chamado “e-gov”.

Utilização das TICs

Por exemplo, a área da educação pode usufruir as TICs dando pulos de qualidade e criatividade, tudo em nome de uma nova maneira de ver este “mundo” e isto irá fortalecer desde a educação básica às pesquisas científicas, passando pelo ensino à distância (EAD).

Um bom exemplo disso é que as TICs permitem que se ofereça grande quantidade de cursos variados a pessoas em áreas longínquas, principalmente aquelas desprovidas de bons colégios ou faculdades. Ou seja, através do uso de meios eletrônicos para gravação e transmissão de conteúdos educacionais, vários segmentos podem ser beneficiados. Assim, é esperado um aumento da oferta de aprendizado, independente de locais e de horários fixos, ou seja, permitindo se estudar em casa, em uma biblioteca ou até mesmo no local de trabalho no horário mais conveniente ao aluno.

Temos acompanhado o desenvolvimento e o sucesso desta nova modalidade educacional em vários países, que está gerando enormes quantidades de informações na forma digital, com grande potencial de aproveitamento e reutilização. Isto quer dizer que ela propiciará também, em um futuro não muito distante, que instituições de locais geográficos distantes, mas que tenham objetivos e interesses em comum, possam usufruir os mesmos recursos educacionais. Por que não?

Podemos pensar também em planejar grupos de estudos que trabalhem de forma “colaborativa”, mesmo estando localizados geograficamente distantes um do outro, mas participando de trabalhos, como se estivessem todos em um ambiente de rede dentro de uma mesma sala de aula.

Conclusão

Penso que, para que as TICs tenham grande participação na sociedade e obtenha sucesso, seja necessário rever, repensar e mudar os modelos que formam a base da educação, em todos os seus níveis, alinhando-os a um mundo moderno, novo, rápido e exigente. E mais, mudar atitudes e concepções.

O cotidiano escolar e a aprendizagem dos alunos são fatores importantes que devem ser levados em consideração no uso justo e correto das TICs. As inúmeras situações em que usamos estas tecnologias devem ser motivos de questionamentos e reflexão sobre quais são as reais contribuições que elas estão trazendo ou de que forma elas podem influenciar na evolução destes processos educacionais.

É esperado um aumento nos programas de formação, tanto de educadores quanto de gestores escolares, incorporando as TICs na escola, fazendo com que tenham contacto permanente com os processos envolvidos, conheçam as inúmeras possibilidades da utilização destas tecnologias no ensino, mudando toda a organização da escola.

Devemos incentivar o desenvolvimento de metodologias de formação voltada para o contexto das escolas, repensar teorias e modelos e principalmente interagir com todos os participantes desta “rede”, de forma que se mudem as formas de aprender com esta tão especial tecnologia. Afinal integrar não é somente utilizar estas diversas mídias em conjunto com as atividades dos alunos e sim agrupar os objetivos didáticos existentes `a estas mídias, desenvolvendo novos aprendizados, construindo uma experiência rica e consistente.

Até a próxima…

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8278

Saiba como fazer da tecnologia uma aliada do professor em sala

Amanda Polato
Especial para o UOL Educação

É um clichê do século 21: o professor tem de trazer a tecnologia para a sala de aula. Mas como – e quando – fazer isso? A doutora em educação Maria Elizabeth de Almeida, da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), procurou exemplos nas escolas do país e constatou: as novas ferramentas são, de modo geral, mal utilizadas em sala de aula.

“É preciso se perguntar por que usar a tecnologia, o que não se conseguiria atingir sem elas”, diz Almeida. Isso quer dizer que não adianta fazer uma apresentação de slides e ler as páginas em voz alta – seria o mesmo que fazer um cartaz.

Adriano Canabarro Teixeira, professor da UPF (Universidade de Passo Fundo), dá sugestões de usos mais “criativos”: é possível criar programas de rádio e de vídeo, por exemplo.

Ou ainda, “com programas simples de apresentação de slides dá para fazer exercícios interativos com as crianças”.

Quem tem pouco domínio das ferramentas pode fazer parcerias com os alunos. “Não dá para competir com as crianças. Elas dominam a tecnologia muito melhor que os professores. A saída é abrir espaço para que contribuam”, recomenda Teixeira.

Para evitar o “uso pelo uso”, o pesquisador da USP (Universidade de São Paulo) Adilson Citelli recomenda usar o computador para ensinar conteúdos do currículo escolar.

Teixeira exemplifica: para discutir um conceito, os alunos podem fazer jornais, blogs, programas de rádios, entre outros, explorando diferentes recursos.

“Há a expansão da escola para além de seus muros, trazendo o que acontece no mundo para o interior da escola e levando a escola para o mundo”, lembra Almeida, da PUC-SP. Ela opina que, assim, é possível integrar o currículo escolar com os acontecimentos atuais, os problemas do cotidiano e a cibercultura para produzir um conhecimento que leve à compreensão do mundo, dos fatos, da ciência e dos instrumentos culturais e linguagens da sociedade contemporânea.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/01/26/volta_aulas_professor_tecnologia_sala.jhtm

>Saiba como fazer da tecnologia uma aliada do professor em sala

>Amanda Polato
Especial para o UOL Educação

É um clichê do século 21: o professor tem de trazer a tecnologia para a sala de aula. Mas como – e quando – fazer isso? A doutora em educação Maria Elizabeth de Almeida, da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), procurou exemplos nas escolas do país e constatou: as novas ferramentas são, de modo geral, mal utilizadas em sala de aula.

“É preciso se perguntar por que usar a tecnologia, o que não se conseguiria atingir sem elas”, diz Almeida. Isso quer dizer que não adianta fazer uma apresentação de slides e ler as páginas em voz alta – seria o mesmo que fazer um cartaz.

Adriano Canabarro Teixeira, professor da UPF (Universidade de Passo Fundo), dá sugestões de usos mais “criativos”: é possível criar programas de rádio e de vídeo, por exemplo.

Ou ainda, “com programas simples de apresentação de slides dá para fazer exercícios interativos com as crianças”.

Quem tem pouco domínio das ferramentas pode fazer parcerias com os alunos. “Não dá para competir com as crianças. Elas dominam a tecnologia muito melhor que os professores. A saída é abrir espaço para que contribuam”, recomenda Teixeira.

Para evitar o “uso pelo uso”, o pesquisador da USP (Universidade de São Paulo) Adilson Citelli recomenda usar o computador para ensinar conteúdos do currículo escolar.

Teixeira exemplifica: para discutir um conceito, os alunos podem fazer jornais, blogs, programas de rádios, entre outros, explorando diferentes recursos.

“Há a expansão da escola para além de seus muros, trazendo o que acontece no mundo para o interior da escola e levando a escola para o mundo”, lembra Almeida, da PUC-SP. Ela opina que, assim, é possível integrar o currículo escolar com os acontecimentos atuais, os problemas do cotidiano e a cibercultura para produzir um conhecimento que leve à compreensão do mundo, dos fatos, da ciência e dos instrumentos culturais e linguagens da sociedade contemporânea.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2009/01/26/volta_aulas_professor_tecnologia_sala.jhtm

O papel das novas tecnologias

Autor: Antônio Mendes Ribeiro

Ao escolher uma tecnologia educacional temos vários problemas envolvidos, entre os quais podemos citar:

O espaço que ela propicia

Cada tipo de tecnologia tem suas funcionalidades próprias, seja para distribuir conteúdos (Powerpoint), permitir interação(correio eletrônico), colaboração ou conexão (redes sociais), até mesmo a administração da participação dos alunos num curso (relatórios de atividades realizadas no Moodle). O ambiente criado pela tecnologia, que permite a realização das atividades de aprendizado, caracteriza o seu espaço, que pode ser, por exemplo, aberto e coletivo (wiki) ou fechado e individual (Powerpoint), de acordo com as estruturas existentes.

Um aspecto importante que devemos considerar é o criador do espaço, aquele que em última instância define as regras do jogo no ambiente, libera ou restringe as estruturas ou os mecanismos disponibilizados pela tecnologia. Aquele que exerce o poder sobre o ambiente. Cada tipo de espaço tecnológico tem associada, de forma explícita ou implícita, uma pedagogia, podendo no mesmo serem adotadas ou integradas abordagens comportamentalistas, cognitivistas, construtivistas, conectivistas. Alguns espaços são mais próprios para adoção, por exemplo, de abordagens comportamentalistas (Powerpoint), que normalmente colabora para que um professor exerça todo o poder na sua aula.

A estrutura existente

Como agir num espaço tecnológico é definido por suas estruturas, que podem ser hierárquicas ou flexíveis, abertas ou fechadas, livres ou administradas, promovidas ou criadas. Elas é quem definem, em última instância o controle sobre o espaço: se as atividades ou recursos são centrados num autor, nos leitores, em grupos ou comunidades (sejam professores ou alunos). A estrutura do Powerpoint ( conteúdos seqüenciais, a serem apresentados por um autor para muitos leitores), favorece de forma significativa aulas centradas no professor. As estruturas em rede (não hierárquicas) favorecem a autonomia dos alunos, na medida em que permitem que eles assumam por conta própria o controle de suas atividades de aprendizagem, conseguindo assumir uma identidade própria e coletiva no seu ambiente de trabalho.

As tecnologias com suas estruturas e mecanismos específicos favorecem de forma explícita as diversas possibilidades de controle.Mesmo com o uso de tecnologias mais flexíveis muitas vezes os alunos individualmente ou em grupos não conseguem assumir o controle do ambiente, pois ele pode ser exercido de forma implícita pelo professor (o dono do espaço). Neste caso é mais um controle cultural, pois podemos levar para os espaços abertos, todas as posturas e hábitos que estamos acostumados a vivenciar na nossa prática convencional de ensinar e aprender. Num fórum colocado num LMS pelo professor, para que os alunos discutam livremente sobre um certo tema, os alunos não se comportam da mesma forma como se estivessem, por exemplo, interagindo com seus amigos na sua comunidade do Orkut.

O nível de conhecimento possível de se alcançar

Nem toda tecnologia favorece a construção de um conhecimento de forma plena. O Powerpoint, por exemplo, voltado para apresentações, com uma estrutura normalmente linear e seqüencial, é mais adequado para a transferência de conhecimentos. É o que acontece numa aula expositiva com o professor fazendo uso dessa tecnologia. Dependendo do Powerpoint os alunos são meros receptores das mensagens do professor ( qualquer coisa mais rica do que isto, teria que ser feita com outro tipo de tecnologia, ou através de contatos diretos pessoais). Já outras tecnologias auxiliam mais na aquisição de habilidades, permitindo que o aprendiz acomode novos conhecimentos, relacionando-os com os já existentes. É o caso de um navegador da internet, que ao permitir a transferência de conhecimentos de uma página para o aluno, permite que o mesmo navegue em outros sites, na medida que este dê significado aos links existentes. Tutoriais com estruturas ramificadas também auxiliam a aquisição deste nível do conhecimento. Para a aquisição de novos conhecimentos por um aluno, a partir dos conhecimentos existentes, a tecnologia tem que ser mais social, favorecer a sua interação com os demais integrantes de seu grupo de pares. É o caso dos e-grupos ou fóruns fechados. Para adquirir de forma plena um conhecimento precisamos contextualizá-lo e validá-lo junto a especialistas na área ou outras pessoas com os mesmos interesses, o que pode ser feito conectando-se em redes sociais.Na medida que participamos de uma comunidade de prática, interagindo com colegas mais experientes em algum assunto de interesse comum, temos a chance de acessar novas informações, socializarmos as nossas visões, expor, refletir, reconstruir e desenvolver de forma plena nossos conhecimentos.

Hoje temos condições de organizarmos um processo de aprendizagem de forma diferente, utilizando ferramentas pessoais e software social, que com seus espaços e estruturas inovadores, permitirão que os nossos alunos construam e referendem seus conhecimento de forma mais efetiva. Podemos ter ecologias de aprendizado, abertas e em rede, de modo a dar poder aos mesmos para que exerçam uma identidade própria, necessária para a resolução de problemas, por conta própria e em parceria com seus colegas. É a forma que se tem para permitir a individualização do aprendizado, em função das necessidades específicas de cada aluno, através da criação de um ambiente no qual possa exercer de forma criativa sua autonomia, em colaboração com colegas, professores e especialista dos assuntos em questão.
O autor Christian Dalsgaard, no seu artigo Social Software: E-Learning Beyound Learning Management Systems, advoga o uso separado das ferramentas pessoais e das redes sociais, em outros espaços, fora dos LMS. A ecologia de aprendizado proposta é baseada nas estratégias pedagógicas abaixo:


· UM ESPAÇO PRÓPRIO SOMENTE PARA OS ASPECTOS ADMINISTRATIVOS (Sistemas de Gerência de Aprendizado), com suas estruturas mais formais, onde o professor pode disponibilizar seus materiais, as tarefas a serem desenvolvidas pelos alunos e efetuar o acompanhamento e avaliação das mesmas

· UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS (INDIVIDUAIS E COLETIVAS) PARA A CONSTRUÇÃO, APRESENTAÇÃO DE MÍDIAS, REFLEXÃO E COLABORAÇÃO COM SEUS PARES, acessadas em diversos espaços específicos da internet ( servidores online)

· FACILITAÇÃO NAS REDES SOCIAIS, VISANDO A CONEXÃO ENTRE ALUNOS NUM MESMO CONTEXTO DE APRENDIZADO, PARA TRABALHO COLABORATIVO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS, em espaços abertos e não hierárquicos, criados e vivenciados pelos próprios alunos

Fonte: http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=13309#cPost

>O papel das novas tecnologias

>Autor: Antônio Mendes Ribeiro

Ao escolher uma tecnologia educacional temos vários problemas envolvidos, entre os quais podemos citar:

O espaço que ela propicia

Cada tipo de tecnologia tem suas funcionalidades próprias, seja para distribuir conteúdos (Powerpoint), permitir interação(correio eletrônico), colaboração ou conexão (redes sociais), até mesmo a administração da participação dos alunos num curso (relatórios de atividades realizadas no Moodle). O ambiente criado pela tecnologia, que permite a realização das atividades de aprendizado, caracteriza o seu espaço, que pode ser, por exemplo, aberto e coletivo (wiki) ou fechado e individual (Powerpoint), de acordo com as estruturas existentes.

Um aspecto importante que devemos considerar é o criador do espaço, aquele que em última instância define as regras do jogo no ambiente, libera ou restringe as estruturas ou os mecanismos disponibilizados pela tecnologia. Aquele que exerce o poder sobre o ambiente. Cada tipo de espaço tecnológico tem associada, de forma explícita ou implícita, uma pedagogia, podendo no mesmo serem adotadas ou integradas abordagens comportamentalistas, cognitivistas, construtivistas, conectivistas. Alguns espaços são mais próprios para adoção, por exemplo, de abordagens comportamentalistas (Powerpoint), que normalmente colabora para que um professor exerça todo o poder na sua aula.

A estrutura existente

Como agir num espaço tecnológico é definido por suas estruturas, que podem ser hierárquicas ou flexíveis, abertas ou fechadas, livres ou administradas, promovidas ou criadas. Elas é quem definem, em última instância o controle sobre o espaço: se as atividades ou recursos são centrados num autor, nos leitores, em grupos ou comunidades (sejam professores ou alunos). A estrutura do Powerpoint ( conteúdos seqüenciais, a serem apresentados por um autor para muitos leitores), favorece de forma significativa aulas centradas no professor. As estruturas em rede (não hierárquicas) favorecem a autonomia dos alunos, na medida em que permitem que eles assumam por conta própria o controle de suas atividades de aprendizagem, conseguindo assumir uma identidade própria e coletiva no seu ambiente de trabalho.

As tecnologias com suas estruturas e mecanismos específicos favorecem de forma explícita as diversas possibilidades de controle.Mesmo com o uso de tecnologias mais flexíveis muitas vezes os alunos individualmente ou em grupos não conseguem assumir o controle do ambiente, pois ele pode ser exercido de forma implícita pelo professor (o dono do espaço). Neste caso é mais um controle cultural, pois podemos levar para os espaços abertos, todas as posturas e hábitos que estamos acostumados a vivenciar na nossa prática convencional de ensinar e aprender. Num fórum colocado num LMS pelo professor, para que os alunos discutam livremente sobre um certo tema, os alunos não se comportam da mesma forma como se estivessem, por exemplo, interagindo com seus amigos na sua comunidade do Orkut.

O nível de conhecimento possível de se alcançar

Nem toda tecnologia favorece a construção de um conhecimento de forma plena. O Powerpoint, por exemplo, voltado para apresentações, com uma estrutura normalmente linear e seqüencial, é mais adequado para a transferência de conhecimentos. É o que acontece numa aula expositiva com o professor fazendo uso dessa tecnologia. Dependendo do Powerpoint os alunos são meros receptores das mensagens do professor ( qualquer coisa mais rica do que isto, teria que ser feita com outro tipo de tecnologia, ou através de contatos diretos pessoais). Já outras tecnologias auxiliam mais na aquisição de habilidades, permitindo que o aprendiz acomode novos conhecimentos, relacionando-os com os já existentes. É o caso de um navegador da internet, que ao permitir a transferência de conhecimentos de uma página para o aluno, permite que o mesmo navegue em outros sites, na medida que este dê significado aos links existentes. Tutoriais com estruturas ramificadas também auxiliam a aquisição deste nível do conhecimento. Para a aquisição de novos conhecimentos por um aluno, a partir dos conhecimentos existentes, a tecnologia tem que ser mais social, favorecer a sua interação com os demais integrantes de seu grupo de pares. É o caso dos e-grupos ou fóruns fechados. Para adquirir de forma plena um conhecimento precisamos contextualizá-lo e validá-lo junto a especialistas na área ou outras pessoas com os mesmos interesses, o que pode ser feito conectando-se em redes sociais.Na medida que participamos de uma comunidade de prática, interagindo com colegas mais experientes em algum assunto de interesse comum, temos a chance de acessar novas informações, socializarmos as nossas visões, expor, refletir, reconstruir e desenvolver de forma plena nossos conhecimentos.

Hoje temos condições de organizarmos um processo de aprendizagem de forma diferente, utilizando ferramentas pessoais e software social, que com seus espaços e estruturas inovadores, permitirão que os nossos alunos construam e referendem seus conhecimento de forma mais efetiva. Podemos ter ecologias de aprendizado, abertas e em rede, de modo a dar poder aos mesmos para que exerçam uma identidade própria, necessária para a resolução de problemas, por conta própria e em parceria com seus colegas. É a forma que se tem para permitir a individualização do aprendizado, em função das necessidades específicas de cada aluno, através da criação de um ambiente no qual possa exercer de forma criativa sua autonomia, em colaboração com colegas, professores e especialista dos assuntos em questão.
O autor Christian Dalsgaard, no seu artigo Social Software: E-Learning Beyound Learning Management Systems, advoga o uso separado das ferramentas pessoais e das redes sociais, em outros espaços, fora dos LMS. A ecologia de aprendizado proposta é baseada nas estratégias pedagógicas abaixo:


· UM ESPAÇO PRÓPRIO SOMENTE PARA OS ASPECTOS ADMINISTRATIVOS (Sistemas de Gerência de Aprendizado), com suas estruturas mais formais, onde o professor pode disponibilizar seus materiais, as tarefas a serem desenvolvidas pelos alunos e efetuar o acompanhamento e avaliação das mesmas

· UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS (INDIVIDUAIS E COLETIVAS) PARA A CONSTRUÇÃO, APRESENTAÇÃO DE MÍDIAS, REFLEXÃO E COLABORAÇÃO COM SEUS PARES, acessadas em diversos espaços específicos da internet ( servidores online)

· FACILITAÇÃO NAS REDES SOCIAIS, VISANDO A CONEXÃO ENTRE ALUNOS NUM MESMO CONTEXTO DE APRENDIZADO, PARA TRABALHO COLABORATIVO DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS, em espaços abertos e não hierárquicos, criados e vivenciados pelos próprios alunos

Fonte: http://www.peabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=13309#cPost