A fala que se ensina

Oralidade não se aprende por intuição: gêneros mais formais, como o seminário, devem ser trabalhados com as crianças desde as séries iniciais

Rodrigo Ratier

Por alguns instantes, volte ao passado: algum professor ajudou você a saber como falar? Salto para o presente: na sua prática em sala, você se preocupa em abordar conteúdos da oralidade? É possível que a resposta às duas perguntas seja a mesma: um sonoro “não”.

Uma apresentação de sucesso

Montagem sobre foto: Edson Reis
Montagem sobre foto: Edson Reis

ROTEIRO PRECISO
Uma cola com tópicos pode ajudar a encaminhar a apresentação. Não vale ler os cartazes nem decorar o trabalho

DISCURSO SEGURO
As falas devem ser claras, coerentes e concisas: é preciso passar todo o conhecimento no tempo combinado

APOIO CERTEIRO
Recursos visuais devem trazer informações simples e diretas para facilitar a compreensão do tema geral da apresentação

A razão é compreensível. Existe a idéia corrente de que não é papel da escola ensinar o aluno a falar – afinal, isso é algo que a criança aprende muito antes, principalmente com a família. Meia verdade. Há nessa concepção um erro grave de reduzir a oralidade à fala cotidiana, informal, representada pelos bate-papos e pelas conversas do dia-a-dia. O fato é que, sob a denominação genérica de “linguagem oral”, encontram-se diversos gêneros: entrevistas, debates, exposições, diálogos com autoridades e dramatizações. Em relação a todos eles, o professor tem um papel importante.

“Cabe à escola ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral nas diversas situações comunicativas, especialmente nas mais formais”, afirmou o psicólogo suíço Bernard Schneuwly em entrevista à NOVA ESCOLA em 2002. Considerado um dos maiores estudiosos sobre o Desenvolvimento da oralidade, ele defende que os gêneros da fala têm aplicação direta em vários campos da vida social – o do trabalho, o das relações interpessoais e o da política, por exemplo.

Esforço contínuo

Uma primeira medida para resgatar a importância do tema é investir na abordagem sistemática. A estratégia que deve permear todas as fases da escolarização é iniciar o trabalho pelas situações comunicativas praticadas naturalmente em sala de aula. Partindo dessa perspectiva, o Centro Educacional São Camilo, em Cachoeiro de Itapemirim, a 130 quilômetros de Vitória, decidiu trabalhar o seminário como uma atividade permanente desde o início do Ensino Fundamental (veja a foto à esquerda). E não apenas nas aulas de Língua Portuguesa: pesquisas e trabalhos de campo de História, Geografia e Ciências, antes restritos à entrega em papel, são apresentados para toda a turma na forma de exposição oral. “Com a experiência constante, os estudantes avançam em todas as etapas do trabalho: passam a fazer pesquisas mais profundas, descobrem o que pode ser utilizado na apresentação e mostram mais desenvoltura na hora de expor o assunto”, diz a coordenadora pedagógica Edna Valory (leia no quadro acima os conteúdos desse tipo de atividade).

No seminário, como em qualquer outro gênero, o fundamental é conseguir que ele faça sentido aos alunos. Para isso, o professor deve debater com a turma o propósito da atividade: por que estamos fazendo essa pesquisa? Quais os critérios para selecionar o que aprendemos e merece ser apresentado? De que forma ele pode interessar ao público? “O seminário tem de ter uma finalidade maior do que ser apenas uma apresentação. Caso contrário, o trabalho corre o risco de se tornar desmotivante”, explica Roxane Rojo, professora do Departamento de Lingüística Aplicada da Universidade de Campinas. Depois, é partir para o detalhamento dos procedimentos que sustentam a apresentação oral (leia se qüência didática com etapas da atividade ao lado).

A melhor forma de conseguir bons resultados é acompanhar o aluno em todos os processos. No Colégio Sete de Setembro, em Fortaleza, a orientação dos seminários vai desde a discussão sobre o tema até a avaliação da apresentação. “No momento em que o aluno vai pesquisar, por exemplo, não adianta ele reunir um monte de indicações bibliográficas ou simplesmente copiar trechos de sites da internet. É tarefa do professor auxiliar na seleção de informações e na articulação das diversas fontes”, explica a coordenadora pedagógica Rachel Ângela Rodrigues.

Ainda que a exposição oral seja mais comum nas séries finais do Ensino Fundamental, ela pode ter lugar desde os primeiros anos. A recomendação dos Parâmetros Curriculares Nacionais é que as expectativas de aprendizagem acompanhem a evolução dos alunos. A partir do 3º ano, é possível exigir mais formalidade no uso da linguagem, preparação prévia e manutenção de um ponto de vista na apresentação. A avaliação deve contemplar esses aspectos – desde, claro, que o professor os tenha ensinado.

O que ensinar nos seminários

Quem disse que uma apresentação se aprende espontaneamente? Um seminário possui uma série de procedimentos formais que devem ser abordados em sala. Primeiro, é preciso estudar a fundo o assunto a ser apresentado por meio de pesquisas e leituras. Em seguida, é necessário triar as informações e preparar a exposição, estruturando-a para que ela seja assimilada pelos colegas. Só então chega o momento de partir para a apresentacão propriamente dita. Nessas etapas, há quatro aspectos que não podem ser esquecidos:

Planejamento do texto: além de cuidar do conteúdo (uma preocupação comum a todas a situações comunicativas), um seminário exige a preocupação com a forma como as informações são passadas, que não pode ser a mesma usada com os colegas no dia-a-dia. Por isso, é necessário trabalhar as diferenças entre a língua formal e a informal.

Estrutura da exposição: o conteúdo precisa ser apresentado de forma clara e coerente – o objetivo é facilitar a compreensão de seu sentido geral. Para que isso ocorra, o texto oral deve ter uma seqüência organizada: fase de abertura, introdução ao tema, desenvolvimento, conclusão e encerramento.

Características da fala: o tom e a intensidade da voz do expositor devem criar um clima propício para a interação com a platéia.

Postura corporal: olhares, gestos, expressões faciais e movimentos corporais são importantes para complementar as informações transmitidas pela fala. Esses recursos auxiliam a mobilizar a escuta atenta.

Quer saber mais?

CONTATOS

Centro Educacional São Camilo, R. São Camilo de Léllis, 1, 29304-910, Cachoeiro de Itapemirim, ES, tel. (28) 3526-5918
Cláudia Goulart

Colégio Sete de Setembro, R. D. Carloto Távora, 377, 60421-070, Fortaleza, CE, tel. (85) 3232-5194
Roxane Rojo

BIBLIOGRAFIA

Gêneros Orais e Escritos na Escola, Bernard Schneuwly, Joaquim Dolz e outros, 278 págs., Ed. Mercado de Letras, tel. (19) 3252-6011, 58 reais

INTERNET

Neste site você faz o download de As Práticas Orais na Escola, de Cláudia Goulart

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/fala-se-ensina-423559.shtml

Para professor enrolão, seminário é a solução

girafales

Fui estudante de graduação entre os anos de 1990 e 1994, e um dia desses estava me lembrando dos seminários que tive que apresentar em sala de aula. Lembro-me com detalhes, pois isso aconteceu em apenas duas ocasiões.

Semestre passado perguntei a um formando do mesmo curso, qual teria sido a quantidade de seminários, e este me confidenciou que não sabia ao certo. Encontrou-me posteriormente, e disse que foi contar, e que teria apresentado por volta de 40 seminários. Em algumas disciplinas chegou a apresentar 3 trabalhos, em um mesmo semestre.

É preciso pensar com cuidado o que isso significa. E principalmente em que momento esta virada aconteceu com tanta força.

É inegável que um bom trabalho de pesquisa com apresentação pode agregar muito valor ao aluno, tanto em relação ao aprendizado quanto ao desenvolvimento pessoal, já que no cotidiano profissional será necessário fazer apresentações em público.

Mas quando observamos que em grande parte das disciplinas os conteúdos são ministrados por estudantes, alguma coisa está errada.

Em algumas disciplinas é normal a apresentação e orientação de trabalhos, como por exemplo, as disciplinas de Metodologia, ou mesmo de pesquisa. Em outros casos são seminários para conclusão, com poucas horas-aula, justificando pela motivação que pode gerar nos alunos, além do conteúdo que pode ser trabalhado.

Mas o que dizer quando são disciplinas teóricas, do tronco principal da grade de ensino, com mais da metade da carga horária sendo de seminários? Ou ainda quando o próprio livro-texto é dividido entre os alunos para que estes apresentem o conteúdo?

Um aluno de direito me relatou o caso de um professor de Processo Civil que chegou no primeiro dia de aula com o código, dividiu o mesmo em capítulos, e avisou aos alunos que a partir da próxima aula seriam chamados em ordem alfabética para apresentarem o texto durante as duas horas.

Uma parte dos professores acredita que o aluno pode ter um bom desempenho na apresentação de seminários, mas para outra parte, o seminário “comendo” parte significativa das horas-aula de uma disciplina é apenas um pretexto para esconder sua incompetência em desenvolver 60 horas-aula de estudo por completo.

A verdade é que uma parte dos professores se esconde terceirizando suas aulas aos alunos, até porque não têm leitura e didática suficientes para enfrentar 60/70 alunos durante o semestre inteiro.

Outros acabam repassando a forma de ensinar nos programas de pós-graduação, onde a dinâmica é totalmente diferente, e pouco se importam se os estudantes estão ou não aprendendo o conteúdo obrigatório.

Nos cursos de administração e direito a situação é mais dramática, pois no país houve grande expansão do número de faculdades e alunos, sem que a formação de professores acompanhasse este ritmo.

Por exemplo, há 15 anos eram 5 mil professores de administração no Brasil. Hoje existem por volta de 30 mil profissionais. É simplesmente impossível multiplicar por 6 o número de bons profissionais em tão pouco tempo. O resultado está aí.

Como as Federais possuem pacotes mais atrativos (salário e estabilidade), é natural que consigam os melhores professores, mas o que dizer no caso das demais?

E se para o aluno que perguntei, os 40 seminários apresentados por ele foram em uma Universidade Federal, o que dizer do restante das instituições?

Como sou um professor “antiquado”, utilizo minhas 60 horas da melhor forma possível, dando todas as aulas e aplicando as provas, pois ainda não consegui encontrar um método mais adequado de avaliação. Mesmo reconhecendo que o mundo está mudando rapidamente, e que será preciso uma nova metodologia, ainda não mudei minha forma de ensinar.

Talvez o errado seja eu.

* Post publicado originalmente às 23h55 de ontem.

Autor: Pierre Lucena 27/08/09

Fonte: http://acertodecontas.blog.br/educacao/para-professor-enrolo-seminrio-a-soluo/

6º Séminario Intermunicipal de Educação de Campos dos Goytacazes

Olá Amigos

Hoje retomamos as nossas atividades, após uma para obrigatória de ordem pessoal e profissional. Mas estamos fazendo um resumo do que foi esses dias fora. O pessoal do Distrito – DTE de Itaperuna, que é composto pelo NTE de Itaperuna e dos Pólos de Tecnologia – PTE, participaram do 6º Seminário Intermunicipal de Educação em Campos dos Goytacazes, com o título interessante “Vale nota Professor?”.

[banner+em+perpectiva+2.jpg]

A lista de palestrantes foi muito boa, com feras do quilate do José Carlos Libâneo, Pedro Demo, Celso Vasconcelos, Emília Cipriano, entre outros. A organização do evento a cargo da WTC RECURSOS HUMANOS do professor Wainer Teixeira de Castro, tudo estava maravilhosamente organizado, além do já tradicional atraso inicial que provocou um atraso no primeiro dia, coisa que não se repetiu depois.

O evento teve a seguir uma pontualidade britânica. Uma coisa que ficou a desejar foi não disponibilizar acesso sem fio ao pessoal que ia trabalhar no evento (assim como esse humilde editor) mas que o pessoal de apoio do evento teve a maior boa vontade em resolver. O meu muito obrigado a todos.

Tive acesso aos palestrantes para entrevista-los para o Portal Conexão Professor e pude entrevista-los em separado antes de suas apresentações. Algumas palestras foram além do esperado e outras bem abaixo. O José Carlos Libâneo foi bem abaixo dos seus textos, o Celso Vasconcelos e a Emília Cipriano foram muito bons mas o grande destaque do evento foi o Professor Pedro Demo.

O cara destruiu geral. Fez uma reflexão tipo “me culpa” entre os professores presentes sobre a nossa inercia profissional e contra um sistema ineficiente, obsoleto e ultrapassado de educação.

E uma referencia boa dessa palestra foi uma definição do jornalista Rodrigo Lara Mesquita em seu artigo no jornal Folha de São Paulo: “O sistema de educação com o qual convivemos nasceu e amadureceu em função da era industrial. Foi um salto em relação ao passado e foi útil para o amadurecimento desta era. Mas assim como a linha de produção, é segmentado, compartimentado e instrucionista. Contribui para anular a possibilidade da criança aprender a aprender, aprender a pensar e refletir na flor da idade do início de uma nova era da História da humanidade que exige o aprendizado contínuo e não a acumulação enciclopédica de dados. “

Exatamente isso que o Professor Pedro Demo falou e mais ainda sobre como o professor deve ser autoral. Deve ter o seu blog, interagir, estar preparado para usar as ferramentas de WEB 2.0, conectado. Filmei as entrevistas, as palestras e em breve as disponibilizaremos por aqui (via YouTube). Abaixo um artigo de como os jovens ensinam a usar o Twitter. Bem interessante.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>6º Séminario Intermunicipal de Educação de Campos dos Goytacazes

>Olá Amigos

Hoje retomamos as nossas atividades, após uma para obrigatória de ordem pessoal e profissional. Mas estamos fazendo um resumo do que foi esses dias fora. O pessoal do Distrito – DTE de Itaperuna, que é composto pelo NTE de Itaperuna e dos Pólos de Tecnologia – PTE, participaram do 6º Seminário Intermunicipal de Educação em Campos dos Goytacazes, com o título interessante “Vale nota Professor?”.

[banner+em+perpectiva+2.jpg]

A lista de palestrantes foi muito boa, com feras do quilate do José Carlos Libâneo, Pedro Demo, Celso Vasconcelos, Emília Cipriano, entre outros. A organização do evento a cargo da WTC RECURSOS HUMANOS do professor Wainer Teixeira de Castro, tudo estava maravilhosamente organizado, além do já tradicional atraso inicial que provocou um atraso no primeiro dia, coisa que não se repetiu depois.

O evento teve a seguir uma pontualidade britânica. Uma coisa que ficou a desejar foi não disponibilizar acesso sem fio ao pessoal que ia trabalhar no evento (assim como esse humilde editor) mas que o pessoal de apoio do evento teve a maior boa vontade em resolver. O meu muito obrigado a todos.

Tive acesso aos palestrantes para entrevista-los para o Portal Conexão Professor e pude entrevista-los em separado antes de suas apresentações. Algumas palestras foram além do esperado e outras bem abaixo. O José Carlos Libâneo foi bem abaixo dos seus textos, o Celso Vasconcelos e a Emília Cipriano foram muito bons mas o grande destaque do evento foi o Professor Pedro Demo.

O cara destruiu geral. Fez uma reflexão tipo “me culpa” entre os professores presentes sobre a nossa inercia profissional e contra um sistema ineficiente, obsoleto e ultrapassado de educação.

E uma referencia boa dessa palestra foi uma definição do jornalista Rodrigo Lara Mesquita em seu artigo no jornal Folha de São Paulo: “O sistema de educação com o qual convivemos nasceu e amadureceu em função da era industrial. Foi um salto em relação ao passado e foi útil para o amadurecimento desta era. Mas assim como a linha de produção, é segmentado, compartimentado e instrucionista. Contribui para anular a possibilidade da criança aprender a aprender, aprender a pensar e refletir na flor da idade do início de uma nova era da História da humanidade que exige o aprendizado contínuo e não a acumulação enciclopédica de dados. “

Exatamente isso que o Professor Pedro Demo falou e mais ainda sobre como o professor deve ser autoral. Deve ter o seu blog, interagir, estar preparado para usar as ferramentas de WEB 2.0, conectado. Filmei as entrevistas, as palestras e em breve as disponibilizaremos por aqui (via YouTube). Abaixo um artigo de como os jovens ensinam a usar o Twitter. Bem interessante.

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

Eu Fui ao 1º SIEL

Olá Amigos

Hoje fizemos cobertura do 1º SIEL em Leopoldina, organizado pela minha amiga Natania Nogueira dos blogs Gibiteca.com e Historias de Ensino, que a partir de hoje deixou de ser virtual para se tornar real. A equipe do NTE de Itaperuna presente ao evento era composta por Dolores Manhães, Maria José Sabino e esse editor. Fomos muito bem recebidos pela fantástica Natania Nogueira, com a sua simpatia sem par que nos reservou um lugar bem na frente do evento.A viagem e a chegada foi tranquila e fomos recepcionados por um cafe da manhã fantástico. Apos um inicio onde as pessoas públicas fizeram seus discursos teve inicio a primeira palestra.

A primeira palestra iniciou com um certo atraso, o que já é normal nesses tipo de eventos, foi da Prof.ª Dra Lívia Freitas Fonseca Borges que possui graduação em Pedagogia pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, graduação em História pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, Mestrado em Educação pela Universidade de Brasília e Doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília. Professora Adjunta da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Superior e Educação Profissional, atuando principalmente nos seguintes temas: currículo, formação docente, pedagogia e educação superior. que abriu o ciclo de palestras da manhã. A palestra foi dirigida a formação de professores e a postura profissional, mesmo diante da adversidades.

A segunda foi do Mestre José Antônio diretor do CEFET que levantou os problemas na formação de professores de física e suas peculiaridades do profissional de física e sua atuação em sala de aula diante da nova formação . O legal foi ouvir dele que numa sala de aula física se deve sim discutir outros temas. Temas como sexualidade, meio ambiente, entre

A outra palestra foi da professora Karina Saavedra-Acero Cabello, que é bióloga e pesquisadora peruana, mestre em biologia pela FIOCRUZ, desenvolve trabalho na área de educação em saúde, que foi a melhor abordagem pois ela usa o diferencial de aliar ciências, meio ambiente com arte e cultura, utilizando oficinas de sensibilização com teatro do oprimido, palhaço de rua, numa abordagem totalmente diferente, do ensino de ciências e conscientização. Gostei.

Fizemos uma pausa para um almoço delicioso e para colocar o papo em dia de tudo que foi visto, ouvido e falado no seminário.

Iniciou-se então uma nova rodada de palestras, sendo a primeira com uma abordagem dentro da premissa da arte e educação ministrada pela Camila Pompeu que possui graduação em Bacharelado e Licenciatura Em Dança pela Faculdade de Artes do Paraná (2003), Especialização em Fundamentos do Ensino da Arte pela Faculdade de Artes do Paraná; Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC-PR, ( A arte como prática de liberdade na formação de professores: um olhar freireano sobre o papel da expressão artística na prática pedagógica) e uma ministrada pela Glauci Pereira Ferraz Catrinck psicóloga formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1997).Atualmente trabalha como Psicóloga Coordenadora do Serviço do Serviço de Enfrentamento à Violência, ao Abuso, e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, em Leopoldina. Foi passado um vídeo de uma reportagem sobre buillyng nas escolas.

Apos as duas palestras acima fomos presenteados com um trabalho bem legal de um grupo de teatro de alunos do CEFET denominado Assum Preto coordenado pela professora Renata. Feito como todo grupo amador os efeitos feitos e toda garra apresentada pelo grupo foi contagiante pois como defensor do teatro como matéria obrigatória nas escolas vimos uma apresentação voltada para a cultura africana. Emocionante

A palestra mais esperada do dia entre os conferencistas internacionais estava o professor Abdeljalil Akkari, da Universidade de Genebra, na Suíça. Akkari é consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e diretor de pesquisa na Haute École Pédagogique, onde a apresentação foi precedida de muita expectativa por causa do renome do palestrante.

Palestra iniciada e misturando um português, com francês e espanhol, ele iniciou mostrando e levantando uma questão que me interessa muito: Avaliação da Qualidade do Ensino. O tema foi bem trabalho por ele que defende uma nova proposta de avaliação. Depois ele desmembrou todo o processo de avaliação e falou sobre a educação básica e seu desempenho por nossas terras. Maravilhosa palestra de encerramento.

Por causa do retorno a Itaperuna, saímos um pouco apressados e não pude me despedir de Natania mas agora fazendo esse resumo da palestra, deixo aqui a ela o meu reconhecimento de todo sucesso que foi o seminário. Sua simpatia e competência alias foi exaltado por todos os presentes.

O sucesso só chega para quem trabalha e luta por ele e por esse motivo o 1º SIEL foi um sucesso pois a Natania fez acontecer,

Parabéns

Abraços

Equipe NTE Itaperuna

>Eu Fui ao 1º SIEL

>Olá Amigos

Hoje fizemos cobertura do 1º SIEL em Leopoldina, organizado pela minha amiga Natania Nogueira dos blogs Gibiteca.com e Historias de Ensino, que a partir de hoje deixou de ser virtual para se tornar real. A equipe do NTE de Itaperuna presente ao evento era composta por Dolores Manhães, Maria José Sabino e esse editor. Fomos muito bem recebidos pela fantástica Natania Nogueira, com a sua simpatia sem par que nos reservou um lugar bem na frente do evento.A viagem e a chegada foi tranquila e fomos recepcionados por um cafe da manhã fantástico. Apos um inicio onde as pessoas públicas fizeram seus discursos teve inicio a primeira palestra.

A primeira palestra iniciou com um certo atraso, o que já é normal nesses tipo de eventos, foi da Prof.ª Dra Lívia Freitas Fonseca Borges que possui graduação em Pedagogia pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, graduação em História pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, Mestrado em Educação pela Universidade de Brasília e Doutorado em Sociologia pela Universidade de Brasília. Professora Adjunta da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Superior e Educação Profissional, atuando principalmente nos seguintes temas: currículo, formação docente, pedagogia e educação superior. que abriu o ciclo de palestras da manhã. A palestra foi dirigida a formação de professores e a postura profissional, mesmo diante da adversidades.

A segunda foi do Mestre José Antônio diretor do CEFET que levantou os problemas na formação de professores de física e suas peculiaridades do profissional de física e sua atuação em sala de aula diante da nova formação . O legal foi ouvir dele que numa sala de aula física se deve sim discutir outros temas. Temas como sexualidade, meio ambiente, entre

A outra palestra foi da professora Karina Saavedra-Acero Cabello, que é bióloga e pesquisadora peruana, mestre em biologia pela FIOCRUZ, desenvolve trabalho na área de educação em saúde, que foi a melhor abordagem pois ela usa o diferencial de aliar ciências, meio ambiente com arte e cultura, utilizando oficinas de sensibilização com teatro do oprimido, palhaço de rua, numa abordagem totalmente diferente, do ensino de ciências e conscientização. Gostei.

Fizemos uma pausa para um almoço delicioso e para colocar o papo em dia de tudo que foi visto, ouvido e falado no seminário.

Iniciou-se então uma nova rodada de palestras, sendo a primeira com uma abordagem dentro da premissa da arte e educação ministrada pela Camila Pompeu que possui graduação em Bacharelado e Licenciatura Em Dança pela Faculdade de Artes do Paraná (2003), Especialização em Fundamentos do Ensino da Arte pela Faculdade de Artes do Paraná; Mestrado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, PUC-PR, ( A arte como prática de liberdade na formação de professores: um olhar freireano sobre o papel da expressão artística na prática pedagógica) e uma ministrada pela Glauci Pereira Ferraz Catrinck psicóloga formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1997).Atualmente trabalha como Psicóloga Coordenadora do Serviço do Serviço de Enfrentamento à Violência, ao Abuso, e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes, em Leopoldina. Foi passado um vídeo de uma reportagem sobre buillyng nas escolas.

Apos as duas palestras acima fomos presenteados com um trabalho bem legal de um grupo de teatro de alunos do CEFET denominado Assum Preto coordenado pela professora Renata. Feito como todo grupo amador os efeitos feitos e toda garra apresentada pelo grupo foi contagiante pois como defensor do teatro como matéria obrigatória nas escolas vimos uma apresentação voltada para a cultura africana. Emocionante

A palestra mais esperada do dia entre os conferencistas internacionais estava o professor Abdeljalil Akkari, da Universidade de Genebra, na Suíça. Akkari é consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e diretor de pesquisa na Haute École Pédagogique, onde a apresentação foi precedida de muita expectativa por causa do renome do palestrante.

Palestra iniciada e misturando um português, com francês e espanhol, ele iniciou mostrando e levantando uma questão que me interessa muito: Avaliação da Qualidade do Ensino. O tema foi bem trabalho por ele que defende uma nova proposta de avaliação. Depois ele desmembrou todo o processo de avaliação e falou sobre a educação básica e seu desempenho por nossas terras. Maravilhosa palestra de encerramento.

Por causa do retorno a Itaperuna, saímos um pouco apressados e não pude me despedir de Natania mas agora fazendo esse resumo da palestra, deixo aqui a ela o meu reconhecimento de todo sucesso que foi o seminário. Sua simpatia e competência alias foi exaltado por todos os presentes.

O sucesso só chega para quem trabalha e luta por ele e por esse motivo o 1º SIEL foi um sucesso pois a Natania fez acontecer,

Parabéns

Abraços

Equipe NTE Itaperuna