Iphan: seleção 20 bolsas para o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural.

Com o objetivo de formar, durante 24 meses, profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural, o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (PEP/MP/Iphan) abre as inscrições para a seleção de 20 bolsas. Os interessados poderão se inscrever até o dia 03 de março de 2017 para a seleção de 20 bolsas. O curso tem duração de 24 meses e as atividades começam dia 1º de agosto de 2017.

O Mestrado Profissional associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa. O início das atividades será dia 01 de agosto de 2017, conforme determinações do Edital.

Confira o Edital.

Mais informações
E-mail: mestrado.pep@iphan.gov.br

Para acesso direto ao edital: http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Edital%20de%20Sele%C3%A7%C3%A3o%20do%20Mestrado%20Profissional%20-%202017.pdf

6 Problemas com o nosso Sistema Escolar

O sistema tradicional de educação foi concebido na era industrial e agora está desatualizado e ineficaz. Saiba mais sobre os 6 principais problemas com esse sistema. Em outra postagem aqui onde Sir Ken Robinson, especialista em educação e criatividade mundialmente reconhecido, aborda o tema Mudando os Paradigmas da Educação Ele traz a tona o tema sobre essa questão de ensinar para a era industrial muito bem explicado nesse vídeo/animação da RSA Animate.

Então o que podemos fazer enquanto educadores sobre isso? O que é preciso para tornar o ensino mais atraente e atualizado com a realidade do mundo moderno? Postei aqui no Caldeirão de Ideias falando sobre as 7 escolas com sistemas de ensino tecnológicos e inovadores que listavam escolas onde os sistemas de ensino caminhava de mãos dadas com a tecnologia e a inovação na metodologia pedagógica. Mas aonde fica a inovação na parte pedagógica, tecnológica e curricular nas escolas de educação básica nesse Brasil continental, onde as vezes nem luz tem. Imagina internet banda larga pra ter tudo na nuvem. Imagina como a inovação pode chegar as escolas de ensino básica se ainda há prefeitura que manda tirar trechos de livros escolares com união entre gays com a desculpa de que abre aspas “existe uma lei municipal em vigência a qual não permite a exposição de conteúdos com ideologia de gêneros aos alunos do ensino fundamental” fecha aspas decidido pelos representantes da tradicional família brasileira?

Gostaria imensamente de acreditar que um dia essa inovação toda chegue as escolas básicas, de ensino fundamental e médio do país, mas enquanto houver ainda que lutar por questões tão básicas como métodos anticonceptivos, questões de gênero e sexualidade, eu desconfio que ainda vai demorar um bom tempo ainda.

Dica importante: Se você não domina o idioma da terra do William Shakespeare, clique no icone de adicionar Legendas e depois clique no icone Configurações e marque Traduzir Automaticamente e depois escolha o idioma Português. Não fica 100% mais ajuda bastante a quem não domina o idioma

A Teoria da Nordestinidade

Bráulio Bessa nos conta um pouso sobre seu trabalho de disseminação da cultura nordestina, em uma palestra rica em poesia de cordel.

Poeta cordelista desde os 14 anos, Bráulio Bessa usou a internet para promover um verdadeiro resgate da literatura de cordel através das redes sociais. Seus vídeos com declamações já ultrapassaram a marca de 40 milhões de visualizações e sua poesia é propagada para um número incalculável de pessoas através do programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo, onde integra o elenco fixo e encanta nosso povo no quadro POESIA COM RAPADURA. Criou o projeto “Nação Nordestina” com mais de um milhão de fãs/seguidores e um alcance médio de dez milhões de pessoas por mês. É considerado hoje o maior ativista da cultura nordestina na internet.

Em sua palestra, Bráulio conta a história do matuto sonhador de Alto Santo no interior do Ceará que, sem precisar abandonar o sertão, criou um dos maiores movimentos virtuais de divulgação da cultura nordestina no planeta e se tornou um dos mais importantes empreendedores sociais do país. Uma palestra repleta de elementos como poesia de cordel, causos da sabedoria popular, humor e principalmente a mais pura gaiatice cearense, tudo isso interligado à motivação, empreendedorismo e ao instinto batalhador e sonhador do povo nordestino.

https://www.youtube.com/watch?v=jl88rYfvR6A

7 razões para a nova geração querer aprender com atividades práticas

Pesquisa mostra que os jovens preferem aprender com tarefas práticas e resolução de problemas; saiba por que eles desejam colocar a mão na massa

As aulas teóricas e provas são pouco populares entre os estudantes. O que eles querem mesmo é colocar a mão na massa para aprender. De acordo com os resultados da pesquisa “Nossa Escola em (Re)Construção”, que ouviu 132 mil jovens de 13 a 21 anos de todo o país, a nova geração deseja uma escola com mais participação e atividades práticas.

Quando questionados sobre a metodologia que mais contribui para a aprendizagem, 36% dos estudantes afirmaram que desejam uma escola com atividades práticas ou resolução de problemas. Essa escolha reflete a busca por métodos mais participativos, que envolvem os alunos na construção do conhecimento.

Veja alguns motivos para a nova geração desejar aprender com a mão na massa:

O aprendizado se torna mais significativo e conectado com o mundo real

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Diferente de uma aula expositiva, o aprendizado passa a fazer mais sentido quando os alunos aprendem com projetos que envolvem atividades práticas ou resolução de problemas. Eles passam a encontrar uma resposta para a clássica pergunta: o que eu vou fazer com isso ou para que estou aprendendo isso?

Mesmo depois de terminar o ensino médio, a estudante de design Caroline Ribeiro, 21, ainda sabe na ponta da língua o que são as plantas angiospermas porque ela se apropriou desse conteúdo para criar uma animação na aula de biologia (leia mais aqui).

As experiências lúdicas e as descobertas despertam o interesse pelos conteúdos

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Com uma atividade prática os estudantes conseguem ver a aplicação de conceitos, que antes pareciam muitos distantes ou abstratos. Impulsionados pelo desafio de desenvolver um projeto, eles também se sentem motivados a aprender conteúdos do currículo básico.

Apesar de não gostar muito de disciplinas da área de ciências humanas, o aluno do primeiro ano da Escola Técnica Estadual Cícero Dias /NAVE (Núcleo Avançado em Educação), localizada no Recife (PE), de Anderson Laurentino, 15, começou a estudar mais história e filosofia para produzir um jogo sobre cultura brasileira (leia mais aqui).

As atividades práticas ajudam a desenvolver habilidades para a vida

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Por trás dos conteúdos curriculares, ao colocar a mão na massa os estudantes aprendem a trabalhar em equipe e desenvolvem habilidades importantes para enfrentar desafios da vida pessoal, profissional e acadêmica. Entre elas, criatividade, empatia, autonomia, autoria e potencial inventivo.

Em um projeto de produção de mídia, a estudante Maria Eduarda Silva de Oliveira, 13, que faz o oitavo ano do ensino fundamental no CEU EMEF Casa Blanca, aprendeu a respeitar e a conviver com as diferenças quando gravou um vídeo em conjunto com outros adolescentes do Colégio Dante Alighieri (leia mais aqui).

O erro se transforma em uma oportunidade para aprender mais

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Ao invés de serem punidos, com a mão na massa os estudantes percebem que o erro faz parte do processo do processo de aprendizagem. A partir das falhas é possível fazer novas descobertas e superar as dificuldades que são encontradas no meio do caminho.

A estudante Maria Gabriela da Silva, 16, do Colégio FAAT, de Atibaia (SP), percebeu isso ao produzir um jogo educativo para crianças com deficiência intelectual. Embora o seu primeiro protótipo não tenha funcionado, ela não desistiu do projeto e aproveitou os erros para aprimorar o jogo (leia mais aqui).

Os desafios integram conhecimentos de diferentes disciplinas

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Quando os alunos aprendem fazendo, eles começam a perceber que para desenvolver um projeto é necessário aplicar conhecimentos de diferentes disciplinas. Essa abordagem transdisciplinar transforma a aprendizagem em um processo estimulante.

Na escola High Tech High de Chula Vista, em San Diego, na Califórnia (EUA), os estudantes estão acostumados a aprender por meio de projetos. No começo deste ano, por exemplo, eles construíram pequenas casas para artistas da cidade. Antes, com a ajuda de um arquiteto, já tinham feito maquetes de papelão nas aulas do núcleo de STEM, sigla para ciências, tecnologia, engenharia e matemática (leia mais aqui).

A criação de projetos e a construção de protótipos traz empoderamento

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O sentimento de autoria e participação no processo de aprendizagem traz empoderamento para os estudantes, que se percebem capazes de superar desafios e aprender coisas que nunca imaginaram.

Ao visitar o Fab Lab do CEU Parque Anhanguera, a estudante Gabriela Ferreira da Silva, 11, aluna do sexto ano, disse que aprendeu coisas novas e mexeu em máquinas que nunca imaginou. Da mesma forma, o seu colega Kyldere Araújo Trindade, 12, aluno do sexto ano do ensino fundamental, conta que foi muito interessante ver um circuito funcionar. Agora ele está até pensando em se inscrever para um curso de eletrônica (leia mais aqui).

A escola se transforma em um espaço de colaboração e compartilhamento

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Com as atividades práticas, os alunos começam a trabalham em grupos e compartilhar conhecimentos com os seus colegas. O professor deixa de ser o único detentor do conhecimento e a sala de aula se transforma em um espaço dinâmico, onde todos podem contribuir com suas habilidades.

Na Escola Estadual de Ensino Profissional Joaquim Antônio Albano, em Fortaleza (CE), Emelly Alves, Eliel Sousa e Matheus Santos, todos de 16 anos e do curso de enfermagem, trabalharam em grupo para construir um foguete de garrafa PET (leia mais aqui).

Quer saber como levar o aprendizado mão na massa para a escola? Conheça o Especial Educação Mão na Massa.

Fonte: http://porvir.org/7-razoes-para-nova-geracao-querer-aprender-atividades-praticas/?utm_campaign=shareaholic&utm_medium=twitter&utm_source=socialnetwork

“Como a sala de aula invertida potencializa o aprendizado dos alunos”

“Sala de aula invertida faz alunos aprenderem de forma livre”

Livro sobre a didática proposta por professores norte-americanos (Flipped Classroom) acaba de ser lançado em português. Um dos autores, Jonathan Bergmann, conversou com o Porvir – ele dará um curso online para brasileiros este mês

E se os alunos assistissem às aulas expositivas em casa e fizessem os deveres em sala de aula? A ideia de inverter a ordem da aprendizagem tradicional foi colocada em prática por dois professores de Química, Jonathan Bergmann e Aron Sams, em 2007, em uma escola de uma cidade pequena e predominantemente rural do Colorado, nos Estados Unidos. Os dois perceberam que muitos alunos faltavam às aulas por conta de competições esportivas ou outras dificuldades, e ficavam atrasados em relação ao resto da turma. Por isso, decidiram gravar a parte expositiva de suas aulas, o que ajudaria esses alunos e de quebra facilitaria a vida dos próprios professores, que não precisariam repetir várias vezes a mesma explicação.

Com a ajuda de um software que gravava apresentações Power Point em formato de vídeo, incluindo voz e anotações, eles começaram a gravar as aulas e publicar o conteúdo em um site. Os vídeos permitiam ao estudante pausar o conteúdo para fazer anotações, voltar e assistir novamente se não compreendessem – o que nem sempre conseguem fazer com o professor em sala de aula.

Os professores se deram conta de que o momento em que os alunos mais precisavam deles era quando a dificuldade surgia ao fazer as tarefas e desafios, e não na aula expositiva. “A mágica realmente acontece na aula. Como a parte expositiva ficou fora da sala, em classe você pode ajudar mais como um tutor do aluno, acompanhá-lo de perto. O professor pode desenhar atividades mais intrigantes, projetos de aprendizagem, experimentos, debates”, enumera Bergmann, em entrevista ao Porvir.

Esse método ficou conhecido como sala de aula invertida (flipped classroom, em inglês) e, com a popularização do uso de tecnologia na educação, ganha adeptos pelo mundo. Primeiro, foram os vídeos de Bergmann e Sams que chamaram a atenção de educadores e de estudantes em diversas partes dos Estados Unidos. Em 2012, eles lançaram um livro, que já foi traduzido em mais de nove países e virou um best seller mundial. A versão em português foi lançada esse ano, “Sala de Aula Invertida – Uma metodologia ativa de aprendizagem”, pela Editora LTC. Atualmente, diversas plataformas facilitam a prática, que permite aos professores aproveitar com mais qualidade o tempo em sala de aula, dar mais atenção a quem realmente precisa (os alunos com dificuldade), oferecendo uma educação personalizada. Neste modelo, é possível que os alunos avancem na aprendizagem em ritmos diferentes.

Como e por que inverter?

Os autores defendem que a sala de aula invertida muda completamente o papel do professor, que deixa de ter como função principal transmitir o conhecimento e atua mais como orientador dos alunos. No livro, eles enumeram diversos motivos para adotar o método, entre eles estão: a inversão fala a linguagem dos estudantes de hoje (conectados, usuários de diversos recursos digitais); ajuda os alunos ocupados (aqueles que faltam às aulas, que moram longe, que estão sobrecarregados); ajuda os que têm dificuldade de aprendizado (eles podem pausar e voltar o vídeo com a explicação, o que não é possível em uma aula tradicional, e ganham mais atenção do professor durante as tarefas em sala); aumenta a interação do professor com os alunos, que passa a circular na sala interagindo com eles durante as atividades; muda o gerenciamento da sala de aula, acabando com problemas com alunos que atrapalham os colegas; permite que os pais participem mais e aprendam junto com seus filhos em casa; e induz ao que os autores chamam de “programa reverso de aprendizagem para o domínio”, no qual os alunos progridem dentro do seu próprio ritmo, caminho que os autores optaram por seguir e desenvolveram ao longo de anos.

“É muito importante que você tenha os principais públicos envolvidos (alunos, pais de alunos, escola). Explique o que está fazendo e o porquê disso”, pondera Bergmann. O professor acredita que há quatro dificuldades principais para quem quer começar a trabalhar com esse sistema: inverter a própria mente e entender o tempo em sala de aula, estar treinado apropriadamente para fazer a inversão de maneira bem feita (ter bons vídeos, ensinar os alunos como assistir aos vídeos de forma que extraiam as informações ao máximo), achar tempo para elaborar a aula invertida (ou encontrar conteúdos que o ajudem, como vídeos de outros professores ou outros materiais, como games) e dominar a tecnologia.

Uma das grandes questões que aparece para os professores é o que fazer se os alunos não assistirem aos vídeos? E se eles são tiverem acesso à internet em casa? Bergmann lembra que essa barreira foi resolvida por ele e seu colega com DVDs, quando começaram com o método, há quase 10 anos. Há escolas que fornecem espaços para os alunos assistirem aos vídeos ou ainda outros materiais que o professor pode usar.

“Isso se torna um problema menor quando a coisa é feita do jeito certo, menor do que você espera. Há softwares que podem rastrear quem está assistindo aos vídeos, e você saberá se eles estão vendo. Você pode inserir questões no meio do vídeo, então após dois minutos o vídeo pausa e o aluno responde uma pergunta”, exemplifica o professor.

No livro, os autores indicam passo a passo como gravar vídeos interessantes para os alunos. Sugerem um treinamento para que os estudantes aprenderem a assistir aos vídeos da melhor forma, e o que fazer com o tempo em sala de aula (uma sugestão é começar com uma discussão sobre o vídeo visto em casa, responder as dúvidas e iniciar tarefas/experimentos).

Para Bergmann, não existe um número ideal de alunos para aplicar a sala de aula invertida. “Obviamente é sempre melhor ter turmas menores, mas a sala invertida funciona em grandes classes. Eu acabei de voltar da Ásia, onde eles têm turmas com 50 alunos, e eles estão invertendo. A beleza disso é que antes de inverter a aula, em uma sala com muitos alunos, o professor não tinha interação alguma com eles, e agora terá muito mais”, relata.

Um modelo para o estudante de hoje

Os autores enfatizam que não foram os criadores do método, há muito tempo professores invertem a sala de aula de diversas maneiras. E também não existe “a” sala de aula invertida, uma maneira certa ou única de se inverter o ensino.

“Não é um novo modelo de certa forma, mas de alguma maneira é. É um jeito melhor para os estudantes aprenderem de forma livre. Com o advento da internet e a facilidade de criação de vídeos (Youtube e tal), eu acho que a época é propícia para esse modelo. Acho que tivemos o ‘timing’ certo”, afirma Bergmann.

Jonathan Bergmann participará de um curso online para professores brasileiros que começará em 9 de maio. Organizado pelo professor Wilson Azevedo, diretor da Aquifolium Educacional, o curso é realizado em três semanas. Na última, Bergmann participa de uma sabatina com os alunos, uma espécie de entrevista coletiva, na qual responde perguntas sobre a sala de aula invertida. Essa será a terceira edição do curso (outras duas turmas foram realizadas em 2013 e 2014).

Dicas para criar eBooks simples com software livre

Confira algumas dicas que podem ser úteis para desenvolver e-books simples sem pagar caro por licenças de software

O Indesign é bem útil para criar e-books, sobretudo com maior apelo visual. Mas vamos encarar: é um produto caríssimo. Um editor ou escritor independente que está buscando seu mercado pode não ter condições de desembolsar R$ 1.160 no programa. Crack numbers ou keygens são opções para quem gosta de piratear, então não reclame se você é adepto dessa prática e seu livro for parar em repositórios ilegais.

Como alternativa, é possível criar livros digitais simples utilizando apenas software livre. Com um editor de texto, pode-se criar estilos, definir fontes, espaçamento entre linhas e dar uma cara personalizada ao eBook. Já o compilador vai transformar tudo isso em código para ser lido pelos eReaders, criar o sumário (TOC) e fazer a verificação. Por último, o conversor pode criar diversos formatos para seus livros. Dando nome aos bois, veja abaixo os softwares mais comuns.

Outro ponto forte dos softwares livres é que normalmente eles rodam em qualquer sistema operacional para desktops. Por isso, não importa se você usa Windows, MAC OS X ou alguma distro Linux: os programas são os mesmos. Só um lembrete antes de começar: essas dicas valem para e-books muito simples, apenas com texto e imagens.

1. Libre Office

Alguns recomendam que o arquivo fique limpo de edições, ou com uma mesma fonte. Mas dá para variar um pouco, sem problemas. Crie pelo menos dois estilos: o de parágrafo, que irá constituir a maior parte do texto, e o de capítulo – use a criatividade e se imagine como o leitor: a fonte e o tamanho são mesmo interessantes? Como isso deverá ficar na tela de um tablet? Ou e-reader? Ou mesmo um computador?

Após consultar alguns colegas da área gráfica, julguei melhor utilizar fontes serifadas para o corpo do texto e não-serifadas para blocos menores (como legendas e títulos), assim como nos livros físicos. Além disso, em e-books é interessante usar um espaçamento de 1,5; faz diferença na hora da leitura, para não ficar um bloco denso de texto.

Após definir e aplicar os estilos, exporte para HTML/XHTML, mas salve o original em formato ODT.

2. Sigil

Abra o menu ‘Arquivo’ e vá em ‘add > existing files’ e selecione o documento HTML que você criou a partir do original. Todo o livro vai abrir em uma única aba. Selecione os blocos de capítulos e separe-os, um em cada aba (para criar uma nova, basta ir em ‘add > blank HTML file’). Crie tantas quantas forem necessárias, uma para cada capítulo mais a capa e outros elementos do livro (como ficha catalográfica). É interessante renomear cada documento .xhtml com o nome do capítulo.

Feito isso, é preciso criar o sumário. Vá até a opção “generate table of contents” e defina o que vai aparecer no sumário. O resto o próprio programa executa. É importante notar que os capítulos e, se houver, demais entradas, devem estar como headings (h1, h2, h3). Normalmente já fica como o padrão, mas pode ser necessário ajustar manualmente.

Se o seu livro tem outros elementos – tais como vídeo, áudio e imagens – eles devem ser acrescentados nas pastas, que aparecem do lado direito da tela. Ali é formada uma espécie de “biblioteca”, e quando você quiser inserir em alguma parte do texto, o Sigil vai browsear naqueles locais.

Conluídas as edições, é hora de fazer a verificação. O próprio Sigil tem um sistema de validação: basta clicar na opção ou ir em ‘tools > validate EPUB with FlightCrew’. Se você seguiu esses passos, a validação pode indicar problemas de título ou linguagem. Para resolver, vá em tools > editor de metadados e preencha os respectivos campos. Faça a validação novamente e, se o programa não indicar mais nenhum problema, seu e-book está pronto.

3. Calibre

O Calibre é útil para organizar os livros e abrir arquivos ePub, mas seu principal propósito é a conversão entre formatos. Como toda conversão automática, tende a apresentar defeitos – por isso, verifique bem o resultado final.

Primeiro, vá em “adicionar livros” e selecione o ePub criado no Sigil. Depois, se quiser converter, clique com o botão direito sobre o nome do livro e selecione converter ‘livros > converter individualmente’.

Irá abrir uma janela com várias opções, incluindo metadados, aparência, estrutura, formatos de entrada e saída. Várias opções são avançadas, e requerem um tutorial individual. As ferramentas mais comuns são “configurações de página”, onde você vai definir os perfis de entrada e saída, “detecção de estrutura” e “sumário”.

Lembrando que essa opção só é útil para exportar livros para eReaders que não leem ePub, como o Kindle – caso você queira vender na Amazon. Nesse caso, há duas opções, nos lados esquerdo e direito superiores da tela, correspondentes ao formato de entrada e saída. Em entrada, selecione EPUB, e em saída (nesse caso) MOBI (mas há uma dezena de outras opções, dependendo do leitor).

Depois, vá até “sumário” e marque a caixa “não adicione os capítulos detectados no Sumário” – uma vez que essa parte já foi feita no Sigil. Logo depois, vá para a opção “saída MOBI” e insira um título para o sumário. Daí é só salvar.

Para verificar se tudo está certo, ainda no Calibre vá até “exibir”, com o livro selecionado, e clique em “exibir formato específico”. Veja se tudo está certo e funcionando. E boa distribuição.

Fonte: http://ebooknews.com.br/dicar-criar-ebooks-simples-com-software-livre/ 

Sites para encontrar e-books que valem a pena

Já pensou em poder baixar os livros que você quer ler ou pesquisar? Reunimos vários sites bacanas em que você pode encontrar obras literárias e livros sobre Educação para baixar de graça e salvar em seu computador ou tablet.

Se você tem outras dicas de onde encontrar e-books (ou livros digitais)? Conte pra gente lá embaixo nos comentários!

1) No site da Editoria da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) você encontra os livros da editora da Universidade e para baixar basta preencher um cadastro.
Faz parte do catálogo: Formação de leitores surdos e a educação inclusiva, de Sandra de Oliveira Martins.

2) A Editora da Universidade Estadual de Londrina também oferece vários de seus títulos para fazer download de graça.
Faz parte do catálogo: Leitura, literatura infanto-juvenil e Educação, de Célia Fernandes

3) No site Universia Brasil você consegue salvar diversas clássicos da literatura.
Faz parte do catálogo: A Metamorfose, de Franz Kafka

4) Domínio Público é a biblioteca virtual do Ministério da Educação que reúne obras digitais de literatura e também disponibiliza teses e dissertações para download.
Faz parte do catálogo: A Divina Comédia, de Dante Alighieri

5) A Biblioteca Brasiliana USP  tem cerca de 3,6 mil livros para download e você ainda tem acesso a um acervo de documentos históricos, imagens e manuscritos.
Faz parte do catálogo: Sonetos completos, de Olavo Bilac

6) Toda a obra de Machado de Assis está disponível neste site criado pelo Ministério da Educação.
Faz parte do catálogo: Relíquias de Casa Velha

7) A Biblioteca Digital Camões oferece obras da literatura portuguesa e o leitor pode buscar pelo nome do livro ou por autor.
Faz parte do catálogo: Os Maias, de Eça de Queirós

8) No site da Editora Moderna você encontra livros sobre políticas públicas educacionais que podem contribuir para suas pesquisas ou trabalho em sala de aula.
Faz parte do catálogo: O que revela o espaço escolar? – Um livre para diretores de escola,  de Comunidade Educativa CEDAC/ Editora Moderna

9) No site LeLivros com certeza é o melhor lugar para Baixar ou Ler Online os melhores livros em PDF, Epub e mobi da internet.O LeLivros é criado e mantido por um grupo de estudantes residentes em Portugal, visa democratizar o acesso a leitura gratuita, e não tem portanto quaisquer fins lucrativos. Este é um projeto de fãs do antigo site iOS Books. Após o fechamento do mesmo e não aceitando que o acesso a livros digitais com qualidade tinha chegado ao fim eles resolveram criar o Lê Livros.

10) Outra opção é o Open Library, que em português quer dizer Biblioteca Aberta, é um site voltado para a construção de uma biblioteca online disponível para qualquer pessoa interessada em ler um livro. Foi criado por Aaron Swartz e atualmente é um projeto do Internet Archive, organização sem fins lucrativos. Por almejar ser uma biblioteca que possui todos os livros disponíveis, trata-se de um projeto bastante ambicioso, dependente da ajuda de diversas pessoas. Como a plataforma está disponível e aberta, qualquer um interessado em ajudar pode ajudar, sendo a ajuda através de um código, ou concertar um typo, ou adicionar um livro, ou escrever um widget.

O projeto começou em 27 de janeiro de 2013, ainda sem qualquer conhecimento de edição de livros ou gerenciamento de site. Em 26 de fevereiro foi ao ar a primeira versão do Lê Livros, que nas semanas seguintes foi recebendo novos títulos e ganhando usuários. Em 26 de abril de 2013, exatamente dois meses depois do lançamento, lançamos a nova versão do LeLivros que já permitia uma navegação por categorias de forma inteligente e rápida, além de permitir downloads com apenas um click.
Faz parte do catálogo: por ser uma produção coletiva aberta o acervo é imenso.

Fonte: http://acervo.novaescola.org.br/blogs/tecnologia-educacao/2013/11/05/8-sites-para-encontrar-e-books-que-valem-a-pena/

160.000 audiolivros para você ouvir de graça

Você sabe o que são audiolivros? Audiolivros são simplesmente livros em formato áudio, também chamado de livro falado ou audiobook.

Ler sempre foi uma atividade solitária, silenciosa e que exigia muita concentração. Mas isso está mudando. Milhares de pessoas já utilizam um jeito alternativo de embarcar nas obras literárias. Elas são adeptas de audiolivros, versões em áudio de livros impressos. As obras custam até 70% menos que a versão em papel.

Normalmente é gravado em estúdio, lido de forma pausada com interpretação. Também há a utilização de efeitos sonoros e músicas que ajudam o ouvinte a simular melhor a atmosfera criada. É um recurso fundamental para promover a “cultura leitora” em pessoas com deficiência visual ou com dificuldades de leitura, por exemplo dislexia. Convém referir que o audiolivro não pretende eliminar o prazer de leitura, mas trazer uma nova alternativa ao acesso ao conhecimento e à literatura.

Fizemos uma seleção com aplicativos gratuitos que você pode utilizar para ouvir audiolivros:

1 – Audiolivros da Audible

Deixe-se levar em uma história incrível a qualquer hora e lugar, fazendo o download de um dos nossos 150.000 títulos disponíveis para o seu iPhone, iPod Touch ou iPad: desde best-sellers até os clássicos.

2 – Audiobooks HQ

Se você adora ler, mas não consegue achar tempo, então este App é para você. Use seu tempo indo ou voltando do trabalho, fazendo trabalho de casa ou se exercitando para ficar em dia com os melhores livros já escritos. Audiobooks HQ de Inkstone Mobile lhe dá 8.150 audiolivros absolutamente grátis.

3 – Audiobooks Grátis

Ouça audiolivros em qualquer lugar. Basta selecionar um livro, colocar seus fones de ouvido e você irá instantaneamente clarear seu dia atarefado. Você ficará ansioso pela ida ao trabalho, aquele exercício ou mesmo por lavar a louça, sabendo que uma boa história aguarda você. Audiobooks Grátis de Inkstone Mobile lhe dá 5.600 audiolivros absolutamente grátis.

Fonte: http://www.universoneo.com.br/portal/institucional/leitura/160000-audiolivros-para-voc%C3%AA-ouvir-de-gra%C3%A7a

Kindle, Lev ou Kobo: Qual é o melhor e-reader e qual deles tem a melhor relação custo-benefício?

Diversas vezes me perguntam qual o melhor e-reader de e-book e eu sempre respondo: O que couber no seu bolso/orçamento. Logico que há outros fatores técnicos que devem ser considerados, mas o primeiro deles é o preço e depois coisas como a quantidade de livros, os formatos suportados, tempo de duração da bateria, peso, iluminação, tamanho, etc… São tantas coisas a avaliar que muita gente acaba ficando na dúvida de qual levar pra casa.

Outra coisa muito irritante, que parece ser uma prática comercial bem aceita por essas bandas, e com relação aos preços dos e-readers aqui no Brasil. Além de serem mais caros do que no exterior, as lojas praticamente tabelam os preços ao invés de procurarem concorrer de fato entre si, tirando os modelos de ponta, os valores são muito iguais. Lendo as postagens indicadas vocês vão poder ver nas tabelas que estão nelas o que eu estou falando. Na minha opinião, o preço seria um fator muito importante na escolha de um e-reader, mas acaba ficando quase de lado, já que todos praticamente cobram o mesmo preço.

Outro ponto importante é lembrar que os e-readers são leitores eletrônicos de livros. Você não consegue instalar aplicativos neles, nem jogos (note que os modelos Kindle Fire são tablets, não são e-readers). E-readers foram concebidos para substituir o livro impresso, para os usuários que queiram apenas ler livros. Para entender melhor isso dá uma lida neste post do pessoal do Vida Sem Papel sobre a treta entre tablets e e-reades.

É muito bom deixar claro que vários modelos que são apresentados nas postagens indicadas são de e-readers com tela e-Ink, que é aquela tela que não utiliza nem a tecnologia LCD e nem LED, que permite que a imagem seja apresentada sem emissão de luz (alguns modelos possuem uma iluminação para leitura, mas não é a mesma coisa, a iluminação é lateral e tem menor incidência nos olhos). Por isso, ela tende a ser mais agradável para a leitura, em comparação com as outras tecnologias apresentadas.

De todo jeito, espero que esta postagem possa ajudá-los a analisar as características de cada modelo mais facilmente. Eu recomendo que você leia o post Dicas para escolher o melhor e-reader para você, também do pessoal do Vida Sem Papel, e o onde eles falam sobre os fatores que consideram mais importantes na escolha de um e-reader, além das características de cada modelo. Se você está pesquisando para comprar um e-reader, eu considero dar uma leitura obrigatória nestes postagens que estão lá no final.

Não vale esquecer que sempre é bom pesquisar lá no Reclame Aqui também a reputação das empresas e seus produtos.

Após a análise, eu optei pelo Kindle que promete o que entrega, que talvez tenha o melhor pacote entre os três e-readers disponíveis no Brasil (minha opinião). Em termos de ofertas de livros, ele tem uma vantagem imensa devido ao tamanho da Amazon e à dimensão do seu acervo em todas as línguas.

Mas, como todo tudo na vida, ele pode não agradar a todo mundo, afinal como diz o ditado “o que seria do azul se não fosse o vermelho”, né?. Se você quiser mais liberdade e independência do Calibre, software de conversão de e-books, o Kobo talvez seja sua melhor escolha (eu não tenho nenhum problema com o Kindle também usando o Calibre). Do mesmo modo, o Lev apela mais aos consumidores que só leem em português ou precisam de um dispositivo que rode PDF com perfeição. Bem…

Seja qual for sua escolha… Boa Leitura.

Vida Sem Papel – Comparativo entre os e-readers Kindle, Kobo e Lev (atualizado em 09/02/2016)

TechTudo – Kindle, Lev ou Kobo: Qual e-reader oferece o melhor custo-benefício?

Três Leitoras – Kindle, Kobo ou Lev: Qual o Melhor?

Fórum: [Tópico Oficial] E-Readers: Kindle, Kobo e LEV | Muitas Informações e dicas pelo tópico! ATUALIZADO

Guia do PC: Artigo: Qual o melhor leitor de livros digitais da atualidade?

Calibre – O todo poderoso software para ler e transformar e-books

Hoje em dia, é muito fácil encontrar e-books em vários formatos, conforme já foi explicado anteriormente neste post do site Vida Sem Papel,  e por mais organizado que você seja, pode ser que quando você precisa encontrar um determinado e-book ou arquivo de texto digital, não seja tão fácil. Pode ser que você não lembre se possui aquele e-book no formato que você deseja, e se precisar convertê-lo, pode ser que não seja assim tão fácil.

Mesmo que você não seja fã de e-books, você deve possuir vários documentos que quer organizar para poder encontrá-los e utilizá-los de forma mais fácil e prática.

Eu tenho uma sugestão que pode lhe ajudar bastante a gerenciar seus e-books e arquivos de texto digital: o software Calibre.

O que é o Calibre?

Calibre é um gerenciador de e-books. Ele cria uma biblioteca, e te permite organizar seus e-books, convertê-los de formato, exportá-los para os leitores de e-books, etc. É uma ferramenta muito poderosa que poderá lhe ajudar bastante.

O Calibre está disponível para as plataformas Windows, MacOS X e Linux. Você pode baixá-lo clicando neste link. Note que no site você encontrará também uma versão identificada como portable, que é uma versão para Windows que não requer uma instalação padrão. Quando você o “instala”, ele é apenas copiado para um pendrive e você poderá executá-lo de lá em qualquer microcomputador que rode no mínimo Windows XP SP3 (segundo as informações do site). Você pode portanto criar uma biblioteca de e-books portátil em seu pendrive ou disco rígido externo.

Conheça o Calibre

Se você fala inglês, veja o vídeo abaixo onde o desenvolvedor navega pelo Calibre e mostra como usá-lo. Você verá quantos recursos este software oferece:

Ou veja esse tutorial aqui:

Você pode também ler este tutorial (em português) que está no site AppTuts, onde é descrito os passos para fazer uma conversão de formatos de e-books usando o Calibre.

Estes dois recursos te darão uma ideia de quão poderoso é este software. Chega a ser difícil de acreditar que ele seja gratuito.

Uma visão geral do Calibre

Veja na imagem abaixo a janela principal do Calibre:

Calibre - janela principal

A janela principal contém no topo um menu de botões, onde você encontrará:

  • botão Adicionar livros: através dele, você adiciona livros na sua biblioteca, navegando até o diretório onde estão os livros desejados e selecionando-os. Se quiser adicionar todos os livros em um determinado diretório, basta clicar na seta ao lado do botão, que abrirá um menu, e selecionar o terceiro item: Adicionar livros de um diretório, incluindo subdiretórios (vários livros por diretório, assumindo que cada livro é um livro diferente).
  • botão Editar metadados: através deste botão, você abrirá um painel onde poderá editar os metadados do livro, ou seja, título, nome do autor, editora, data de publicação, capa, etc. Para um exemplo, veja o tutorial de conversão de e-books que mencionei acima.
  • botão Converter livros: como o nome sugere, este botão é usado para converter e-books para outros formatos. O tutorial que mencionei descreve como fazer a conversão em detalhes.
  • botão Exibir: abre o e-book para leitura. Dependendo do formato, ele usará o próprio Calibre para abrí-lo, ou usará um aplicativo externo.
  • botão com número de livros: este botão abre um menu com várias opções para gerenciar a sua biblioteca.
  • botão com coração: acessa o site do Calibre para que você faça uma doação para o desenvolvedor.
  • botão Obter notícias: através deste botão você escolhe canais de notícias dentre vários disponíveis que podem ser atualizados e gravados como se fossem um livro, para você ler no Calibre ou no seu leitor de e-books preferido.
  • botão Obter livros: permite que você faça uma busca por livros em sites de vendas como Amazon, Barnes & Noble, etc.
  • botão Salvar no disco: este botão permite que você salve o(s) arquivo(s) do livro selecionado em um diretório que você escolherá no disco, para que você tenha acesso ao(s) arquivo(s) diretamente. Pode ser usado para exportar um e-book para um leitor ou aplicativo.
  • botão Conectar/Compartilhar: este botão abre um menu com várias opções para você conectar a dispositivos ou ao iTunes, inicializar o servidor interno do Calibre (para você poder acessá-lo através da rede local ou Internet), etc.
  • botão Remover livros: use este botão para remover livros da sua biblioteca.

Nos painéis abaixo do menu, à esquerda você encontrará o navegador por tags. Neste painel, você encontrará várias formas de navegar e localizar seus e-books. Por exemplo, você pode clicar em Autores, clicar na primeira letra do nome ou sobrenome do autor (dependendo de como esteja organizado), e localizá-lo na lista. Clicando no nome do autor, você verá na lista de livros apenas os livros daquele autor.

Calibre - listagem por autor

No painel central, como você já deve ter percebido, você verá a lista de livros, e no painel à direita você verá os detalhes do livro selecionado (capa, autor, formatos disponíveis, etc).

Por onde começar?

Para começar a usar o Calibre, basta adicionar seus e-books (através do botão Adicionar livros) e se necessário corrigir os metadados deles (através do botão Editar metadados). Uma vez que você comece a organizá-los, você verá que será muito mais fácil encontrá-los, lê-los, usá-los.

E além disso, para aqueles casos onde você possui um e-book num formato mas gostaria de lê-lo num leitor que requer outro formato, você pode usar o próprio Calibre para fazer a conversão.

Comece a explorá-lo, se você fala inglês não deixe de assistir o vídeo que já ajudará bastante a conhecer o software, e você verá como ele te ajudará a gerenciar sua biblioteca eletrônica.

Se você tiver alguma dúvida, ou se quiser saber mais sobre o Calibre e seus recursos de uma olhada nesse link:

http://www.vidasempapel.com.br/tag/calibre/

Fonte: http://www.vidasempapel.com.br/como-gerenciar-melhor-seus-ebooks/